Vera Holtz, você é GENOCIDA?

Vera Lúcia Fraletti Holtz, atriz e diretora de Tatuí, São Paulo, Brasil, mais conhecida apenas por Vera Holtz, postou em seu Twitter uma velha falácia de ódio neoesquerdista. A falácia, da classe “declive escorregadio”, de que “piadas matam”. E mais, piadas com “jeito masculino”.

Vera Holtz aderiu ao discurso psicopata de que o humor não é ferramenta contra o mal, mas sim uma ferramenta do mal. Interessante, porque o humor e a brincadeira são, obviamente, ferramentas contra o sofrimento, contra a dor, contra a violência, contra os preconceitos. Mas isso é propositalmente ignorado pela retórica da New Left porque não lhes interessa à propaganda histérica. Histeria que mente por omissão, só quer falar e ver o ruim do humor, o uso negativo, o que há de negativo na masculinidade. A forma masculina de rir de dos males da vida, de uma forma que fortalece homens, mulheres e crianças para lidar com esses males.

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Curioso que só a piada contra os “privilegiados” é que não mata ninguém, não é, Vera? Apesar de os homens serem – de longe, muito longe – os maiores alvos de violência, os neoesquerdistas querem culpar os próprios homens e à masculinidade por isso. Da mesma forma como alguns culpam os próprios negros, que estatísticamente são os que mais cometem violência contra negros – por tantas mortes de negros. Mas isso nós costumamos considerar racismo. E se isso é racismo, o que é o feminismo, então?

Mas, não são só os homens que fazem brincadeiras que gente moralmente podre como a Vera Holtz quer acusar de violência e assassinato em massa. Mulheres, transgêneros, gente de toda etnia, sexo, gente de todo tipo faz brincadeiras e piadas. Os neoesquerdistas fazem mais, fazem piadas grosseiras, muitas vezes envolvendo apologia de violência, mutilação e assassinato. O que vocês querem, então, Vera? Vocês estão matando ao fazer essas piadas? Ou estão só fazendo tentativa de assassinato em massa?

Feministas fazem piada de homem o tempo todo. E com objetivo declarado de ridicularizar homem. É a sua forma de tentativa de assassinato? É matar, além de moralmente, objetivamente, desde dentro, desde a alma?

Ou é apenas desumanizar os alvos e fomentar, instigar, “normalizar” (como feministas tanto querem repetir) e tornar desejável, motivo de celebração, a violência contra homens e meninos?

Ora, se a intenção de todo esse discurso de “ódio do bem” que pretende difamar, caluniar, demonizar a masculinidade e responsabilizá-los pelo que eles não são, também é genocida, talvez devêssemos aprender a ver vocês, que nos odeiam, pela lente maldita pela qual vocês nos querem ver.

Você é genocida, Vera Holtz?

 

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