Os boko haram retalharam e queimaram vivos os meninos, mas “devolvam nossas meninas”!…

As Grandes Estrelas da política e mídia ocidentais poderiam simplesmente abrir o jogo e dizer: “Somos todos Boko Haram”. É isso que o comércio do espetáculo de carnificina, de empatia seletiva e cumplicidade silenciosa dizem, de qualquer forma.

Os Boko Haram são terroristas com ideias como as da Irmandade Islâmica, que a propaganda militar-estatal-empresarial estadunidense chama de “Al Qaeda”, e vários outros grupos. Existe um bom documentário do inglês Adam Curtis, de tendência à esquerda política, produzido pela TV estatal britânica, sobre como esses grupos se alimentaram de ideias como as de Sayyd Qutb e principalmente da miséria, terror, massacres e torturas que as disputas entre os psicopatas nos EUA e na URSS impuseram aos países chamados de “terceiro mundo” durante a guerra fria. Os objetivos de militantes como os do boko haram incluem punir da forma mais horrenda possível todos os que adotam qualquer aspecto de vida (escola, roupas, filmes, música, etc.) fora do estilo de vida ditado pela fé “pura” (que seria a deles, claro), derrubar os governos e instituir ditaduras “santas” dos seus líderes em cada país. Adam Curtis fala da utilidade desses fanáticos para as políticas neoconservadoras como as dos Bush – não fala sobre como o islamismo é útil para as políticas da esquerda, mas eu voltarei a esse ponto daqui a pouco.

Estranho é que os Boko não são coisa nova. Por que não tinham causado grande preocupação à imprensa internacional, ONU ou governos até agora?

Em 25 de fevereiro, eles massacraram aproximadamente 50 meninos. Naquele mês apenas, tinham matado cerca de 300 pessoas na região. No massacre dos meninos eles se superaram. Atacaram os estudantes enquanto dormiam, sem chance de defesa e mínimas de fuga. Crianças e adolescentes foram assassinados cruelmente. Os terroristas trancaram os meninos nos alojamentos e atearam fogo, tentando queimar todos até a morte. Os meninos que conseguiam escapar dos incêndios tiveram as gargantas cortadas, foram atacados a facão ou alvejados por arma de fogo. Após o ataque, o número de mortos foi aumentando aos poucos, conforme se encontravam novos corpos de meninos que foram alcançados a alguma distância ou haviam morrido depois em consequência dos ferimentos.

Por que eles mereceram tão pouca atenção ao cometer tanta atrocidade antes, mas agora mobilizaram tanto os meios de comunicação do Brasil e do mundo, a ONU, Barack e Michele Obama e causaram tanto estardalhaço? Seriam as crianças nigerianas menos dignas de compaixão e interesse midiático que as russas de Beslan? Ou o massacre estaria longe demais das metrópoles que importam para que se enviassem repórteres?

A resposta, nesse caso, é outra. Ela foi respondida quando os fanáticos sequestraram mais de 200 meninas. É uma resposta simples asquerosa: É que eles massacraram e queimaram vivos os meninos, mas pouparam todas as meninas. As meninas, na ocasião, apenas receberam o singelo aviso de que fossem se casar e abandonassem a educação ocidentalizada que estavam recebendo.

A ONU e UNICEF fazem campanhas mundiais pelas meninas que sofrem “privação machista” de educação pelo mundo afora. Nos mesmos países onde os meninos ainda têm o encargo de sustentar as famílias de qualquer forma que puderem desde cedo e durante a vida toda. E eles estão tendo cada vez menos educação no mundo inteiro. E também sofrem mais violência durante toda a vida, mas nossas organizações políticas internacionais têm interesses seletivos. A razão para isso é que a bandeira das meninas e das mulheres dá mais espetáculo, comove mais. E assim, dá mais voto e muitos milhões em recursos.

