Radfem Hub: O baixo-ventre de um movimento de ódio

Publicado originalmente em 16 de dezembro de 2011.

Imagine que você é um mosquito na parede de uma reunião privativa. Entre os presentes estão uma lobista legislativa, uma participante de conselho de arte, uma escritora política, uma novelista best-seller, uma assistente de comunicações de uma câmara de comércio nacional, um desenvolvedora de website, uma professora de educação especial e uma cuidadora de crianças de jardim de infância.

O que você imagina que ouviria nessa reunião? Talvez planos para melhorar a educação das crianças, particularmente das com necessidades especiais? Talvez um chamamento para mobilizar recursos assegurar que crianças não vão às aulas com fome, ou que elas estejam em segurança contra maltrato e exploração? Talvez você ouvisse sobre a preocupação sobre a qualidade da educação e gastos escolares durante a recessão global, ou outros problemas vividos pela nova geração em desenvolvimento de cidadãos do mundo.

Bom, um encontro assim esteve acontecendo, conduzido por indivíduos bem colocados, ocupando as posições profissionais listadas acima. Mas melhorias educacionais e de bem-estar não eram os tópicos discutidos. O objetivo da reunião foi a discussão do desejo compartilhado de maltratar e matar crianças, prender pessoas em edifícios de madeira e explodi-los, atirar crianças por e através de janelas, conseguir realizar infanticídio e eugenia forçada e discutir fazer empreendimentos sérios no sentido de exterminar metade da população.

Se você está esperando para ver onde está a piada, esqueça.

Radfem Hub (Radfem é abreviação para Feminista Radical) é um website que publica artigos de ativistas bem conhecidas, muitas delas em posições de significativa influência social e política no mundo real. O site tem sido foco de alguma atenção pública desde que Pamela O’Shaughnessy, novelista da editora Simon and Schuster, escrevendo sob o pseudônimo de Vliet Tiptree, elaborou um artigo defendendo experimentos científicos em humanos e eugenia forçada, a fim de “extirpar” certos aspectos da masculinidade.

Os editores do Radfem Hub frequentemente professam e promovem a solidariedade filosófica com a falecida Valerie Solanas, autora do Scum Manifesto, uma ideóloga violenta que defendia o extermínio dos homens. Ela também disparou tiros contra o artista Andy Warhol, mutilando-o para o resto da vida.

Algumas figuras bem conhecidas são intimamente associadas ao Radfem Hub. Loretta Kemsley, editora da Moon Dance Magazine, que recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), é listada como tendo uma “presença de direção” lá, em seu perfil público. Sheila Jeffreys, autora feminista e professora na Universidade de Melbourne tem presença pública lá e frequentemente envia artigos. Julie Bindle, autora e colunista do The Guardian, um jornal muito lido do Reino Unido, também já publicou lá. (veja os links para a Wikipédia abaixo).

Por trás do verniz de consciência social do Radfem, no entanto, e hospedado no mesmo site, está um fórum privado; o baixo-ventre e sala de máquinas para o site inteiro. As discussões lá, pretendendo estar fora do olhar público, são virulentas e odiosas; normalmente apimentadas com convocações para ações violentas. Por muito tempo, elas foram bem sucedidas e mantiveram segredo e anonimato. Até agora.

Ao longo dos últimos meses, um operativo apenas identificado como Agent Orange conseguiu se infiltrar no grupo e reuniu preciosas informações, inclusive mais de cem capturas de tela (ou screen shots) que documentam o que só se pode chamar de a mais chocante evidência de ódio extremo no movimento feminista vista até agora.

Não apenas essas conversas foram documentadas com screen shots, como o “Agente Laranja”, com a ajuda de um investigador, rastreou as identidades de várias dessas pessoas. O grau de confiança das informações é constrangedor – e há mais por vir.

Aqui está uma amostra das pessoas identificadas, juntamente com algumas de suas declarações.

