Quem lacra não lucra: Gillette, da Procter & Gamble, adere à propaganda anti-homem

Mais um ano, mais propaganda feminazista. Há pouco tempo, republiquei um artigo da Barbara Kay dando uma ideia breve, mas clara, de tudo que há de errado com um documento de “Diretrizes”, repleto da mesma, velha, doutrina de ódio feminista anti-homem. Muitas vezes, o truque é mentir por omissão: Só se mostra o que se puder supostamente achar de pior dos homens. Daí para generalizar isso falaciosamente para “O homem”, com o discurso batido de “masculinidade tóxica.” E então, em caso de reação, ficar na canalhice de que a generalização criada propositalmente não é generalização e que, em vez de homens e mulheres reagirem contra o discurso de ódio feminista, todos deveriam apenas ficar quietinhos e “refletir.” Essa propaganda toda é só para “reflexão”!

Bom, o balde está muito cheio. A Gillette aderiu à propaganda de distorção do que é masculinidade, para depois continuar martelando que a masculinidade e os homens “precisam melhorar” e o seu anúncio foi brindado no Youtube com uma explosão de negativações. Logo, os grupos organizados de feministas e neoesquerdistas foram reforçar os comentários de apoio misândrico, deixar seus “joinhas” e compartilhar, mas a coisa só piorou. Até agora, as negativações só se multiplicam.

Eu não vou usar mais Gillette. Ou Procter e Gamble. Onde eu puder evitar que esses produtos sejam usados, vou fazer a minha parte. Da mesma forma que a Bombril, se você tiver boa memória. Era a minha marca favorita, mas foda-se! Existem empresas menores precisando de mais clientes.

E para quem quiser dizer que negativar vídeos e esculachar marcas não adianta porque isso aumenta os views dos vídeos, uma sugestão: vá defecar na casa da sua sogra, ou na da sua mãe, qualquer das duas que você ainda tiver.

Forte abraço!

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