Quem disse isso? Sufragistas, Ku Klux Klan ou feminazistas? Parte 1

Nota Editorial: Também disponível na versão em inglês.


Dizem alguns que a chamada 1a onda do feminismo é que era o “feminismo bom”. Feminismo individualista e não coletivista; liberal, libertário, não totalitário, não odioso. Abolicionista. Que só queriam liberdade, igualdade e dignidade para todos. Mas que depois vieram umas tais feminazis. 

Então, este vai ser o quiz mais fácil da internet:

Abaixo estão 7 frases. Quais delas são de a) sufragistas, b) membros (homens ou mulheres) da Ku Klux Klan e quais de c) feministas radicais/feminazis modernas? As respostas estão em seguida.

Pronta(o)? Então vamos lá: Sufragista, KKK ou feminazi? Valendo: 

1. Estrangeiros ignorantes comandam as nossas cidades hoje. A raça de cor se multiplica como os gafanhotos do Egito.

2. Melhor uísque, e mais uísque, é o grito das passeatas das grandes ralés de rosto escuro.

3. A segurança da mulher [branca], [d]a infância, do lar, estão ameaçadas em mil localidades [pelos negros e seus direitos civis].

4. Eu cortarei este meu braço direito antes de vir a trabalhar, ou exigir, voto para o Negro e não para a mulher.

5. O Sr. Douglass fala sobre as injustiças contra os negros; mas com todos os ultrajes que ele hoje sofre, ele não trocaria de sexo para ficar no lugar de Elizabeth Cady Stanton.

6. Nós, como sexo, somos infinitamente superiores aos homens.

7. O que nós e nossas filhas iremos sofrer se esses degenerados homens negros tiverem os direitos que fariam deles até mesmo piores que nossos pais Saxões?

Prontos ou não, aí vêm as respostas:

Ku Klux Klan atualmente

Respostas

1a, 2a e 3a frases: Sufragista Frances Elizabeth Caroline Willard, 1839 – 1898. Presidente da Woman’s Christian Temperance Union, fundadora do National Council of Women.

Frances E. Willard

Estrangeiros ignorantes comandam as nossas cidades hoje. A raça de cor se multiplica como os gafanhotos do Egito. (Grifei)

Melhor uísque, e mais uísque, é o grito das passeatas das grandes ralés de rosto escuro. (grifo meu)

A segurança da mulher [branca], [d]a infância, do lar, estão ameaçadas em mil localidades [pelos negros e seus direitos civis].

 

4a e 5a: Sufragista Susan Brownell Anthony, 1820-1906. Sufragista, membro da Anti-Slavery Society, presidente da Nacional American Woman Suffrage Association.

Susan B. Anthony

Eu cortarei este meu braço direito antes de vir a trabalhar, ou exigir, voto para o Negro e não para a mulher. 

O Sr. Douglass fala sobre as injustiças contra os negros; mas com todos os ultrajes que ele hoje sofre, ele não trocaria seu sexo e tomaria o lugar de Elizabeth Cady Stanton.

As sufragistas já usavam a tática retórica de representar a situação da mulher branca não só como equivalente, como pior, que a do negro escravizado. É de uma desfaçatez plena, claro. Mas era fácil explorar retoricamente o sexismo positivo, a empatia social muito maior em relação à mulher branca do que em relação ao homem negro. Anthony era abolicionista, mas… o problema é esse “mas”, não é?

Por falar na retórica da feminista, deveria Douglass trocar de sexo para ter razão sobre o que dizia sobre as injustiças contra o povo negro? E não é interessante ver a tentativa  de Anthony de excluir a escravidão da vida de Douglass inserindo a palavra hoje? Se ele hoje não era escravo, mas uma personalidade de importância nacional, de que ele estaria reclamando, não é? Bom, talvez ele estivesse preocupado com a situação do povo negro na época e no futuro?

Sobre quem era esse “Sr. Douglass”:

Frederick Douglass em 1879

O Certo não tem sexo, a Verdade não tem cor. (Frederick Douglass)

Frederick Douglass, ou Frederick Augustus Washington Bailey (18181895), foi ícone na luta pelo fim da escravidão e pelos direitos civis do povo negro nos EUA.