Devemos isso não só à programação “patriarcal” que protege a feminilidade preferencialmente. Há também as décadas de empenho dos militantes de esquerda travestidos de professores nas nossas universidades. Socialismo vigarista eficiente é o capaz de corromper a academia de um hemisfério inteiro. E corromper aqueles a quem fingem defender e criar racismo “anti-racista”, sexismo “anti-sexista”, um totalitarismo “libertador”, “pró-direitos humanos”, intolerância “inclusiva”, etc. Há que se reconhecer feitos como levar quem carrega a marca da opressão dos seus pais ostentar, e de forma orgulhosa e convicta, argumentos tão ralos e abjetos quanto os de qualquer racista. Isso merece ser tratado extensivamente, em mais de um artigo, até pela grandeza de esforço de didática e paciência requeridos para expor aos nossos universitários as obviedades que eles aprenderam a não ver e ter raiva de quem apontar.

Mas, “a César o que é de César”. Esquerdistas e direitistas há tanto procuram colar, cada um no time adversário, os rótulo de nazista e fascista.  Tanto que quando isso é feito sem fundamento, é um argumento que ganhou classificação própria no rol de falácias (reductio ad hitlerum). Mas quando o paralelo é consubstanciado, não é falácia. Reconheça-se, pois, aos socialistas sucateadores do ensino superior que engendraram (e florescem e defloram diariamente em apologia de) os ódios de minorias e “dívidas históricas”). Em certos aspectos, já superaram os nazistas. Neonazista, então, é semianalfabeto regado a hormônio de cavalo e subsistindo em becos físicos e online, ora!  Socialistas de estupro mental de minorias, não. São sofisticados intelectualmente, produzem bibliotecas de falácias acadêmicas, são internacionalizados, coesos, têm as mentiras de sonho mais lindas para trocar por voto, são eficientes. Cultura, causas humanitárias, democracias, Ciências, mídia… Desde que se apossaram das Humanidades, não parece haver o que eles não possam corromper, esvaziar de ética e sentido e transfigurar em aberração, enquanto gozam das benesses do Capital. Admiráveis.

Mas isso garante votos e investimento financeiro e mesmo emocional nas causas indicadas politicamente como “corretas”. E mantém-se a grande cadeia alimentar social internacional, com esse custo humano tão alto. É continuamente espantoso ver como até mesmo nosso humanitarismo pode ser tornado parcial e útil, suscetível a manipulação barata e entretenimento, a ponto de parasitar os melhores ideais, como gente com suposta formação superior pode ter um comportamento de manada (ou matilha). Como podemos tornar as pessoas convenientemente previsíveis para gerar recursos sempre para mais ou menos os mesmos grandes investidores que puxam as cordinhas, apertam os botões por trás das cortinas, nossos “mágicos de Oz” internacionais.

Como alternativa, a ignorância. E o fanatismo também, claro. Os terroristas islâmicos pelo mundo também acham que “saíram da Matrix”! Escaparam do “grande satã” que hipnotiza a todos. Afinal, eles saem de todas as incertezas da pior miséria, do sofrimento sem sentido, nem propósito. E entram num reino de certezas, valores únicos, verdades rígidas, supremas, absolutas, inquestionáveis, ensinadas por professores de religião cercados de soldados mártires com armas que justamente o inimigo lhes vendeu… Um novo sistema de crenças pelo qual viver, com certo e errado bem definidos, com inimigos claros, onde nada é tão complexo, incompreensível, de difícil solução ou relativo. Não tem relativismo moral! Nada é relativo na mente de um terrorista que massacra crianças. Vai um fanatismo aí?

#Devolvam nossas meninas
Cara Delevigne, Malala Yousafzai, Jesica Biel e o biquinho da Michelle Obama nos protestos de selfie: “#devolvam nossas meninas”. Subtexto implícito: os meninos são descartáveis.

Voltando às últimas vítimas, o fato é que o sequestro das meninas mudou as coisas. Esse espetáculo os meios de comunicação e os políticos estão prontos para vender e o público, pronto para comprar.

O governo da Nigéria não consegue mais disfarçar a situação de sítio em que vivem os habitantes do norte do país, onde o grupo militante já assassinou aproximadamente 1.000 pessoas e mantém toda a população aterrorizada.

