Rodrigo Janot tenta descrever FASCISMO e entrega o FEMINISMO

Hoje eu vi uma nota interessante no Ceticismo Político, o blog brasileiro de direita mais bem sucedido e, não por acaso, mais atacado pela esquerda nacional.

Como esclarecimento, eu acompanho com grande interesse esse blog, pertencente ao direitista “Luciano Ayan”, pseudônimo de Carlos Augusto Afonso. Desde que ele repostou a minha história sobre “Harald Eia e a ideologia de gênero”. Vi muitas críticas feitas por esquerdistas conhecidos meus que o acusam de alguma desonestidade atávica. Considero eu que Afonso é um analista político de direita, dedicado à análise do discurso e táticas desonestas da esquerda e que aplica as mesmas táticas que ele descreve aqui e ali como resposta. Ele fez isso no caso Marielle Franco que motivou os ataques contra ele feitos pela grande mídia: ele em momento algum mentiu ao divulgar a notícia. Ele apenas a apresentou de uma forma que aduz uma ideia partidariamente conveniente, exatamente o que a grande imprensa faz e ele procura demonstrar. Aliás, ele praticamente apenas percutiu a matéria original da Mônica Bérgamo. Se algo no que ele fez lhe parecer errado, isso prova que ele sempre teve razão.

Prossigamos neste textinho.

Afonso diz que “em seu perfil no Twitter, o procurador geral da República Rodrigo Janot decidiu ensinar ao povo o que é o fascismo.”

Janot, afirmando estar citando livro de “M. Allbright” – certamente o “M.” é de Madeleine – escreveu:

Um facista é alguém que diz falar por uma nação ou um grupo, não se preocupa com os direitos dos outros e está sempre disposto a usar de violência ou qq outros meios necessários para atingir seus objetivos. M. Albright – livro excelente

Além de rirem de Janot dizer ter lido um livro sobre fascismo e ainda não ter aprendido a escrever a palavra, comentaristas do Twitter notaram que essa descrição do fascismo é a descrição do MST. E de todos os demais “movimentos sociais”. O “movimento LGBT” atual, o “movimento negro” atual, o MTST e todos os outros movimentos de “ódio do bem.”

Os movimentos da nova esquerda, neossocialistas, neocomunistas ou “pós-modernos”, como você quiser chamar. Movimentos que se passam não só por defensores, como por representantes de certos grupos de pessoas, quando na verdade são grupos com uma orientação ideológica atrelada a um projeto totalitário de poder. O “movimento social” é só um disfarce.

E o movimento feminista? É um desses, sim senhor. Ao tentar descrever o fascista, Janot caracterizou todos esses movimentos sociais da New Left. Inclusive o movimento de ódio chamado simplesmente de “feminismo”.

Violência, apologia de violência, denúncias falsas de diversas formas de violência, a narrativa de ódio da “milenar e onipresente opressão machista patriarcal”, os mitos como o da “X em cada Y mulheres são estupradas” nesta nossa “cultura do estupro”, da diferença salarial causada unicamente pelo “machismo”, ocupação da mídia, ocupação do sistema educacional, corrupção da Justiça, da Ciência et cetera, et cetera.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil sob licença CC 3.0 Brazil.

 

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