Danielle Pynnonen (pseudônimo “Allecto”), cuidadora de crianças cujo empregador é desconhecido [1];

(N. do T: A tradução quase to tal dessas capturas de tela está nas notas no fim do artigo)

Allecto-2-'pequenos-estupradores'

(clique para aumentar)

Kat Pinder (pseudônimo “Amazon Mancrusher” (ou “Amazona Esmagadora de Homem”)), uma coordenadora de desenvolvimento de comunidades trabalhando para a Prefeitura de Perth, na Austrália, e ex-competidora do programa Big Brother Reino Unido;

Amazonmancrusher

(Clique para ampliar)

Isabelle Moreira (pseudônimo “Izzie”), desenvolvedora de websites em Curitiba, Brasil;

Izzie2

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Mary Syrett (pseudônimo “Mary Sunshine”), uma escritora e membro do Conselho de Artes da Cidade de Kingston, em Ontario, Canadá;

Sunshine

(Clique para ampliar)

Julie LeComte (pseudônimo “Rain”), uma assistente de comunicações da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Australiana, na Austrália;

Rain1

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Lorraine Allen (pseudônimo “White Tiger”), uma professora de educação especial no The Center for Discovery Hurleyville, em Nova Iorque;

White-Tiger

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Laila Namdarkhan (pseudônimo “yabawife”), uma ativista conhecida que se destacou atuando para aprovar a legislação no Reino Unido para saúde mental de mulheres em prisões;

 YBAWIFE

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E, claro, Pamela O’Shaughnesey (pseudônimo mudado de “Vliet Tiptree” para “karma”), uma bem-estabelecida escritora, editora e advogada. Nesta postagem, a completa depravação da ideologia de O’shaughnessy irradia com a aceitação do assassinato em massa como “último recurso.”

Karma

(Clique para ampliar)

Estas capturas de tela representam apenas uma amostra das imagens e outras informações que documentam pessoas reais envolvidas no que apenas pode ser descrito como uma orgia de ódio de gênero. Ademais, essas não são pessoas que vivem no submundo da sociedade. São ocupantes de cargos públicos, cadeiras em Universidades e na mídia. Suas vozes e ideias são ouvidas por legisladores em todo o mundo e até mesmo na diretoria das Nações Unidas.

Em um futuro próximo, a totalidade de dados coletados pelo Agent Orange será disponibilizado para o público. Isto significa que qualquer um interessado em saber mais sobre essas pessoas e publicar suas próprias análises em seus blogs, canais de Youtube e outros meios de comunicação poderá fazê-lo. Isso também significa que qualquer um interessado, no público em geral, poderá expressar sua preocupação sobre essas pessoas à imprensa, assim como em qualquer lugar onde as mesmas pessoas possam representar ameaça direta, particularmente ao bem-estar de crianças.

Por muito tempo nós, que defendemos os homens, e outros, temos tentado mostrar a políticos e ao público que o feminismo, em seu âmago, é um movimento fundamentado em ódio. Os que contestam este ponto de vista alegam que o feminismo radical não é reconhecido como legítimo pela maioria das feministas e que as feministas radicais não são levadas a sério. Esta nova informação demonstra que essas pressuposições são falsas.

Estes dados, e as montanhas deles que se seguirão, revelam que as feministas radicais com tendências fanáticas e violentas estão plenamente embrenhadas na mídia e sistemas governamentais e educacionais por todo o mundo e que elas exercem sua influência para avançar leis e políticas que refletem não apenas seu ódio por homens e meninos, mas um desejo de colocar a elas mesmas em posições em que possam infligir tanto mal quanto possível a esses homens e meninos.

Amanhã à noite eu estarei com Paul Elam na AVfM Radio, quando nós vamos falar ao vivo como Agent Orange, que tem muito mais informações e análise sobre o que esteve acontecendo no Radfem Hub. Teremos também um outro convidado-surpresa.