A ONU, com seu exército de marionetes formados nas melhores escolas do mundo, se envolveu. Os bufões políticos no Congresso e casa branca dos EUA fazem sua coreografia afetada, exigindo sangue e ação. Querem de todo jeito mandar os meninos de lá como bucha de canhão para libertar as meninas, enquanto os(as) políticos(as), confortáveis e elegantemente vestidos, capitalizam tudo nas eleições. Michele Obama – que ganharia o troféu de primeira dama mais brega do planeta, não fossem inúmeras concorrentes desleais como a Rosane Collor – iniciou uma campanha posando com cara de “roubaram meu pirulito” e plaquinha para as redes sociais: “libertem nossas meninas”.

O verdadeiro maior espetáculo da Terra, amigos. Yes, we can! Circo, bolsa-família para comprar pão. Depois, trocar tudo por um punhado de farinha mais à direita, mais embaixo… do mesmo saco. É por isso que eu digo aos meus amigos engajados politicamente: Vocês podem estar mais à esquerda, à direita, eu entendo os motivos! Mas resistam à emoção barata e aprendam a pessoa comum, íntegra e bem preparada, bem ao seu lado. Parem de alimentar política dos psicopatas e do medo.

Pouco depois, um muçulmano upou seu próprio selfie relembrando que os drones do marido “democrático” da Michelle trucidaram muito mais meninas (só as meninas?) muçulmanas que os Bocôs (veja aqui). Verdades do povão que os governos poderão silenciar se souberem redigir uns bons marcos “civis” de internet em seus países.

Os Boko Haram, em plenos 15 minutos de fama, disseram que poderão manter as meninas como servas, talvez vendê-las como escravas ou usá-las como moeda para libertar seus colegas terroristas que estão presos. Os terroristas do mundo já sabem agora: Se quiserem aterrorizar só a população local até tomar o poder em seus países, sendo ignorados pelo mundo lá fora, só têm que continuar massacrando os meninos e homens, protetores das mulheres e meninas de cada vila. Já se quiserem usar as TVs e causar horror às multidões e ser metralhados na intenção daquelas 70 virgens no além, só precisam atacar as meninas e mulheres – e vão brotar muitas provas “irrefutáveis” do maligno “machismo” mundial para a professora feminista programar os alunos na sala da faculdade, com direito a explorar fotos de menininhas africanas às lágrimas no “retroprofessor”.

Os terroristas também nos ensinam muitas coisas. Dessa vez nos ensinaram o quanto é medíocre e desumano nosso humanitarismo movido ao circo dos meios de comunicação, nossa educação ideologizada, nossos palhaços fazendo pose e campanhas de plaquinhas nos palácios sustentados pelo sofrimento de tanta gente.

Sequestraram aquelas meninas e todos os histriões pularam em conjunto, depois de massacrarem os meninos e o silêncio ser tão grande. Ficou difícil, mesmo com a grande mídia em ação, não ver quanto tem de errado nisso!

A boa notícia? Mais pessoas estão enxergando a verdade suja por trás da mágica populista dos líderes mundiais. Quem sabe, talvez, as coisas não dão errado para o status quo atual e dessa vez se encaminhem para melhor?

Espero pelo menos que essas crianças, como as outras todas, não sejam esquecidas. Elas são o melhor que nós temos agora e serão (as que sobreviverem até lá) o melhor ou o pior que teremos, a depender do que for feito ou não, e como, hoje.

Abraço forte,

Aldir.