Escapou da vida como escravo em Maryland, após 2 tentativas fracassadas. Se mostrou um brilhante orador, escritor, político e estadista. Tão brilhante e eloquente que causava espanto ser proveniente de uma origem tão desprovida. Ascendeu a uma posição de proeminência nacional tal (e tão isolada como pessoa negra), que se tornou amigo próximo de personalidades como Abraham Lincoln. Mesmo com tanta superação, chegou ao fim da vida vendo a almejada igualdade civil das pessoas negras em seu país avançar muito pouco.

Este é o homem que, segundo a pioneira feminista falaciosa Susan B. Anthony, “não trocaria de sexo” com a amiga dela, Sinhá Elizabeth Cady Stanton – ela está logo aqui embaixo.

Douglass também era amigo pessoal de Elizabeth C. Stanton – mas então surgiu a proposta de constitucionalizar sufrágio para o homem negro antes de para a mulher branca. Foi quando as sufragistas perderam as máscaras e disso ficou registro histórico.

Elizabeth Cady Stanton

Frases 6 e 7: Sufragista Elizabeth Cady Stanton, 1815-1902. Sufragista e escritora. Curiosamente, Stanton era outra abolicionista, mas não deixava de “reconhecer os fatos” sobre o “comportamento animalesco do homem negro”.

Nós, como sexo, somos infinitamente superiores aos homens.

O que nós e nossas filhas iremos sofrer se esses degenerados homens negros tiverem os direitos que fariam deles até mesmo piores que nossos pais Saxões? (grifo meu)

Então, as sufragistas “só queriam e acreditavam em igualdade”… “Igualdade”. Jura! Com “Infinitamente superiores”? E Supremacia Branca?! Bitch, please.

Não se engane pelo humor sarcástico. O assunto é feio e vai piorar.

Curioso(a) para ver quais “pérolas de sabedoria” supremacista eu compilei para a Parte 2?

Susan e Elizabeth: feias, recalcadas e [pioneiras] da “sororidade”.
Bom, eu tenho uma surpresa: A parte 2 está logo aí embaixo. Por que não?

Então, você decide. Volta depois ou vê já.

Reunião de “cavaleiros brancos” da Ku Klux Klan

Quem disse isso? Sufragistas, Ku Klux Klan ou Feminazistas? Parte 2

1. A supremacia branca será fortalecida, não enfraquecida, pelo sufrágio feminino.

2. Os homens brancos, fortalecidos pelas mulheres escolarizadas, poderiam superar o voto negro em cada estado e a raça branca manteria a supremacia sem corromper ou intimidar os negros.

3. Eu não quero ver um homem negro caminhar até as cabines e votar em quem deveria administrar meu dinheiro de impostos, enquanto eu mesma não posso absolutamente votar. Quando não há religião suficiente no púlpito para organizar a cruzada contra o pecado; nem justiça no tribunal para prontamente punir o crime; nem masculinidade suficiente na nação para pôr um braço protetor sobre a inocência e a virtude – se forem necessários linchamentos para proteger a posse mais cara às mulheres das vorazes bestas humanas – então eu digo, linchem, mil vezes por semana se necessário.

4. A cidadania da mulher asseguraria imediata e durável supremacia branca, honestamente obtida, pois é inquestionável a afirmação de que em todos os Estados sulistas, menos um, há mais mulheres com educação do que todos os votantes analfabetos, brancos e negros, nativos ou estrangeiros, juntos. Como vocês provavelmente sabem, de todas as mulheres no Sul capazes de ler e escrever, dez em cada onze são brancas. Quando se trata de proporção de propriedades entre as raças, as [posses] dos brancos superam as dos negros imensuravelmente.

5. Vocês colocaram o voto nas mãos dos nossos homens negros, assim fazendo-os superiores políticos das mulheres brancas. Nunca antes na história do mundo homens transformaram ex-escravos em Mestres políticos das suas ex-Senhoras!

6. Eu prefiro ser uma rebelde do uma que escrava.

7. Daqui para a frente, as mulheres devem ser ditadoras. […] É chegado o tempo de pegar esse caos mundial que os homens criaram e lutar para transformá-lo em um lugar ordenado, feliz, duradouro, para toda a humanidade.

Respostas abaixo.

Manifestação da Ku Klux Klan na Pennsylvania Avenue, Washington, D.C. em 1928
Carrie Chapman Catt

1a frase: Sufragista Carrie Chapman Catt, 1859-1947. Professora, jornalista e fundadora da League of Women Voters.

