Eu queria pegar a Lauren, mas um libertário foi feminazista e FODEU ela primeiro

A história não é tão novinha, mas eu sei que muitos vão gostar de ler.

Lauren Southern é uma das moças que participaram da campanha “mulheres contra o feminismo” nas redes sociais.

Ela é canadense e estudante universitária de Ciência Política. Foi uma daquelas que posaram com cartazes dizendo por que eram contra o feminismo, receberam ataques dos zelotes da igualdade orwelliana, das meias verdades e das mentiras inteiras em questões de gênero – ou, simplesmente, feministos(as). Receberam também bastante apoio pelo mundo afora.

Lauren conta mais neste vídeo, legendado por uma turma chamada “tradutores de direita” (Direita! Maus! Maus como pica-paus!). No vídeo, ela rebate algumas famosas afirmações e estatísticas – como as de estupro – feministas falsas (ou será que eu acabei de ser redundante?):

Ao levar a discussão em frente nos meios virtuais e na vida acadêmica e política, ela acabou fazendo trabalhos para a Rebel Media, sendo entrevistada por vários meios – inclusive pelo AVfM – e obtendo uma vaga como candidata a vereadora pelo Partido Libertário do Canadá.

Um vídeo que deu a ela ainda mais notoriedade foi o que ela fez numa Marcha das Vazias, lá no Canadá. Nele, ela também levanta um cartaz dizendo que a cultura do estupro não existe, no que ela está certa. Veja (em inglês):

Lauren conta que foi ameaçada e atacada fisicamente, juntamente com a equipe de filmagem, inclusive que rasgaram o cartaz que ela levantou. Ela também observou que só pôde fazer sua contramanifestação por ser mulher. Se fosse homem, não só a situação se escalaria, como ela previu, com uma boa base em acontecimentos anteriores, que poderia ter saído de lá presa. Lauren descreveu um pouco, e respondeu, à enxurrada de ataques de feministas e outros guerrilheiros culturais, neste vídeo no Youtube.

Mas ela não sabia que seria atingida por fogo amigo.

Tim Moen, líder do Partido Libertário do Canadá, suspendeu a candidatura de Lauren. A justificativa? Indisciplina partidária (!). Lauren estaria minando os esforços do partido para “conectar corações e mentes com a mensagem da liberdade” (!). A história foi coberta com bem mais detalhes por Allum Bokhari no Breitbart.

Traduzindo Tim Moen, como os prints publicados por Allum Bokhari demonstram, ele não aceitava uma candidata crítica da doutrina e da propaganda feministas e dos guerrilheiros socioculturais da esquerda em geral. Como ela não se alinhou – e nem devia -, ele derrubou a candidatura dela com uma canetada desastrada. Isso podia virar um daqueles memes com o texto Relações Públicas: Você está fazendo isso errado. E eu vou explicar por que.

Não por coincidência, os posicionamentos defendidos por Lauren estão em perfeita concordância com a visão predominante dos libertários no mundo inteiro. Exceto o dos já mencionados justiceiros sociais. Acontece que a rejeição a esses extremistas, inclusive às feministas, é crescente. Ou seja, Tim Moen entrou na contramão da liberdade, do libertarianismo e do público que não se alinha ao neossocialismo totalitarista.

A situação provocou uma revolta entre os libertários canadenses e internacionais. Além da reação dos apoiadores de fora do partido que chegaram a conhecer o ativismo não feminista da Lauren Southern.

Mas a coisa não ficou assim.

Após vários dias de turbilhão, os libertários se entenderam. Tim e Lauren fizeram declarações oficiais e ela foi reinstaurada como candidata do partido no último dia 8:

Podem considerar a Lauren Southern, ativista, libertária e não feminista, oficialmente des-sacaneada.

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