Aqueles X% do Feminismo – e por que quem é contra opressão deveria ser contra o que está acontecendo

Itália, Estados Unidos, Congo, Reino Unido, Coréia do Sul, Dinamarca, Austrália, México, Índia, Japão, Canadá e Espanha. Trata-se de uma lista bem diversificada (e apenas parcial) de países, uma mistura de Oriente e Ocidente; uma grande mistura de línguas e culturas que abrangem todo o planeta. Não obstante serem diferenciados em termos de normas sociais e de governança, não obstante o acentuado contraste que há entre eles à primeira vista, todos esses lugares têm um fator muito poderoso e proeminente que inextricavelmente percorre o tecido de sua própria existência, unindo-os.

É o mesmo fio condutor que agora percorre muitas outras entidades conhecidas como o Pentágono, a Federal Express, a União Européia, os partidos políticos conservadores, a música Rock and Roll, o Primeiro Ministro da Inglaterra, quase todos os códigos penais da Terra, O Parlamento Australiano, a música country, os partidos políticos liberais, as 500 empresas do ranking da Fortune, a Oxford, a Fox News, as Nações Unidas, o Exército da Salvação, a Fundação Ford e o New York Times.

Todas essas instituições, países, culturas, corporações e criações têm em comum, em maior ou menor grau, geralmente maior, o fato de terem sido impactados pela propagação e influência do feminismo de gênero.

Nós vemos isso na aceitação indiscriminada dos resultados das pesquisas fabricados e de estatísticas falsas de apoio à narrativa feminista que são papagaiados sem maior consideração ou análise mais cuidadosa pelos meios de comunicação, funcionários estatais e candidatos políticos (independentemente do partido) no mundo inteiro.

Isso está visível no aumento exponencial de leis draconianas que evisceram princípios jurídicos básicos que resistiram durante séculos; homens inocentes são enviados à força aos grilhões de um complexo industrial prisional que aumentou proeminentemente nos últimos cinqüenta anos.

É algo que se manifesta nos “tribunais de honra” nas universidades, os quais se tornaram câmaras estreladas1, submetendo homens inocentes a consequências que transformam suas vidas, sem que haja provas contra eles, ou por eles não terem cumprido as novas e asquerosas normas de uma administração presidencial corrupta pela qual eles são coagidos.

Somos bombardeados com isso pelos meios de comunicação, martelando-nos bombasticamente com desinformação e chantageando-nos com a vergonha que eles nos instilam há décadas.

 

Uma pergunta com uma resposta não tão agradável

Costumamos ridicularizar, e com razão, a estupidez das feministas. Afinal, você já viu um Futrelle num debate, assistiu a uma jovem Sarkeesian enquanto ela faz de donzela em perigo, ouviu uma Rebecca Watson tentar convencer os céticos de que um convite para um café é uma ameaça e um problema social para as mulheres, ou já leu algumas linhas de uma Ally Fogg logo após dizer que não é feminista?

De fato, no mundo feminista, particularmente o on-line, a burrice é aplaudida; é um ativo que te leva ao topo.

Mas a questão permanece: se feministas são tão burros, por que o feminismo agora é a ideologia dominante no planeta, infestando quase todas as instituições, os aparatos políticos, os serviços educacionais em todos os níveis, assim como todos os órgãos de segurança e entidades corporativas conhecidas?

Se os feministas são tão ocos intelectualmente, por que estamos aqui, sem recursos e lutando poderosamente para surfar, na astúcia e criatividade, a fim de fazer alguma coisa quanto a esses supostos imbecis?

A resposta é simples e ao mesmo tempo desagradável.

O feminismo não é para feministas. Feministas são idiotas, mas são os idiotas úteis, na descrição reservada aos cheira-bundas dos soviéticos nos tempos da Guerra Fria.

O feminismo, na realidade, é para os governos e empresas. E é a ferramenta mais eficaz de controle das massas desde o uso do cassetete e dos canhões d’água em manifestações.