A supremacia branca será fortalecida, não enfraquecida, pelo sufrágio feminino.

Muito bom, Madame Catt! Quem não se convenceria por um argumento desses?

Laura Clay

2: Sufragista Laura Clay, 1849-1940. Fundadora e presidente do primeiro grupo de Sufragistas do Kentucky, a “Kentucky Equal Rights Association”. Ativa no Partido Democrata estadunidense, foi uma importante liderança política local, estadual e nacional. Primeira mulher a ser indicada como candidata a presidente dos EUA.

Os homens brancos, fortalecidos pelas mulheres escolarizadas, poderiam superar o voto negro em cada estado e a raça branca manteria a supremacia sem corromper ou intimidar os negros.

A 3a é da Sufragista Rebecca Ann Latimer Felton, 1835-1930. Professora e escritora. Primeira mulher Senadora nos EUA.

Rebecca Latimer Felton

Eu não quero ver um homem negro caminhar até as cabines e votar em quem deveria administrar meu dinheiro de impostos, enquanto eu mesma não posso absolutamente votar. Quando não há religião suficiente no púlpito para organizar a cruzada contra o pecado; nem justiça no tribunal para prontamente punir o crime; nem masculinidade suficiente na nação para pôr um braço protetor sobre a inocência e a virtude – se forem necessários linchamentos para proteger a posse mais cara às mulheres das vorazes bestas humanas – então eu digo, linchem, mil vezes por semana se necessário. (grifo meu.)

Sim, ela falava que estava “faltando homem”. Sim, ela implicou que branco linchar negros, como ela queria, era o que definia “ser homem”.

4a: Sufragista Belle Kearney, 1863-1939. Palestrante sufragista, escritora, membro da “Temperança”, professora, supremacista branca. Senadora estadual do Mississipi.

Belle Kearney

A cidadania da mulher asseguraria imediata e durável supremacia branca, honestamente obtida, pois é autoritativamente inquestionável a afirmação de que em todos os Estados sulistas, menos um, há mais mulheres com educação do que todos os votantes analfabetos, brancos e negros, nativos ou estrangeiros, juntos. Como vocês provavelmente sabem, de todas as mulheres no Sul capazes de ler e escrever, dez em cada onze são brancas. Quando se trata de proporção de propriedades entre as raças, as [posses] dos brancos superam as dos negros imensuravelmente.

Esta fala inteira dela está aqui.

Vocês notaram que ela dizia que “inquestionavelmente” havia mais mulheres (brancas) alfabetizadas que a população inteira, branca e negra juntas, de potenciais votantes analfabetos? Em todos os estados do sul, menos um. Eu notei. Essas brancas eram mesmo “oprimidas” no Sul racista do tradicionalismo, do cavalheirismo “machista patriarcal” – Se você não é feminista e refletir por um momento, isso não chega a surpreender tanto.

Anna Howard Shaw

5a: Sufragista Anna Howard Shaw, 1847-1919. Médica, ministra da igreja metodista, presidente da National Woman Suffrage Association.

Vocês colocaram o voto nas mãos dos nossos homens negros, assim fazendo-os superiores políticos das mulheres brancas. Nunca antes na história do mundo homens transformaram ex-escravos em Mestres políticos das suas ex-Senhoras!

 

6a: Sufragistas inglesas, representadas pelas atrizes Carey Mulligan, Meryl Streep, Anne Marie Duff e Romola Garai, no filme “As Sufragistas”, de 2015:

                                     “Eu prefiro ser uma rebelde do que uma escrava” (divulgação)
Emmeline Pankhurst

A frase, estampada em camisetas de promoção do filme, tem realmente origem histórica. É de um discurso de Emmeline Pankhurst em 1913, no qual disse:

Eu sei que as mulheres, uma vez convencidas de que estão fazendo o que é certo, que a sua rebelião é justa, prosseguirão, não importam quais as dificuldades, não importam quais os perigos, enquanto houver uma mulher viva para levantar a bandeira da rebelião. Eu prefiro ser rebelde do que escrava.

Agora, para acertar a perspectiva¹: quem conhece os discursos de Emmeline sabe que ela se colocava como uma grande heroína perseguida, libertadora das mulheres – como se as mulheres fossem escravas – e até dos homens – outra das mentiras que feministas repetem até hoje. Mas, quando a Primeira Guerra Mundial começou, a Inglaterra não tinha alistamento militar obrigatório e exclusivo para os homens e considere o que Emmeline, a “escrava”, teve a dizer quando ela organizou um movimento para conseguir o alistamento obrigatório só para homens:

O mínimo que os homens podem fazer é que cada um deles em idade de lutar redima sua palavra para com as mulheres e estar prontos para fazer o seu melhor para salvar as mães, esposas e filhas da Grã Bretanha de um ultraje horrível demais até mesmo de se pensar.

Pense por um segundo se você já ouviu um escravo exigir dos seus senhores que morrer e matar, ser dilacerado e desmembrar os outros, chacinar e ser massacrado, para a segurança do escravo é o mínimo que eles podem fazer. Não, certo? Pois aí está uma diferença entre a líder sufragista e uma escrava ou escravo, que eram realmente meras propriedades, realmente tratados como objetos, realmente escravos! Ela não preferiu “ser rebelde do que escrava” porque ela não era escrava, ela era Madame. Apenas as líderes sufragistas eram madames de um caráter, digamos, particularmente abominável. Hipócritas, mentirosas, literalmente terroristas (não só o terrorismo emocional, mas o de enviar bombas, provocar incêndios, et cetera) capazes de dizer que eram “escravas”, sabendo perfeitamente que elas eram as madames.

Não é por acaso que se passou a falar de algo chamado feminismo branco. E se você não sabia o que é, agora sabe: Aqui está sintetizado o supremacismo, egoísmo, elitismo (branco) feminista. E sabe outra coisa importante: Quando ele surgiu. O “feminismo branco” (racista), assim como o feminismo “das elites” e o “feminismo de ódio aos homens” – embora com exceções que confirmam a regra – é o feminismo original, em seu cerne.

E Emmeline, entre outras coisas que não cabem aqui agora, não lutava pelo voto para mulheres pobres (ver 5o parágrafo deste artigo e referência), muito menos para escravas.

7a. Sufragista Alva Belmont. Socialite, multimilionária e presidente do National Woman’s Party.

Madame Alva Belmont

Daqui para a frente, as mulheres devem ser ditadoras. […] É chegado o tempo de pegar esse caos mundial que os homens criaram e lutar para transformá-lo em um lugar ordenado, feliz, duradouro, para toda a humanidade.

O texto completo mostra o raciocínio da sufragista-celebridade milionária, algo assim: 1) Há ditaduras; 2) Muita coisa errada acontece nas ditaduras; 3) Ditadores, como líderes políticos em geral, são quase sempre homens; 4) Há muita coisa errada no mundo; 5) Logo, este mundo está assim por causa dos homens; 6) Basta de homens concentrando poder em suas mãos; 7) E como transformar o mundo em um lugar maravilhoso? 8) Com uma ditadura de mulheres, claro. Taserto!

É o mesmo raciocínio essencialista e coletivista de qualquer racista totalitário, apenas aplicado a todos os homens, em vez de etnia. É apresentado ainda cru, não tão sofisticado – enganoso, falso, hipócrita, ilusório, mentiroso, insidioso – como estamos acostumados hoje – mas é o mesmo pensamento de tantas líderes feministas até hoje: poder nas mãos “dos homens” (se estiver nas mãos de um, ou uns, já é “dos homens”) é opressão; quanto mais poder nas mãos das mulheres, não importa que tipo de mulheres… é “igualdade”, é o fim do “Patriarcado”, o fim da opressão; é o melhor para o mundo. Ou, em uma palavra, é empoderamento!

Concluindo

Entre outras autoevidências,

  • as feministas da 1a onda não queriam, acreditavam, defendiam, “apenas igualdade, liberdade e dignidade” para todos.
  • As líderes da 1a onda do feminismo vinham de posições social e economicamente privilegiadas e em diferentes oportunidades traíram gente sofrida que fingiam defender.
  • Mesmo as abolicionistas acabaram mostrando sua verdadeira face racista com a proposta da emenda constitucional do sufrágio para o negro antes de proporem o que elas requeriam;
  • Como mulheres, “Sufragistas” acreditavam em supremacia da mulher; como brancas, acreditavam em supremacia branca. Em outras palavras,
  • “Sufragistas” não descreve tudo que as feministas da primeira onda eram e queriam.
  • Elas estavam longe de ser um movimento pacífico!

Para quem pensar que ódio sexista e racista eram só alguns exemplos que eu escolhi a dedo, é porque não leram sobre o primeiro congresso do mundo sobre “direitos da mulher”, em Sêneca Falls, realizado pelas feministas de então. E desconsidera que estas não são apenas feministas da 1a onda. Não são nem mesmo somente feministas proeminentes (como Alva Belmont et al); são as mais importantes. As pedras fundamentais do movimento, símbolos como Susan B. Anthony, Frances E. Willard, Elizabeth Cady Stanton e Emmeline Pankhurst.

Ah, tirei a ideia da apresentação como quiz (teste de conhecimentos) desta postagem do cafe.com.

E antes que alguém se queixe: Como racismo e sexismo já são um escopo amplo, não foram incluídas feministas eugenistas como Emily Murphy, Victoria Woodhull, (primeira candidata a presidente dos EUA, celebrada neste artigo da BBC Brasil), Mary Stopes (que chegou a enviar poemas de amor para Hitler) e a feminista eugenista mais comentada, Margaret Sanger.

Nas próximas partes, pretendo falar em profundidade sobre como a 1a onda do feminismo inventou a alienação parental como ela é hoje e suas relações com terrorismo, suicídio, assassinatos em massa (Sim, é sério) e como a “ideologia de gênero” – que muitos acham que surgiu na 2a onda, com o neomarxismo (ou New Left/Escola de Frankfurt/marxismo cultural) e Simone de Beauvoir – na verdade surgiu já na primeira onda.

Se você ler o que eu tenho para contar sobre isso, você nunca mais vai ver a 1a onda do feminismo da mesma maneira.

Até lá.

 

Nota 1: Parágrafos editados posteriormente à publicação.
Fotos em cores da Ku Klux Klan: Martin, EUA.
Fotos históricas (preto e branco): Vários autores-Domínio público.

28 thoughts on “Quem disse isso? Sufragistas, Ku Klux Klan ou feminazistas? Parte 1”

      1. Parece que não há registro seu com este apelido. Quando você é banido, o procedimento padrão é informarem o motivo no comentário. Você não teria isso no histórico?

  1. melhor texto q eu ja li na vida <3 aaaah, eu venho dizendo isso a um bom tempo, q desde o inicio feminismo era um movimento de preconceito de mulheres ricas e escrotas, mas nunca acreditaram em mim, é bom ver um texto desses <3

  2. Francisco Carlos da Silva

    Conhecimento liberta.
    E, depois de perceber do que o feminismo se trata, nenhum homem lúcido- e mulheres lúcidas, também- pode ousar defender este troço denominado de feminismo.

  3. Tadeu De Barcelos Ferreira

    Meu Deus do céu, isso é simplesmente chocante, e sabem o que é pior? Se mostrarmos esse artigo para quem defenda o feminismo, elas simplesmente irão dizer, “Ah, mas isso daí são casos isolados, não há nada demais, nem todas pensam assim!”, EXATAMENTE como acontece hoje, rsrsrs…

  4. Obrigada pela seleção, gatinho. Eu ia mesmo pesquisar sobre a Primeira Onda. E eu já sabia que tinha muita porcaria escondida. É como eu já disse para uns incautos no Facebook: o Feminismo não se perdeu, nós é que o achamos.

  5. De longe o artigo original mais foda do site! Merece até uma série de memes para o Imgur!

    Aliás, ele mostra também algo muito curioso, que feministas de Facebook adoram falar sobre “representação política da mulher”. Se não me engano, nessa época o voto para senador era indireto, eram as legislaturas de cada estado que nomeavam. E mesmo assim existiu ao menos uma mulher que concorreu e venceu uma cadeira para o Senado americano!

    Aqui no Brasil mesmo é impossível que uma pessoa possa ser votada se ela também não puder votar. Por exemplo, idosos, analfabetos e ultrajovens não têm a obrigação de votar, logo eles também não têm o direito de serem votados. Mas ao que parece nos EUA não foi bem assim, não é mesmo?

    Falando em representação política, acho que vale a pena contar como as mulheres/feministas dos EUA deram origem a Al Capone…

    Muito obrigado, Aldir!

    1. Durante os períodos de escravidão sempre houve quem se mostrasse oposto as ideias racistas de superioridade dos brancos, apesar do contexto histórico em que estavam inseridos.

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