Misandria na Psicologia – Parte 1: o método de Straus

Esta é a primeira parte de uma série de quatro artigos escritos pelo psicólogo Tom Golden. Veja as demais partes: parte 2parte 3 – Parte 4.

Artigo original aqui.

Tradução: Aurélio Jaguaribe

 

A maioria de nós está familiarizada com a humilhação masculina na televisão.  Homens são retratados como idiotas que nunca fazem nada direito e sempre estão precisando de outras pessoas (mulheres e, às vezes, crianças) para resolver um problema ou fazer a coisa certa. Muitas pessoas estão cansadas desse retrato ridículo que, entretanto, continua sendo realizado.  O que essas pessoas não sabem é que uma forma bastante similar de humilhação masculina existe nas pesquisas de saúde mental. Os últimos 40 anos nos trouxeram grande respeito e admiração para mulheres e meninas. O problema é que não tivemos capacidade de manter os homens e as mulheres no mesmo patamar de estima. Ao mesmo tempo em que trouxemos nossas mulheres para cima, parece que empurramos nossos homens para baixo. É como se nós só pudéssemos ver as mulheres de maneira positiva se tivermos de tirar essa positividade dos homens. Essa visão binária dos sexos pode ser vista na humilhação masculina explorada pela televisão, mas também em várias outras áreas, incluindo as pesquisas em saúde mental.

Essa série de artigos permitirá um vislumbre daquilo que está por trás de vários estudos e mostrará como a tendência antimasculina se insere neles. Todos nós aprendemos a acreditar nas “pesquisas” e, quando um estudo acadêmico nos diz que “o X está correto”, tendemos automaticamente a acreditar que o X está correto. Pesquisas têm a capacidade divina de carregar o selo de “aprovado” e “verdadeiro”. Se a ciência diz algo, então deve estar certo. O problema é que, obviamente, algumas ciências, especialmente as ciências sociais, são bem menos concretas e muito menos passíveis de medição do que uma distância ou a resistência à tração de uma barra de aço. Pesquisas em saúde mental são muito mais vulneráveis aos valores e às ideologias dos pesquisadores. Se um cientista acredita em alguma coisa, isso tem pouco impacto sobre suas medições da resistência à tração de uma barra de aço. Independentemente daquilo que ele acredita, a medida provavelmente será a mesma.

Mas e quanto aos estudos na área das ciências sociais, nas quais os pesquisadores vêm para o debate com uma enorme quantidade de ideias preconcebidas, possuem ligações com ideologias que defendem opiniões bem determinadas sobre o objeto estudado ou têm histórias de vida traumáticas que os leva a preconceitos contra determinados grupos? Podem todos esses fatores influenciar as “descobertas” de um estudo em ciências sociais? Pode apostar que podem. O juiz imparcial, que pondera sobre os fatos e analisa as provas antes de declarar a verdade, já não existe. No atual mundo das pesquisas em ciências sociais, o oposto está acontecendo: pesquisadores partem de suas ideias pré-concebidas e direcionam suas pesquisas com o objetivo de comprová-las. Por mais bizarro que pareça, isso pode ser facilmente demonstrado em algumas pesquisas. Mostrarei algumas delas nesta séria de artigos.

Esse tipo de viés não é novo nas pesquisas em ciências sociais. No início do século 20, sociólogos alegaram que os negros eram os autores e perpetuadores da patologia social. Segundo eles, havia algo de errado com os negros e, como eles eram o “problema”, eles não deveriam ser “dignos” de serem vistos como vítimas. Diversos estudos foram feitos tentando “comprovar” a inferioridade dos negros, influenciando a mídia e o público em geral e reforçando os estereótipos predominantes. A partir do momento em que os negros foram vistos como o problema, foi um passo simples para que se suspendessem as inclinações a se lhes prestarem serviços. Por que oferecer compaixão e assistência a um grupo que precisa mudar sua maneira de ser? Atualmente, parece que os homens substituíram os negros como o grupo culpado pelos problemas sociais e que, portanto, não são merecedores de apoio, não muito diferente dos negros há anos atrás.