Fontes:

http://en.wikipedia.org/wiki/Moondance_Magazine

http://en.wikipedia.org/wiki/Sheila_Jeffreys

http://en.wikipedia.org/wiki/Julie_Bindel

http://radicalhub.wordpress.com/

Tradução das mostras de captura de tela:

[1]
Obrigado pelos comentários de apoio, irmãs. Eu honestamente tenho reavaliado o fato de estar fornecendo cuidado a esses pequenos futuros estupradores e o que isso diz sobre mim e meu separatismo. Eu sei que é meio contra meus princípios dar a poio e cuidado a esses pequenos fodedores. As mulheres de quem eu tenho mais pena são as mães deles. A forma como esses meninos tratam suas mães é realmente chocante, toda hora as mães estão tentando ser perfeitas e amorosas e toda essa bosta. Se esses moleques fossem meus, eles pagariam o inferno.

O pior de tudo é que mais ou menos seis meses atrás o Sr. Ameaça de Estupro se escondeu com essa mesma menina, a Srta. Vítima do Sr. Assédio, e duas outras crianças a estavam pressionando a beijar o Sr. Ameaça de Estupro. Eu levei isso a uma reunião, dizendo que precisamos proteger a Srta.  Vítima do Sr. Assédio do Sr. Ameaça de Estupro. Me disseram em termos diretos que a Srta. Vítima de Assédio era sexualmente precoce e gosta de chamar atenção e que era culpa *dela* isso estar acontecendo com ela e que ela estava nos primeiros estágios de experimentar seu poder sexual sobre os meninos. Foda-se essa merda doente fodida!!!!! (Danielle Pynonen)  

[2]
Bem colocado. Da próxima vez que eu ouvir a pergunta ‘iuzomi’, eu vou sugerir que os homens tenham um dia nacional onde eles possam ter oportunidades de ser estuprados e espancados e onde eles possam ficar em casa e cozinhar e limpar, trabalhar em trabalhos menos remunerados e ser comprados em bordéis! (Kat Pinder)

[3]
Moreira:  No outro dia eu estava me sentindo um pouquinho frustrada com uma amiga lésbica cujo único tópico de conversa parece circular em torno do quanto ela odeia os homens.

MaggieH: Isso significa que você acha que odiar os homens é uma “coisa ruim”? Ou você só acha que isso tem sido distorcido na comunidade lésbica. (sic) Explique por favor. 🙂

Isabelle Moreira: De forma alguma, Maggie. Realmente, eu sou uma daquelas feministas más e feias que gostaria que pudéssemos simplesmente matar os fudedores (seja isso prático ou não de se fazer). MAS, não é frustrante quando você sai com uma lésbica e ainda assim tudo que você consegue pensar/falar é sobre os homens? Para quase todos os efeitos, eu não tenho interesse em ser lembrada de que eles sequer existem – especialmente em contextos lésbicos…
Ugh, eu entendo muuuito bem todos aqueles escritos de Denise Thompson agora. 

 [4]
As mulheres não têm que matar matar bebês meninos. Apenas não os alimentem. As mulheres são forçadas a *nascer* bebês meninos, mas após isso, as ações físicas de uma mulher são só dela.

Os machos vão morrer sem a infusão constante de energia feminina que eles têm dos nossos úteros e das nossas vidas. Elas podem muito bem pegar os pequenos machos das mãos da parteira e o que elas fazem a partir desse ponto é decisão *delas*.

As mulheres não precisam ser emocionalmente e intelectualmente investidas no futuro de um macho. (Mary Syrett)

[5]
esquerdismo e todos os seus pós-ismos é uma ameaça muito maior aos direitos das mulheres do que o fundamentalismo de direita jamais foi. Mas é uma visão de mundo muito atraente, as pessoas são tão facilmente sugadas para dentro dela, ao menos parcialmente. Não apenas na esfera sexual, embora isso seja provavelmente a mais óbvia – mas isso aparece em toda esfera social e política de vida, o universo e tudo mais.

“Em vez de buscar uma solução material para o patriarcado, vocês podem agora trabalhar nas suas “questões” individualmente. “Políticas de empoderamento” supostamente empoderam a pessoa.”