13 thoughts on “Os boko haram retalharam e queimaram vivos os meninos, mas “devolvam nossas meninas”!…”

  1. Deborah Meira

    Tanto o massacre dos meninos quanto o rapto das meninas são coisas lamentáveis. Parece-me que o rapto das meninas, para o autor do texto, não é importante. Violência contra pessoas é relevante, seja homem ou mulher, entendeu? Ninguém aplaudiu a violência contra o garotos. Deixe de ser paranóico. Uma violência(a que os meninos sofreram) não justifica a outra(a que as meninas sofreram). Quer ver um exemplo? Vocês, mascus, falam muito que os homens suicidam-se mais que as mulheres. Isso é fato. Mas, pelo que entendo em seus textos, vocês deixam passar a ideia de que “seriia bom se as mulheres cometessem mais suicidio para igualar o nivel dos homens suicidas”. Voces dizem que o comunismo quer dividir a miseria com todos, e vocês querem dividir o sofrimento com todos. Se homens sofrem, ao inves de lutarem para diminuir o sofrimento deles, você defendem que mulheres sofram tambem, Se meninos são massacrados, o rapto das meninas, para vocês, não merece comiseração e lamento. Lamento por vocês.

    1. o que ele remete no texto é que deram importância mundial pro caso das meninas, mas já pro caso dos meninos nem uma nota no jornal nacional, ele não fala que tem que diminuir a atenção pro sequestro e sim que devem dar relevância igual pros dois casos.

      1. Aldir Gracindo

        Minha resposta a ela não é para desmerecer a sua, Tiago. É que o pensamento desse tipo de feminista a gente já conhece. Elas lêem, não entendem, se você explicar elas não entendem e seguem sem entender e negando o óbvio até o fim, coisa de dar inveja a Nelson Rodrigues.

        Eu raramente debato com esse nível de troll.

        Agradeço seu comentário, abraço!

    2. Aldir Gracindo

      Não, eu é que lamento por você por ser toupeira demais para notar que esse texto obviamente não é de esquerda,nem de direita, nem pró-violência contra meninas (está explícito para quem tiver a mínima capacidade de leitura), nem contra meninos. A falta de caráter feminista “emboSta” a visão e compreensão de pseudo-humanistas como você.

      A propósito, este não é um espaço feminista. Registrada sua incompetência de leitura e interpretação para futura referência, você e suas sórores são banidas de volta ao buraco de onde transbordam.

    3. Felipe Carvalho

      Tá, eu vou ser o único que vou fingir que acredito que uma discussão racional com a Deborah é possível, que ela não vai me enquadrar como “mascu” e o que eu falar como “mansplanning”.
      Só faço isso, na verdade, pelo bem do argumento e para a eventual terceira pessoa lendo perceber as falácias do dito pela Deborah. Caso esteja errado sobre a Deborah, vou gostar de ver a réplica da própria, desde que redigida com educação, por favor.

      – Alguém falou em alguém “aplaudindo” algo? Veja bem Déborah, uns malucos entram em uma instituição de ensino, falam para todas as meninas e mulheres saírem, e então matam todos os meninos e presentes de forma cruel (fogo, degolações, rajadas de metralhadora). A notícia circulou, mas em apenas pequenas notas de alguns sites de notícias. Silêncio da ONU, silêncio das autoridades políticas, silêncio dos meios acadêmicos. NADA. Repercussão ZERO.
      Então, poucos meses depois, entram em outra instituição e sequestram meninas, e disto é CRIADO um evento midiático. Se você não estiver familiarizada com o conceito de evento midiático, sugiro que jogue um google, será muito bom, inclusive, para perceber quando novos eventos midiáticos são criados, porque, e para que. Eventos midiáticos são uma das melhores formas dos poderes estabelecidos da nossa sociedade (mídia, políticos) manipularem a opinião pública, por exemplo.

      Dito de outro modo, sim, o rapto das meninas merece comiseração e respeito, mas não um evento midiático. Nada merece um evento midiático, porque eventos midiáticos são operações de manobra de opiniões públicas, são a arte de fazer você pensar o que eles querem que você pense. E mais, o rapto das meninas merecendo comiseração e respeito, nos OBRIGA a denunciar a hipocrisia ultrajante do silêncio sepulcral perante a chacina de meninos.
      Conhece a frase, “dois pesos, duas medidas”?