Analisaremos essa visão negativa dos homens e meninos em três estudos. Cada um desses três estudos enquadra os homens e meninos como o centro do problema. Eles simplesmente omitem qualquer oportunidade para que os homens sejam vistos como merecedores ou destinatários de assistência. O terceiro é o que tem a abordagem mais agressiva, rotulando os homens como “normalmente” violentos, buscando poder sobre as mulheres e uma série de outras coisas. Há poucos anos atrás, Paul Elam fez um artigo semelhante, relacionando as pesquisas em ciências sociais sobre os negros de antigamente com as pesquisas atuais sobre os homens.

Na primeira parte desta série, iniciaremos com um pequeno resumo de um importante documento de Murray Strauss intitulado “Processos que explicam a ocultação e distorção de evidências sobre Simetria de Gênero em Violência Doméstica”. Straus fala-nos a respeito de sete formas pelas quais pesquisadores feministas encobrem ou distorcem dados de seus estudos a fim de garantir que os resultados confirmem sua ideologia pré-concebida que vê as mulheres como vítimas de violência doméstica e os homens como perpetradores. A abordagem de Straus torna claro como uma ideologia pode influenciar os resultados de uma pesquisa em ciências sociais. Ele descreve, em detalhes exatos, como tal processo se realiza. Uma das técnicas por ele descritas é simplesmente ignorar seus próprios dados quando estes contradizem sua ideologia. Outra é simplesmente não realizar perguntas que ponham em risco a obtenção de respostas que possam contradizer sua tese. Depois de ler essa explicação, pode-se compreender melhor as formas pelas quais esses subterfúgios são feitos.

A parte seguinte descreverá um estudo realizado em 2009 na Grã-Bretanha a respeito de violência entre jovens. Poderemos observar como os pesquisadores agem da forma descrita por Straus, ignorando seus próprios dados. O exame original mostra que meninos são 40% das vítimas de violência, mas, assim que a pesquisa foi publicada, as campanhas publicitárias envolvendo seus resultados foram projetadas para transmitir a ideia de que somente as meninas precisavam de ajuda e para ensinar os meninos qual seria a melhor forma de tratá-las. Os meninos eram o problema e às meninas era reservado o foco da assistência.

A terceira parte analisará um estudo a respeito de “reprodução coerciva”. Ela mostrará como a omissão de detalhes sobre os entrevistados pode ter grande efeito na repercussão de um trabalho. Em suma, o estudo foi realizado entre mulheres pobres afro-americanas e hispânicas. Esse fato não foi reportado no relatório da pesquisa, nos comunicados de imprensa nem em nenhuma outra mídia nacional em que o artigo foi mostrado. É de conhecimento geral que a violência interpessoal é cerca de três vezes mais comum em populações pobres. Ao omitir este detalhe, que a população estudada foi composta por mulheres pobres negras e hispânicas, a abordagem desse estudo foi drasticamente mudada, pois foi apresentada como referente à população em geral. Essa mudança resultou em milhões de pessoas que leram o estudo na mídia nacional e que foram levadas a acreditar em uma mensagem que simplesmente não se justifica pelo estudo realizado.

O último texto da série analisará o Inventário de Conformidade com Normas Masculinas (CMNI, na sigla em inglês). Esse inventário tem como proposta mensurar o grau em que os homens seguem aquilo que ele chama de “normas de comportamento masculino”. Há vários problemas com esse inventário, mas o mais óbvio são as características escolhidas para descrever o comportamento masculino em nossa cultura, todos negativos. As “normas masculinas” incluem “violência”, “homofobia”, “poder sobre as mulheres” e “promiscuidade”. A simples escolha dessas palavras para descrever os homens neste país demonstra a misandria por trás dos elaboradores do documento. Isso é humilhação masculina. E não é tudo.

É importante ver a forma como esses estudos tentam influenciar o público e promover suas ideologias pessoais. Cada um deles foi realizado por pesquisadores que aparentam ter ideias bem determinadas sobre homens e mulheres e suas pesquisas se harmonizam de maneira conveniente com suas ideias preconcebidas. Tendo a “ciência” um grande poder de influenciar opiniões, é crítico ver a forma como as cientistas sociais usam seus estudos para proliferar seus próprios pontos de vista.