Mesmo muitas radfems caem na coisa da solução individual – muitas mulheres vêem apenas os benefícios do estilo de vida pessoal no feminismo radical – e inconscientemente excluem todas as mulheres que não se conformam/não se conformarão com seus próprios comportamentos de estilo de vida. outro atropelamento que vem com o pós-modermismo – “O que tem nisso aí para *MIM*?” em vez da visão materialista do “O que tem nisso aí para todas *NÓS*?

No que me diz respeito, minha solução muito *pessoal* – Eu quero uma revolução violenta social, política e militar – globalmente – mas as mulheres são essencialmente amantes da paz. Fim da história. Eu acho que o adágio de Audre Lorde ‘não dá pra derrubar a casa do mestre com todas as ferramentas do mestre’ é uma fuga covarde.  Eu acho a afirmação de Mary Daly ‘números não importam, números são brincadeira de menino’, também é uma fuga covarde e pós-modernista, com a solução de Fugir. encontre soluções *individuais*. De novo. Eu acho a visão dela de Spinning nas Ginergéticas Outras-Palavras

[6]
Alecto escreveu: Criança macho de nove anos para menina da mesma idade: “Se você não me amar como eu te amo e for minha namorada eu vou estuprar você.”

E dizem que os meninos e homens estão mudando??? mudaram??? Quando? Onde? De que meninos e homens cêis tão falando agora?

Suspiro….. minha reação visceral a isso foi mentalmente levantá-lo e jogá-lo pela janela – sem me importar em abri-la primeiro. Nove anos de idade e já arruinado para a vida inteira pelos machos mais velhos na sua esfera de influência.
Uma mulher vale mil homens.
Grandes mentes dirigem uma bicicleta. -luckynkl

[7]
Eu precisa (sic) ser  fora de moda demais ter meninos e então eles seriam abortados antes de ver a luz do dia assim como milhões de meninas que são abortadas todo ano e ninguém vê mal nisso. Eu acho que secretamente muitas mulheres já abortam meninos elas apenas são discretas por causa da gritaria que isso despertaria! Eu frequentemente ouço as mulheres lamentando ter meninos e algumas fazem a decisão consciente de não ter mais, só para evitar ter um menino. “O problema com os meninos’ (sic) está se tornando assunto aqui na Inglaterra, porque eles são os que pior se comportam e mais difíceis de educar e assim por diante……. meninos novos estão se tornando mais e mais violentos em suas ações ao ponto de mutilar e assassinar (principalmente outros meninos e às vezes meninas) eles parecem estar em modo de autodestruição…… Eu concordo com a observação anterior que feminista (sic) tem uma chance maior de criar meninos no ‘modelo sororidade’ mas pela minha própria experiência isso não funciona….mais do que tentar criar sua filhas como verdadeiras feministas…todas as crianças são profundamente submetidas ao patriarcado dominante em uma idade muito inicial..desde o momento que eles são vestidos de rosa ou azul…você é a sua cor desde o nascimento parece !!!!!!!!

Como RFem….a revolução violenta é a única resposta….nós sentimos que estamos perdendo as batalhas (talvez, talvez não) mas a guerra ainda está para ser vencida…….eu estou só batendo o pé e esperando pelo tempo quando eu possa me esgueirar e pega-los desatentos é aí que nós como mulheres vamos vencer a guerra……
Alguém já leu Copperwoman? 

[8]
Eu gosto muito disso, Luckynki, concordo basicamente com sua análise, embora eu faça uma ênfase diferente até agora na coisa da biologia evolutiva que eu estou lendo. Você é mais radical que eu no momento, embora quem sabe onde eu vou estar em um ano – mas a sua proposta de exterminar o macho inteiramente a la Solanas é mais um último recurso, para mim. Eu gostaria de saber mais sobre os seus pensamentos sobre isso, conforme eles se desenvolvem. Eu sinto que você e eu somos cientistas não-biológicas – mas eu sou muito boa em vadear pelos jornais científicos e pegar a essência aposto que você também é. Nós podemos pegar o jeito, isso é o que eu quero dizer. Nós devíamos só fazer isso em conversas fechadas, obviamente.