Olhando o mapa de um lado a outro, eu penso que, de Estocolmo a San Diego, de Tóquio a Toronto, não estamos vendo um mundo que acabou de engolir as divagações de gênero dominadas por um bando de gente burra demais para lidar Ciência, Tecnologia Engenharia e Matemática. Nem vemos o trabalho de mulheres neandertais vestidas no estilo Doc Martin, sobrancelhas  buços tentando ser bigodes.

O que vemos é uma cadeia de governos – e não menos importante, de interesses milionários por trás deles – que descobriram o “segredo” para infligir à população o que quer que sirva a eles, sem causar qualquer resistência significativa.

Eles descobriram que o melhor método para fazer as pessoas se conformar aos ditames do governo não é restringir com mão de ferro sua liberdade de expressão, imprensa e reunião. Essas são as estratégias do velho mundo que ainda operam em regiões do Terceiro Mundo, mas não no mundo industrializado. Muito fora de moda e ineficientes.

Os governos do Primeiro Mundo e mesmo alguns que mal se qualificam como tal descobriram que podem controlar as massas com ginocentrismo agressivo.

O método para fazer isso não é tão difícil. Só é preciso um pouco de tempo, um pouco de dinheiro, e mais do que um pouco de conhecimento básico de sociobiologia humana. De fato, se você souber jogar sem ser muito trapalhão, você pode controlar as massas com a ajuda entusiasmada – das massas.

Existem algumas leis básicas que formam o fundamento desse tipo de controle. Elas se baseiam em fortes tendências de ambos os sexos. Elas não são 100% fixas e há exceções, o que obviamente significa que elas não são leis no sentido científico. O termo “lei” é usado de forma ilustrativa, não literal.

As exceções, porém, são muito raras. Há relativamente pouquíssimas delas; não o suficiente para obstacular a imposição do controle se você está comprometido a realizá-lo.

Discutir essas leis exige uma requisitos prévios. Nelas você vai ver muitas declarações altamente generalizadas sobre homens e mulheres, em grande parte pouco lisonjeiras. Tenha em mente duas coisas. Em primeiro lugar, essas leis lidam com áreas específicas do comportamento e atitudes sexualmente enraizadas. Elas não se destinam a qualquer tipo de descrição completa de homens e mulheres. Esses são meros microcosmos.

Em segundo lugar, a crítica é equilibrada. Não por uma tentativa orquestrada de ser igualitária, mas porque os comportamentos a serem mencionados aqui estão mais ou menos em igual proporção em homens e mulheres. Não estou pintando um como melhor, mais ético ou com mais princípios do que o outro, porque esse não é o caso. Quando se trata de fraquezas humanas que consentem e possibilitam este tipo específico de tirania, homens e mulheres se encontram na rara posição de serem iguais absolutos.

Então, vamos começar.

 

As leis que sobre homens e mulheres.

Homens:

  1. Homens não se opõem a qualquer coisa percebidacomo benéfica àsmulheres. Proteger e prover as mulheres crianças é um instinto inato nos homens. Observe que a lei diz “percebida”. Não importa se uma determinada coisa realmente beneficia as mulheres ou se na verdade as prejudica. Se a percepção popular passar a ser de que algo beneficia as mulheres, os homens vão apoiar o que for, mesmo que seja à custa e em detrimento deles próprios.
  2. Homens atacam e isolam outros homens que violem a lei número um.Isso tem a ver com reforço. O requisito de percepção ainda se aplica. Nos domínios social, jurídico e político, os homens vão atacar, verbal e fisicamente, aqueles homens que são percebidos como os causadores de danos às mulheres ou opositores a qualquer coisa percebida como protetora das mulheres. De fato, nas mentes dos homens, essas duas coisas, fazer mal às mulheres ou se opor a qualquer tentativa de protegê-las, são exatamente a mesma coisa.
  3. Homens quase não têm limites para cumprir a primeira e segunda leis.Isso inclui o fato de que os homens poderão ter suas próprias famílias dilaceradas por cortes judiciais corrompidas, sofrer com falsas acusações nesse processo, ser alienados de seus filhos, perder sua casa e renda, ter problemas com impulsos suicidas e mesmo reagir a tudo isso buscando outra esposa e dizendo aos homens atingidos por esses problemas que eles precisam calar a boca, ou “ser machos”e aceitar isso. Eles verão os homens que não apoiam as Leis “Maria da Penha” como apoiadores de violência doméstica e considerarão o homem que não concorda com leis “anti-estupro” como se fossem apoiadores do estupro. E assim por diante.
  4. Homens não reclamam coletivamente sobre nada que aconteça a eles como um grupo. Essa lei crucial é particularmente vantajosa para se alcançar o controle governamental/empresarial total. Os ataques e ofensas aos homens como grupo não vão causar uma reação coletiva em grupo. Jamais. Você pode prendê-los, espancá-los, roubar sua propriedade, demonizar e destruir psicologicamente seus filhos, fazê-los morar nas ruas, tributá-los e gastar seu dinheiro com outros grupos, que mesmo assim eles, como grupo, não vão reagir. Novamente, jamais. Na verdade, os homens irão, de acordo com as leis um e dois, auxiliar o Estado na promoção de tais agressões, desde que a percepção pública predominante seja a de que isso seja para proteger as mulheres.