A disseminação da desinformação tem um efeito extremamente negativo na população em geral, mas não há lugar mais perigoso para isso do que o Congresso. Nossos legisladores são facilmente influenciados por estudos como os aqui descritos e a probabilidade de as leis serem redigidas tendo-se como base um ponto de vista parcial é alarmante. Para piorar, nossos legisladores são inconscientes de seu próprio “cavalheirismo” e, combinando isso com informações histéricas que  afirmam que donzelas indefesas estão em perigo, o que vemos são milhões de dólares sendo gastos de maneira bem questionável.

Combine esses estudos com a mídia e você terá um sistema alimentado por informações falsas aceitando-as como fato e agindo sobre elas. É preciso apenas observar o fato de que a grande maioria das pessoas nos Estados Unidos está convencida de que as mulheres são as únicas vítimas de violência doméstica para entender o poder da mídia, especialmente da mídia relacionada com “estudos” que são usados mais para propaganda do que para adquirir mais conhecimento sobre a verdade. A próxima sessão vai explicar exatamente como pesquisadores feministas mostram somente uma parte da história sobre violência doméstica e, ao fazê-lo, fazem com que a maioria da população creia que somente mulheres sejam vítimas desse tipo de violência.

 

Straus

Há milhões de pessoas compassivas e bem intencionadas nos Estados Unidos recebendo informações falsas sobre violência doméstica. Ao longo dos anos, a mídia e os círculos acadêmicos vêm divulgando uma série de informações dizendo que mulheres são as únicas vítimas de violência doméstica e que os homens são os únicos agressores. Todos nós temos sido enganados. E o que a maioria de nós não sabe é que esse engano foi intencional, planejado pela comunidade científica. Por mais difícil que seja acreditar, tal fato é verdadeiro. E a maior parte de nós não tinha noção desse engano até bem pouco tempo. Cada vez mais, torna-se evidente a simetria em relação ao gênero das vítimas de violência doméstica. Homens e mulheres são igualmente vítimas e agressores.

Uma das inovações que nos ajudaram a identificar esse engano foi uma publicação de Murray Straus, Ph.D. e aclamado pesquisador sobre o tema família e violência interpessoal por muitos anos. Em seu artigo, Straus avalia as formas pelas quais falsas informações têm sido intencionalmente propagadas por meio de “pesquisas”. Termina por elencar sete maneiras pelas quais a verdade é distorcida. É um artigo excepcional e, ao mesmo tempo, preocupante, que mostra como, sem mentir de forma direta, os pesquisadores são hábeis em distorcer a realidade sem parecer que o estão fazendo. Todos sabemos que, uma vez que o resultado de uma pesquisa é publicado na mídia, esses resultados serão tratados como verdade absoluta, de modo que a mídia tornou-se o principal veículo de propagação da desinformação. Recomendamos a leitura do artigo original.

Analisemos as sete formas de distorção da realidade elencadas por Straus:

 

1-      Supressão de evidências.

A primeira forma de distorção de informações identificada por Straus é a supressão de evidências. Os pesquisadores poderiam elaborar perguntas que abordassem tanto homens quanto mulheres, mas as elaboram referindo-se apenas às mulheres. Mostrar apenas metade da história pode deixar os leitores com a impressão de que apenas mulheres são vítimas de violência doméstica enquanto os pesquisadores têm em mãos dados que indicam que homens também sofrem esse tipo de violência, mas não os divulgam. Os dados sobre homens agredidos são simplesmente supridos enquanto os de mulheres são divulgados. Straus discute os Índices de Denúncias Femininas de Kentucky de 1970, que foi o primeiro documento a utilizar essa estratégia.

Os responsáveis pelos Índices reuniram dados sobre vítimas do sexo feminino e masculino, mas somente as informações referentes a vítimas mulheres foram discutidas nas publicações. O método científico consiste em criar uma hipótese e depois testá-la. Se alguém adquire um dado que atesta contra sua hipótese original, isso é tão importante quanto adquirir dados que a afirmam e pode ser usado para reformular a hipótese original. Ignorar dados que contradigam sua hipótese é o epítome do desrespeito aos fundamentos da pesquisa científica. Cometer tal atitude é deixar o campo científico para entrar no da propaganda e da manipulação a fim de se obter um resultado planejado.