Eu li sobre uma escritora de ficção científica – Estou tentando me lembrar qual o livro dela – que escreveu uma romance sobre uma geneticista, eu acho que era, que descobre que os homens vão morrer muito mais rápido do que nós estivemos sabendo. É coisa do cromossomo Y mas eu não li ainda, só comentários a respeito. O romance é sobre  a hostilidade e raiva que ela desenvolve, etc. De qualquer forma, para se preparar ela trabalhou intensamente com uma geneticista, então o livro se tornou autoritativo de várias formas. Eu vou postar o nome do romance assim que eu encontrar.

Presumo que você discorde que reduzir os níveis de testosterona não necessariamente terminem a opressão. Você pode estar certa, não estou tentando prever isso, em tal caso a sua teoria parecerá muito melhor do que a minha linha de pensamento.

Eu acho que você está certa sobre como a violência, a dominação e a hierarquia foram aumentadas e apertadas durante os últimos dez mil anos. Eu só […] 

 

NOTA: Após a publicação desse artigo e de outros, no site AVfM e outros, a comunidade LGBTT se indignou em saber do ódio das RADFEM também contra homossexuais e principalmente, transexuais (que elas chamam de “falsas mulheres”, “nascidas com pênis”, “XY”, etc.) e transgêneros. As RADFEM começaram a ser denunciadas pela comunidade LGBTT (todas as RADFEM são “lésbicas políticas”, como elas dizem) pelo ódio delas à população trans.

Com as denúncias públicas feitas por ativistas do Movimento dos Direitos dos Homens a partir da publicação no AVfM, as RADFEM foram excluídas de locais públicos onde pretendiam realizar diferentes congressos, o que foi inédito.

O site RADFEM HUB foi derrubado da internet.

E explodiu a divisão entre as RADFEM, com a criação do grupo dissidente RADFEM tolerante às transexuais, contanto que elas reneguem a masculinidade e os homens, tornem-se lésbicas e adotem a filosofia de ódio aos homens.

Nós ainda temos muitas feministas radicais e seus pensamentos doentios para expor para o público, onde quer que elas estejam. Ajude a denunciar o feminismo radical, é para isso, também, que existe a AVfM.

A tradução do texto é minha e como sempre agradeço a quem apontar eventuais erros (original aqui).

Todos os arquivos do Agent Orange disponíveis aqui: Arquivos do Agente Laranja

Aldir.

 

5 thoughts on “Radfem Hub: O baixo-ventre de um movimento de ódio”

  1. “Você deturpa, manipula” é um não-argumento, porque cabe a você provar o que eu “manipulei”. Como eu, sem dificuldade, mostro a cachorrice óbvia no uso uso que o seu movimento de ódio fez da palavra “machismo” por tantas décadas: http://br.avoiceformen.com/feminismo-2/feminismo-e-mentiras/a-verdade-sobre-o-machismo-parte-1-boatos-e-demonizacao/

    A propósito, aqui não é espaço feminista, menos ainda de falácia mau-caráter feminista.

  2. Quer dizer que além de feminista você é desonesta intelectualmente, dona?! Acho que em certos momentos, vocês feministas deviam enfiar o rabo entre as pernas e admitir que uma grande parcela do movimento não passa disso que lemos na matéria: mulheres que odeiam homens e farão de tudo o que puderem para acabar com eles.

    Agora… quer continuar mentindo pra si mesmo, fique a gosto. Essa é uma liberdade que eu, homem, lhe ofereço em contrapartida ao seu ódio contra os humanos do meu gênero. Liberdade essa bem diferente da coisa manca e falsa que o feminismo tenta vender e muita gente acaba comprando gato por lebre.

  3. Como ele manipulou e deturpou? Ele fez com que as feministas escrevessem todas essas ameaças de morte e genocídio? Os prints foram modificados? A tradução está incorreta?
    Ou mesmo diante de provas concretas de todo o ódio, diante do fato de que Valerie Solanas quase matou Andy Warhol e hoje é uma ídolo do radfem, isso é irrelevante porque você diz que é?

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