Mulheres:

  1. Mulheres não se opõem a qualquer coisa percebidacomo benéfica a elas comogrupo. Superficialmente, isso pode parecer inócuo e até simplesmente humano, mas se estende a extremos bastante desumanos. Como grupo, as mulheres não irão se opor a nada, não importa o quão destrutivo possa ser para os outros e, ao fim, para si mesmas, se elas perceberem um benefício imediato nisso. Elas não vão, como grupo, se opor a todo serviço militar masculino, a toda mutilação genital masculina, à arrecadação dos recursos produzidos pelos homens e sua redistribuição para as mulheres ou a qualquer outra injustiça que trabalhe em seu favor. Elas não irão se opor a leis claramente opressivas e inconstitucionais, desde que elas percebam nisso um benefício às mulheres. Elas não vão se opor ao completo desaparecimento dos homens tanto no sistema educacional quanto no mercado de trabalho, desde que elas percebam que isso trabalha a seu favor. E assim por diante também.
  2. Mulheres atacam e isolam outras mulheres violem a lei número um.Aquelas mulheres que violam essa lei são frequentemente consideradas “traidoras” pelas outras mulheres e elas serão marginalizadas e relegadas ao ostracismo. A natureza e o alcance dos ataques contra elas são geralmente menos extremos do que aqueles contra os homens, mas eles são completamente reais. As mulheres vão atacar e isolar outras mulheres que apoiarem quaisquer ideias que não incluam as mulheres como beneficiárias primeiras e, muitas vezes, únicas de serviços sociais, de proteções legais especiais, subsídios governamentais e até mesmo deferência a suas opiniões. As mulheres, em geral, são a favor de mulheres primeiro e mulheres exclusivamente.
  3. Mulheres praticamente não têm limites para cumprir as leis números um e dois.Isso inclui aceitar danos psicológicos aos próprios filhos em troca de vantagem pessoal percebida e ver entes queridos do sexo masculino agredidos e até mesmo destruídos pelo Estado e por outras entidades para a vantagem de outras mulheres. Elas podem sentir indignação sobre a forma como a violência e os impactos de destruição ocorrem sobre os homens para que lhes são caros, mas isso não se traduzirá em uma indignação significativa contra o que acontece com os homens como grupo.
  4. Mulheres se queixam coletivamente contra o que acontecer a elas como grupo, independentemente de estar ou não realmente acontecendo.O único requisito é que haja algum nível de percepção de que existe um problema. As mulheres, como grupo, reclamarão durante décadas por injustiças sofridas, as quais há muito tempo já se provaram inexistentes, e recusar-se-ão a sequer cogitar evidências em contrário. Os homens farão isso também, mas pelas mulheres, não em favor deles mesmos. O ponto central da lei número quatro para as mulheres é que ela orienta governo e entes privados que, a fim de criar uma dinâmica social suficiente para aprovar leis e justificar políticas sociais, tudo o que precisam fazer é armar informações, corretas ou não, de um jeito que pintem as mulheres como uma classe de vítimas. A Sociobiologia assume a partir daí.

Essas são as leis sobre as quais a tirania moderna é construída. Por quê? Porque essas leis determinam em que as pessoas vão votar e o que elas vão tolerar. Novamente, elas não são apresentadas a fim de passar algum juízo moral sobre homens ou mulheres. Esses traços são uma parte inata da condição humana em ambos os sexos. Culpar as mulheres como grupo por cegamente tirarem proveito de leis injustas é tão legítimo quanto culpar os homens por permitirem e incentivarem exatamente da mesma coisa.

Essas leis são mantidas com ambos os sexos trabalhando em cooperação para isso e eles não reconhecem que tais leis também os cegam para as possíveis soluções, sejam elas quais forem.

O importante aqui é ter essa compreensão da previsibilidade das atitudes e comportamento inatos em homens e mulheres e ver como essas esses podem ser explorados para exercer controle sobre as massas e exercer intrusão excessiva na vida privada, o que talvez seja apenas uma indicação de como tudo isso já aconteceu.

 

O que faríamos se quiséssemos uma hegemonia governamental e/ou uma empresarial que pudesse atuar sem restrições para qualquer fim que se queira e sem o incômodo de leis ou preocupações com direitos civis como obstáculos?

Um bom lugar para começar é enfraquecendo o homem mediano (não os 0,01% mais poderosos, e que permanecerão nessa condição a despeito de tudo). Faça do homem comum um criminoso padrão a ponto de que nem mesmo seja admissível que ele se sente próximo a uma criança em um avião. Transforme-o em uma ameaça iminente, potencial, que exija algum tipo de controle. Trate-o como um estuprador em potencial e um agressor. Vincule tudo isso à proteção e a benefícios para as mulheres.

Configure a aplicação da lei e os aparatos legais no sentido principalmente de impugnar a própria masculinidade, ou melhor, a versão de masculinidade que está sendo propagandeada por aqueles no poder. Use isso sem piedade. Jogue fora a presunção da inocência e o devido processo legal. Torne isso socialmente impopular, até mesmo opor-se a isso. Funciona especialmente bem em comunidades de minorias, que vão reclamar veementemente sobre a discriminação racial, mas se calarão quando a discriminação for baseada no sexo e contra os homens. Conte com o silêncio e a repugnância contra os inconformes, garantidos pelas leis que regem homens e mulheres como reforço aqui.

Pode marcar isso na lista com “conferido”, também.

Os homens são muito mais propensos a desafiar a autoridade – por exemplo, de seus próprios governos – quando o bem-estar de suas famílias está em jogo. Portanto, é essencial eliminar a autoridade masculina e a sua presença no domicílio familiar. Faça do divórcio algo facilmente acessível, até mesmo popular e rentável, jogue sujo contra os homens nas varas de família. As leis dos homens e mulheres vão assegurar que eles, na maior parte, silenciem sobre isso, não importa o quão ruim isso se torne, não importa quanto dano isso provoque, mesmo que devaste as crianças.  E não vai importar mesmo no longo prazo, essas crianças também se tornarão consumidoras. Dinheiro de pessoas psicologicamente lesionadas também é dinheiro. Dinheiro de pessoas adoecidas tem o mesmo valor.

Algumas crianças crescerão para se tornar criminosos por causa dessas violências, mas essas poderão ser presas. Isso também são negócios.

Pode riscar isso na lista também.

Remova os homens do sistema de ensino e de qualquer parte do mercado de trabalho na qual ser um homem não seja absolutamente essencial. Mantenha os homens trabalhando em valas, caminhões, barcos de pesca e deixe-os na linha de desemprego. Torne-os tão pouco atraentes quanto possível para a possibilidade de constituir uma família, e consequentemente, poder querer protegê-la de um governo fora de controle e cheio de poder. Use-os para fazer guerra quando os interesses corporativos exigirem isso e se eles são casados, ajude as mulheres deles a acabar com eles de vez quando eles retornarem dos campos de batalhas, destruídos ou tidos como perigosos. Eles não vão reclamar. Eles podem se matar, mas eles não vão reclamar. As mulheres também não vão reclamar. Na verdade, ambos vão realmente se sentir bem com tudo isso, ou pelo menos agir como se estivessem. É a Sociobiologia em ação. Lembre-se das leis.