 

2-      Evitar a obtenção de dados que não confirmem a teoria da “dominação masculina”.

O segundo método descrito por Straus é simplesmente não fazer perguntas cujas respostas não se quer ouvir. Os pesquisadores costumam fazer perguntas a mulheres relacionadas a casos em que elas foram vítimas, enquanto que aos homens são feitas perguntas sobre situações em que eles foram agressores. Entretanto, a nenhuma mulher será perguntado se ela já foi agressora e a nenhum homem será perguntado se ele já foi vítima. Se você realiza perguntas que abordem somente metade do problema, sua conclusão garantidamente será baseada em somente metade das respostas. Straus destaca uma palestra que ele ministrou no Canadá na qual ele avaliou 12 estudos sobre violência doméstica. Dez desses doze estudos foram baseados em questões sobre vítimas mulheres e agressores homens. Se você não faz a pergunta, você não obtém a resposta. Mostrar somente metade do problema é uma forma intencional de engano.

 

3-      Citar somente estudos que mostrem os homens como agressores.

Straus revela uma série de situações em que os documentos oficiais citam somente estudos que mostram mulheres como vítimas e homens como agressores. Ele usa o comunicado de imprensa do Departamento de Justiça como um dos exemplos por citar apenas dados do estudo “Life-time Prevalence”, que mostrar a agressão como sendo primariamente masculina. Tal comunicado, entretanto, não cita dados do “Past-year” pois, mesmo sendo muito mais completo e apurado, mostra que mulheres foram as responsáveis por 40% das agressões a parceiros. Straus mostra artigos de jornal e organizações como as Nações Unidas, a Organização Mundial de Saúde e o Departamento Americano de Justiça, entre outros, que usam essa tática para fazer parecer que as mulheres são as vítimas primárias de violência doméstica e que os homens são os principais perpetradores.

 

4-      Concluir que os resultados confirmam as teorias feministas quando, na verdade, não o fazem.

Straus mostra o exemplo de um estudo feito por Kernsmith (2005) em que o autor afirma que a violência realizada por mulheres tem maior probabilidade de ser feita em legítima defesa, mas não existem provas que sustentem essa teoria. Aparentemente, ele fez essa afirmação mesmo sem qualquer evidência que a comprove. Straus mostra que, na maior parte desses casos, a violência foi causada mais por raiva e coerção do que por legítima defesa. Entretanto, isso não impediu o autor de proclamar resultados falsos que, naturalmente, podem ser citados em estudos posteriores como sendo verdadeiros para comprovar teorias com as quais eles estejam de acordo.

 

5-      Criar “evidências” por meio de citações.

O Efeito Woozle¹ é descrito por Straus como “a citação frequente de publicações anteriores carentes de evidências para transmitir a sensação de que tais evidências existem”. Ele usa como exemplo o estudo de Kernsmith, com uma referência a uma publicação da Organização Mundial de Saúde. Ambos fazem declarações (sem evidências para apoiá-las) dizendo que a violência feminina tem como causa principal a legítima defesa. As declarações são citadas repetidamente e as pessoas, consequentemente, começam a acreditar que elas são verdadeiras.

 

6-      Impedir a publicação de artigos ou o financiamento de pesquisas que questionem a ideia de que a “dominação masculina” é a causa da violência doméstica.

Straus menciona dois eventos que ilustram essa tática. Um deles foi um levantamento de propostas para o combate à violência doméstica realizado em dezembro de 2005 pelo Instituto Nacional de Justiça, onde foi afirmado que “propostas para investigar a vitimização masculina não seriam consideradas”. O outro foi a objeção e o pedido de revisão de uma das propostas pelo fato de ela citar que “a violência nas relações é um problema humano”. Straus também afirma que “o padrão mais frequente é a autocensura dos autores, que temem sofrer objeção ou que a publicação de tal estudo possa prejudicar sua reputação e, no caso dos estudantes de graduação, a possibilidade de obter um emprego”.

 

7-      Perseguir, ameaçar e denegrir a imagem de pesquisadores que contraponham crenças feministas.