      – Ninguém está falando de justificar nada também. o autor está plenamente contra os Boko Haram, assim como eu, porém tem a lucidez de não ter esse posicionamento apenas agora, apenas porque mulheres foram sequestradas, mas porque a lista de atrocidades destes é muito maior, e a atrocidade em questão, aliás, é apenas a menor da lista. Pense, por exemplo, que os pais dos garotos mortos não tem nem para quem pedir de volta seus filhos trucidados.

      – Suicídio. Todos nós aqui, e você também irá concordar, temos plena certeza de que se os dados apontassem para 80% dos suicídios serem do sexo feminino, isto seria uma prova do “patriarcado opressor”. Não seria pedindo para o outro sexo se suicidar, sofrer junto, ou nada do tipo, mas apenas para mostrar quem ESTÁ de fato sofrendo (enquanto se apontam os vilões em outro lugar). Para entender melhor este pensamento, tente entender PORQUE 80% dos suicidas são do sexo masculino. Tente se enxergar em uma vida masculina, mas não a vida masculina idealizada pelo feminismo, do rico, do bonitão, do homem de sucesso. Estes são menos de 1% de nós. Pense no homem que construiu a SUA casa e sequer pode andar na mesma calçada que você sem que você se sinta ameaçada. Caso você tenha mais idade, num possível irmão que, por ser do sexo masculino, pode ter sido enviado contra a própria vontade para uma guerra distante, matar ou morrer por um motivo tolo, enquanto você reclamava de não poder ir à praia fazendo topless. Do homem que compete com você por um emprego digno, mas que, diferentemente de você, sem este emprego ele não poderá nunca ser considerado como um homem completo, não será desejado tampouco tolerado como namorado, esposo, ou pai. Com isso não quero ser contra o seu topless, seu emprego, nem quero que vocês vão para a guerra ou trabalhem na construção civil (embora, por questão moral, vocês deveriam, por conta própria, desejarem abraçar os fardos militares e dos trabalhos pesados, pela integridade da própria luta “egualitarista” que carregam). Queremos que vocês parem com este vitimismo infantil que sempre vê a vida feminina como mais sofrida, sempre vê uma perpétua e constante perseguição às mulheres, e NUNCA vê a condição de vida real dos homens, diminuindo os problemas masculinos e sempre tratando-nos como “potenciais estupradores” e coisas piores.

      Vocês sofrem da monumental ilusão de achar que a vida masculina é e sempre foi melhor que a feminina. Com isso não quero dizer que os homens, no geral, sofram mais, porque também generalizar não é verdade, dizer que não existe misoginia também não é verdade. Mas a vida humana é mais plural que isso, para ambos os lados. Os conceitos de gênero são insuficientes para descrever terminantemente sobre as condições de sofrimento humano.
      Agora, caso vamos entrar nessa briga imatura e infantil de “quem sofre mais”, então, sinto muito, mas a argumentação feminista não é capaz de se suportar.

      – Estamos lutando para diminuir o sofrimento masculino. E neste sentido, a principal e primeira meta é parar com a perseguição que PARTE da ideologia feminista faz aos homens, ao sexo masculino, e a história das relações entre os dois sexos, onde tudo que um homem faz ou fazia à uma mulher, mesmo os (não poucos) atos mais bondosos e de maior sacrifício, é visto como opressão, violência, e maldade.

        1. Merece mesmo. Estou considerando edição já. Mas por hora tive de ocultar meus textos já publicados e dar uma ausentada no debate. (pelo menos até conseguir um emprego, que está complicada a situação)

  2. Marcus Valerio XR

    Excelente texto! Nem tenho o que acrescentar. Parabenizo também o Felipe Carvalho pela ótima réplica à Deborah Meira, que infelizmente parece ter lido um outro texto. Mas para tentar resumir tudo numa frase só, o ponto principal é mostrar o quão delirante é o pressuposto feminista de que vivemos num mundo de privilégios masculinos onde mulheres são pobres vítimas oprimidas.

  3. Porque não enviam a FEMEN para a selva africana? Não são elas que conseguem se impor contra os opressores?

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