Isso já está em andamento. Perspectivas promissoras.

Doutrine sistematicamente as mulheres para entrar na mentalidade de que elas são vítimas, alimente-as com desinformação até que elas sintam que têm o direito de infligir qualquer mal que elas queiram ao grupo criminoso (homens) e forneça via Estado os serviços necessários para ajudá-las nessa tarefa. A diferença salarial sexual, inventada, torna-se um abismo entre os sexos. Um teto de vidro imaginário torna-se uma parede de vidro muito real em pouco tempo. Um status de ser sempre a única vítima em disputas domésticas torna-se uma licença para atacar e, em seguida, chamar funcionários do Estado para arrastar a verdadeira vítima para fora do recinto.

Duplamente checado na lista.

Dê às mulheres uma falsa sensação de empoderamento. É a coisa mais fácil de fazer quando se cria uma exibição pública da perda de poder dos homens. Elas vão ver isso acontecendo na frente de seus olhos e então jurar que vivemos em um mundo dominado por homens, porque em algum nível elas sabem que essa crença louca está alimentando o desempoderamento que elas estão vendo.

Cubra de vergonha as mulheres que preferem valorizar a maternidade à vida profissional. Ajude-as a ver os seus filhos e especialmente seus maridos como obstáculos, em vez de bens valiosos. Ensine-as a valorizar o trabalho e o Estado acima da maternidade e da família. Empurre-as para empregos mal remunerados (mas tributáveis), enquanto as torna dependentes dos subsídios estatais, como bolsas-suplemento alimentar, fornecidas para mulheres, as bolsas-tudo, a assistência social, o pensão alimentícia e pensão para a mulher. Faça-as consumidoras contribuintes obedientes que apoiam ingerência feminista, porque para muitas delas isso será a diferença entre ser apenas pobre e sobreviver miseravelmente. Torne-as financeira e psicologicamente dependentes da sua própria escravidão.

Diga-lhes que elas podem alcançar o topo, então aponte em direção à mediocridade e prenda-as ali. Faça tudo isso e coloque uma arma na mão delas, a qual elas possam usar contra os homens à vontade, e elas serão obedientes servas do Estado por toda a vida. Lembre-se, contanto que elas percebam como se estivessem tendo vantagens, que estão empoderadas, mesmo sentadas em um cubículo corporativo, sentindo falta de seus filhos e com olheiras negras os olhos, elas vão agir como marionetes.

Tudo isso já está feito.

O que quero explicar aqui é que o feminismo não é um movimento radical por mudança ou uma maneira de libertar as mulheres (e supostamente os homens) dos fardos de seus papéis de gênero no mundo. Não é um movimento por igualdade ou justiça.

O feminismo nada mais é do que uma ferramenta governamental pela qual os governos podem aproximadamente o dobro do número de contribuintes em impostos; por meio da qual as liberdades civis podem ser ignoradas para que o dinheiro possa ser extraído. É uma maneira de eviscerar liberdades em todos os níveis, enquanto deixa a população fazer a maior parte do trabalho para que isso aconteça. É uma forma de inserir o controle governamental em todos os aspectos possíveis da vida humana moderna, desde o quarto até a sala de reuniões. O feminismo não é burrice. É inteligente para caralho e bem maligno.

 

O instrumento mais valioso para que isso aconteça são os X%.

Quem e o que são os X%? Eles são a pequena percentagem de homens e mulheres que, por fim, causam mais terror e mais impulso adicional para não violar as leis que regem os homens e mulheres.