Straus fornece detalhes de uma série de incidentes nos quais pesquisadores que publicam evidências da simetria de gênero (ou seja, de que homens e mulheres podem ser tanto vítimas quanto agressores) na violência doméstica foram perseguidos ou ameaçados. Ele descreve uma série de casos ocorridos com ele próprio, como o uso de bombas para assustar as pessoas, impedindo a realização de eventos, ou gritar e fazer barulho para abafar a apresentação de uma palestra. Straus relata que já foi acusado de ser “agressor de mulheres” numa tentativa de denegrir sua imagem e a de seus trabalhos e pesquisas.

Straus conclui que “um clima de medo inibe pesquisas e publicações sobre simetria de gênero nas pesquisas sobre violência doméstica”. Suas palavras nos ajudam a entender as razões de a população estar tão convencida de que mulheres são as únicas vítimas de violência doméstica e de que homens são os perpetradores. Isso fez com que, por anos e anos, os pesquisadores mostrassem apenas metade da história e, quando temos apenas metade da história e somos apresentados à verdade em sua completude, tendemos a defender nossas versões limitadas dessa verdade e ostracizar àqueles que podem oferecer uma visão diferente.

A questão torna-se ainda mais complicada quando a mídia age como um megafone propagando essas meias-verdades, de forma que o senso comum por ela promovido ao longo dos anos acaba por ser aceito como verdadeiro e, por não mostrar os dois lados da história, só causa desinformação.

Isso nos ensina que precisamos estar atentos quando se trata de uma investigação na área das ciências sociais. Straus nos ajudou imensamente a ver como as pesquisas podem ser elaboradas para mostrar a verdade, mas falhar miseravelmente em fazê-lo. Se os pesquisadores não estão tecnicamente mentindo, o produto final de seu trabalho não está muito distante disso, uma vez que produzem um retrato parcial da realidade da violência doméstica e deixa as pessoas sem detalhes importantes para formar opiniões sobre esse assunto. É importante conhecer os métodos usados em um estudo para a obtenção de seus dados, as informações exatas sobre as pessoas entrevistadas, a forma como se chegou à conclusão e se ela é coerente com os dados que foram recolhidos. No próximo texto, lançaremos o olhar sobre um estudo que utiliza a primeira estratégia denunciada por Straus, que é a omissão dos próprios dados por parte do pesquisador.

 ____________________________________________________________________________________________________

¹Referência ao Woozle, um animal imaginário citado nos livros Winnie the Pooh (O Ursinho Pooh, em português), de A.A. Milne. No capítulo três, “In Which Pooh and Piglet Go Hunting and Nearly Catch a Woozle” (“No qual Pooh e Leitão procuram e quase capturam um Woozle”), os personagens Pooh e Piglet seguem rastros na neve crendo que se tratam das pegadas do Woozle. As pegadas vão se multiplicando cada vez mais, até que Christopher Robin revela que as pegadas pertenciam aos próprios Pooh e Piglet e que se multiplicavam porque eles estavam andando em círculos. Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Woozle_effect (N.T.).

2 thoughts on “Misandria na Psicologia – Parte 1: o método de Straus”

  1. nao ha porque ter medo da psicologia. pois psicologas misandricas só trabalham com doentes mentais, ou loucos que são forçados a tratamento, ou depressivos que buscam tratamento por serem covardes e fracos, logo o homem forte, poderoso, trabalhador, independente, nunca será atingido pelas mentiras da psicologia. psicologia é uma estrategia globalista que só atinge os fracos, é como chutar cachorro morto pois essa estrategia de atingir os mais fracos é totalmente falha, pois isso não impediu alguém mais forte, tipo o Trump, de chegar ao poder. como são estupidas as elites do mundo.

    1. Vocês realmente conseguem multiplicar a ignorância na internet. É claro que o que acontece na Psicologia importa, é um campo de estudo que orienta todo o sistema educacional e outros campos. Vocês deviam aprender que essa baboseira que vocês ficam repetindo sobre “homem forte, poderoso trabalhador” ser imune ao sistema político. É uma estupidez rala e óbvia demais, é só ver o que acontece com qualquer “trabalhador forte poderoso” dentro de qualquer regime totalitário que já tenha existido. Será que é mesmo preciso ficar repetindo esse tipo de obviedade pra vocês?

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *