19 de Novembro, Dia Internacional do Homem: Questão de honra

Dia Internacional da Mulher. Dia Internacional da menina. Dia Internacional de Tolerância Zero a mutilação genital femininaDia Internacional da Mulher e da Menina na CiênciaDia Internacional da ViúvaDia Internacional da Mulher RuralDia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher.

Essas são as datas pertinentes a mulheres reconhecidos pela Organização das Nações Unidas.

Não há um só dia para homens e/ou meninos. De fato, o Dia Internacional do Homem (19 de novembro), não-oficialmente reconhecido, é celebrado pela ONU como Dia Internacional do Banheiro. Aparentemente, a contribuição que homens e meninos fizeram para o mundo não são notáveis e as seguintes questões, indignas de observação e enfrentamento:

Sete homens ou meninos são circuncidados, para cada mulher ou menina, mundialmente.

Mundialmente, dos 72 milhões de crianças estão fora da escola, 46% são meninos, enquanto a expectativa de meninos serem, ou crescerem para vir a ser, provedores das famílias – ou, de outra forma, excluídos dela – persistem. Nos países em que o sistema educacional é mais feminista é onde homens e meninos são mais excluídos do sistema educacional.  Nestes países mais desenvolvidos, meninos nascidos em 2016 terão 75% menos possibilidade de chegarem à Universidade do que as meninas (Reino Unido) e também terão menos sucesso do que elas no ensino superior, se eles ali chegarem.

Eles são a maioria dos mortos no ambiente de trabalho guerras, homicídios suicídios.

Eles morrem mais cedo e, mesmo assim, muito menos recursos são investidos na pesquisa das ameaças à saúde masculina, comparado às femininas.

Homens são a grande maioria dos sem-teto.

Mais de meio século após a invenção da pílula anticoncepcional feminina, ainda não há meios hormonais seguros disponíveis para os homens que desejem evitar a concepção.

Quando há um bebê, perante a Justiça costuma depender das boas graças da mãe se o pai terá participação significativa na vida da criança – e se ela decide que não, pais têm pouca possibilidade em face da hermética e ideológica e moralmente corrupta Justiça de Família.

Após a concepção, quando a mulher pode escolher doar a criança em adoção, abandoná-la ou nos países em que ela pode legalmente abortar, o homem não tem estes mesmos direitos reprodutivos perante a lei, mas tem as responsabilidades reprodutivas legais. Em 100% das vezes em que um homem não tem responsabilidades legais da paternidade, será quando a Justiça não foi cientificada disso.

Violência doméstica ocorre contra homens em níveis semelhantes a mulheres e vemos que a Polícia normalmente não está pronta ou disposta a ajudar homens. E serviços para homens vítimas, via de regra, é inexistente.

Homens enfrentam misandria no Sistema de Justiça Penal, onde sentenças são mais altas para homens do que para mulheres pelos mesmos crimes.

Governos e organizações mundiais como a ONU têm departamentos especiais (assim como eventos) para mulheres e meninas e mesmo assim, nada para homens e meninos que enfrentam desafios específicos.

E além disso tudo, homens são sujeitos a desprezo na esfera pública em escalas inimagináveis para mulheres. Essa misandria pode ser vista na mídia, nas relações interpessoais, na educação e mesmo na lei, com crenças feministas de ódio escritas transformadas em leis e políticas públicas.

Mas, como um homem sábio certa vez disse: “Fodam-se eles”. Foda-se a ONU, porque o Dia Internacional do Homem vai prosseguir, com ou sem eles. Em Londres, vamos dizer “Fodam-se” ao movimento supremacista que usa o ginocentrismo como arma contra nossos irmãos homens e meninos – Também chamado de feminismo. Teremos dois eventos antifeministas em Londres.

No Brasil e países falantes do idioma português, ainda não estamos tão organizados quanto em outros países. Mas não estivemos parados. Cada uma das estruturas, leis, políticas misândricas estão sendo questionadas, denunciadas e atacadas no Brasil, como vocês já devem ter notado.

É uma questão de humanidade e honra defender aqueles que são alvo de injustiça.

Nossos homens e meninos brancos, negros, indígenas, mestiços, de todas as etnias.

Os homens religiosos, ateus ou agnósticos.

Os homens, não importa de que sexualidade (Sim, gays também. Sim, heterossexuais também).

Os pais alienados dos próprios filhos por uma justiça corrompida.

Os homens alvo de acusações caluniosas, os condenados injustamente.

Os nossos meninos.

No que diz respeito aos problemas citados, para nós, agora mais do que antes, todo dia será Dia de Todos os Homens.

 

Baseado no texto original postado no AVFM.

 

1 thought on “19 de Novembro, Dia Internacional do Homem: Questão de honra”

  1. Tamo junto.
    Tenho pra mim que está mais que na hora dos homens pararem de fazer o que a sociedade e governo espera deles.
    Os homens sao a maioria dos contribuintes que morrem sem se aposentar, e isso possibilita que mulheres recebam pensões por serem filhas de militares e outros privilégios que só mulheres tem.
    Tá na hora de parar de dar suporte grátis pra quem nos considera menos do que um banheiro.

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