Presidente Trump, Joe Psicopata Scarborough e Mika “Facelift” Brzezinski

A maior parte do tempo eu fico fora de tema político no meu trabalho. Não que me faltem convicções políticas. Eu tenho muita. Apenas, eu nunca vi o gracejo político como particularmente relevantes para o movimento dos homens. Tudo que eu vejo da política predominante é porcaria dos dois lados, quase toda ela se propagando às custas dos homens.

À esquerda, temos feminismo e estatismo e à direita, ginocentrismo tradicionalista e, você já adivinhou, mais estatismo. Assistir democratas e republicanos (progressistas e conservadores, respectivamente, no sistema bipartidário dos EUA*) armarem seu show de cães e pôneis de fabricar grandiosidade ideológica perderam seu valor de entretenimento para mim uns 20 anos atrás. De alguma forma, o espetáculo de duas famílias mafiosas lutando uma com a outra pelo direito de gastar o meu dinheiro é um passatempo que não tem mais apelo. Me parece uma batalha sem sentido e eu normalmente fico fora dela.

De vez em quando, porém, o ciclo de notícias políticas entrega uma tempestade perfeita. Isso parece estar acontecendo mais frequentemente com Trump na presidência. O último tititi que levou os batalhões da imprensa e ambos os partidos políticos à comoção veio, como era previsível, do Twitter do Presidente Trump.

Em uma aparente reação aos ataques pessoais constantes do apresentador Mika Brzezinski, do[programa] Morning Joe, da MSNBC, Trump, no verdadeiro estilo Trump, revidou pesado. Em dois tuítes consecutivos, Trump disse:

Ouvi dizer que o programa de baixa audiência @Morning_Joe fala mal de mim (não assisto mais). Então, como é que a baixo QI Mika Louca, junto com o Psicopata Joe, vieram a Mar-a-Lago 3 noites seguidas perto do Réveillon, e insistiram em estar comigo? Ela estava sangrando feio de um face-lift. Eu disse não!

O efeito foi instantâneo e traumático. A CNN e a MSNBC se lançaram num apocalipse espontâneo de ultraje moral. O Washington Post opinou sobre como os tuítes desempoderam todas as mulheres. Joe e Mika suspenderam as férias por um dia inteiro para voltar ao trabalho, a fim de poder ter um posicionamento heroico contra “literalmente Hitler” (esquerdistas chamaram Trump de “literalmente Hitler” várias vezes nas eleições, o que acabou se tornando piada*). Mesmo Shepherd Smith, o esquerdista dolorido token residente da FOX NEWS dedilhou seu baralho de cartinhas de gênero com tanta força que quase fez escorrer a maquiagem.

Previsivelmente, (a congressista*) Nancy Pelosi, ecoando os sentimentos de todo mundo que tem um D atrás do nome (D de Partido Democrata, mais esquerdista/progressista*) e qualquer coisa ambígua entre as pernas estava esquentado. “É muito triste”, fungou ela para as câmaras. “Este é o presidente dos Estados Unidos. Tem alguma coisa errada aí.”

E então, foram os conservadores, e por conservadores eu me refiro às fotocópias fracas e covardes de homens que definiram definiram Segundo de Nova Iorque (expressão que significa “a menor medida de tempo possível”*) pelo tempo que eles levam pra jogar Trump aos cachorros no momento em que ele é acusado de ofender a sagrada instituição da “Mulher”.

A RINO Lindsay Graham (“RINO” é o acrônimo para Republican In Name Only, ou, “republicano(a) (conservador(a)), só de de boca, só no rótulo*) disse que o tuíte não estava à altura do cargo presidencial. Paul Ryan o condenou. Grag Gutfeld, da FOX NEWS (emissora de tendência conservadora*) disse não ter gostado e Jesse Waters considerou que aquilo não era coisa de um cavalheiro, enquanto os apresentadores Kimberly Guilfoye e Dana Perino acenaram com as cabeças em aprovação privilegiada. Tudo isso porque Trump contra-atacou insultos pessoais na direção de uma mulher e um homem que construíram carreiras medíocres ao chamarem o presidente de tudo que se possa imaginar sob do sol, exceto de Sr. Presidente.

Ah, mas espera. Isso aí não foi exato. Trump insultou aos dois. Ele chamou Joe Scarborough de psicopata, um insulto bem pessoal. Mas, claro, ninguém dá a mínima. Joe tem pênis. Não há lugar no vagão dos ofendidos para ele. Uma mulher foi insultada. Trump disparou contra a vaidade dela, ele a ridicularizou por sua superficialidade, o que, claro, no mundo real, atinge um nervo em relação às mulheres em todo lugar.