O fato é que é concedida a todas as mulheres a arma que elas podem usar para causar prejuízos enormes às vidas dos homens. A maioria delas não o faz. Não se trata de um passe livre, já que maioria das mulheres (e dos homens) irá silenciar-se enquanto isso acontece com os outros, mas o fato é que apenas X% das mulheres vão bater num homem e em seguida chamar a polícia contra ele. Apenas X% das mulheres acusarão falsamente os homens por estupro ou violência doméstica. Apenas X% das mulheres vão arruinar a vida de seus filhos apenas para poder agredir um homem por ousar não amá-las depois de anos sendo maltratado por elas.

O mesmo se aplica aos homens. Entre eles, os X% são os homens que levantam claramente sua voz em apoio a essa injustiça e o ódio e ajudam a cegar as pessoas para o que realmente está acontecendo. Homens como David FutrelleMichael Kimmel e outros², o eventual cavaleiro branco furioso que aparece aqui para nos dizer que as mulheres nunca mentem sobre estupro, o político britânico que diz que os homens devem ser colocados em cadeias e forçados a sustentar as mulheres. Em suas fileiras estão também os homens que vão perseguir, agredir e às vezes matar outros homens a fim de prestar às mulheres o serviço de violência por procuração.

O restante da espécie humana, a grande maioria, são apenas os que obedecem as leis dos homens e mulheres e assim garantem que toda essa merda continue a ser engolida sem reação.

Com exceção dos homens que se tornam violentos, a lei, a verdadeira lei, não irá fazer nada para impedir nada disso. Ignorar a conduta dos X% contribui para propagar uma clara mensagem aos outros, que em algum momento podem simplesmente mudar de ideia.

Ah, e por falar nisso, os X% não são um pequeno número de pessoas no mundo ocidental. Há uma “porrada” deles por aí. Eles servem como um exemplo visível para todos de como as regras realmente são e de quem se dá bem por causa delas.

Eles anunciam a verdadeira ordem das coisas.

E a verdadeira ordem das coisas é que os governos e os grupos de investidores estão cada vez mais dominando nossas vidas mentes. As feministas não são um bando de alopradas que dominaram conta do mundo. Elas são apenas um bando de alopradas que ajudaram algumas pessoas realmente inteligentes pérfidas a apagarem quaisquer impedimentos que poderiam ter para colocar uma coleira em todos nós.

E agora, os N%. Esses seríamos nós. Muito menores do que os X%, mas em crescimento, assim como os X% estão encolhendo, ou pelo menos começando a ser expostos por alguns pioneiros com os quais aqueles não parecem se importar muito.

A verdade e a humilhação pública.

Sem dúvida que esse é um bom lugar para se começar.

Notas de tradução:

  1. Câmara estrelada, oustar chamber,era uma corte judicial localizada no palácio real de Westminster desde o final do século XV até 1641. Era formada por conselheiros reais e juízes e suplementava as atividades de cortes de justiça para assuntos civis e penais. Existiu para assegurar que as leis se cumprissem, mesmo quando os acusados fossem proeminentes e poderosos demais para serem condenados por juízes comuns. As sessões de julgamento eram secretas, sem arguição ou testemunhas. As evidências eram apresentadas por escrito. Tornou-se uma arma política à disposição da monarquia inglesa contra inimigos políticos dentre a nobreza.
  2. São exemplos nos EUA. No Brasil há outros, como os tais Leonardo Sakamoto e Alex Castro.

Postado originalmente no AVfM.
Tradução: Charlton Heslich Hauer. Revisão: Aldir Gracindo
Revisado e editado em 31/05/2016.

4 thoughts on “Aqueles X% do Feminismo – e por que quem é contra opressão deveria ser contra o que está acontecendo”

  1. Marcus Valerio XR

    Só lamento que esse texto seja demasiado grande, afora isso é uma das mais perfeitas constatações já escritas sobre o Feminismo, destrinchando o problema com uma precisão notável. Talvez seja o caso de compilar essas leis num texto mais sucinto e colocar num tipo de FAQ.

  2. Jorge Alan Ribeiro

    Sobre as citadas “leis que regem o comportamento de homens e mulheres”,em que homens trabalham pelo bem das mulheres e as mulheres pelo bem delas mesmas. Se isso é algo inato,como diz o texto,então por que lutar para mudar alguma coisa? É a natureza e temos que aceitar.

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