Diabos, esse cara é ótimo.

Seis meses na administração e ele já é o melhor presidente desde Lincoln. E eu não digo isso por uma perspectiva política. Eu digo como quem defende homens. Donald Trump está fazendo mais pela saúde mental dos homens do que Sigmund Freud jamais sonhou.

A saga presidencial de Trump é um microcosmo; uma história que tem sido contada nas vidas de todos os homens pelos últimos 50 anos. Um investidor imobiliário língua solta do Queens, Trump realizou ambições de riqueza com sucesso, sem largar nem um pouco da mentalidade de peão. Ele é franco, espinhoso não se arrepende. Ele é tudo que feministas detestam nos homens. Tudo que elas se deliciam em atacar e tudo que elas queriam poder ser, mas não conseguem.

Ele não é, evidentemente, desprovido de falhas. Faz o cavaleiro branco às vezes, o que, suspeito, seja mais por expediente político do que qualquer outra coisa. Mas, a despeito disso, tem uma coisa, ele nunca se entrega. Ele nunca deixa de ser Donald Trump.

Estiveram atacando Trump ferozmente, desde o momento em que ele pisou na arena política. Foram atrás da sua família, dispararam no seu caráter, debocharam do seu corpo, inclusive do tamanho do, digamos, tamanho do seu dedo. Fizeram referências repetitivas sobre mata-lo. Falaram de impeachment desde antes de ele ser investido. E ele não teve apoio significativo algum dos traíras obsequiosos que agora dominam o partido conservador.

Sua resposta a tudo isso? Um grande e gordo foda-se a todos que não vão com a cara dele.

Eu nunca me colocaria como do mesmo nível de um homem que carrega culhões tão grandes, mas tenho que admitir que parte da minha admiração por O Donald é baseada na minha identificação com o estilo dele e com o custo. Donald Trump está peitando o mundo todo e, de uma forma desafiadora, faz o que os homens deveriam estar fazendo em resposta ao escárnio ginocêntrico que dura meio século. Ele está mostrando coragem que a maioria dos homens só queriam ter. O tipo de culhões que, se apenas fossem demonstrados por 10% dos outros homens, teriam me tirado do trabalho como Ativista por Direitos dos Homens antes mesmo que eu tivesse me tornado um.

Se mais homens fossem como Donald Trump, o feminismo seria natimorto.

Uma das coisas que apoiadores ovelhinha, de ocasião, dele, têm criticado sobre seus tuítes é que eles alegam que isso desvia a atenção das realizações dos planos dele. Eles apontam como quando o ciclo de notícias deveria estar focado em como ele estava ganhando a guerra de Relações Públicas com a CNN e a proibição de viagens entrando em vigência, que ele desencaminha tudo isso com seu tuíte para o Zé Psicopata e Mika Facelift.

Eu não compro essa baboseira. Primeiro, que ciclo de notícia. Ah, vá. Isso é para a grande mídia, zumbis da Matrix. É lixo entrando, lixo saindo. Eles não estavam cobrindo as notícias que me importam, de qualquer forma. Eu tive que ir para uma fonte alternativa de notícias como a PJ Media para ler que a administração Trump começou o processo de desmantelar a caça às bruxas organizada contra os jovens homens nas universidades, que está acontecendo desde 2011 sob a administração anterior. Ninguém na grande mídia dá qualquer atenção para falar disso, principalmente pela mesma razão pela qual você nunca vai ver um só Conservador com bolas para enfrentar e falar disso, até Donald Trump chegar. Ninguém em Washington estava fazendo qualquer merda pelos homens, até que nós elegêssemos um presidente com a quantidade melhor de foda-se para mandar.

É isso que todos nós devíamos estar fazendo.

Como eu disse, eu não costumo abordar política partidária no meu trabalho. E talvez dessa vez não seja diferente. Eu realmente não vejo Trump como político. Ele é mais um trator antipolítico com uma visão vaga de todas as regras que amordaçam os homens menores, ou seja, praticamente todos os homens.

Para dizer a verdade, ele não é nem mesmo um conservador. E eu votaria nele com qualquer partido por trás. Ele não é a solução para todos os nossos problemas, mas é um padrão para os homens seguirem nas próprias vidas, se quiserem ver muitos dos problemas que nos dizem respeito acabarem.

Donald Trump é o mais próximo que nós vamos ter de um presidente de Direitos dos Homens. Big League.

 

* Notas de Tradução.

Postado originalmente no AVFM.
Tradução: Aldir Gracindo.

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