Não confunda minha não violência com pacifismo

Enquanto o feminismo afunda na irrelevância, seus seguidores mais dogmáticos estão se tornando cada vez mais violentos. Isso é particularmente verdade no Canadá, onde feministas agora já têm um certo histórico de ataques físicos e interrupções violentas contra qualquer um que discorde deles. Sua violência é apoiada e possibilitada pelo governo canadense, assim como os meios de comunicação.

Tudo isso é muito preocupante, especialmente tendo em vista que o Canadá é conhecido por manter uma sociedade pacífica.

E agora, nós temos uma situação ainda mais conflitiva se desenvolvendo com o PUA Roosh V naquele país. Desde que entrou lá, ele foi ameaçado repetidamente e atacado por uma mulher que lhe jogou uma bebida. O Twitter está agora mesmo ao vivo com feministas canadenses incentivando pessoas a agredi-lo ainda mais, mesmo ao ponto de atear-lhe fogo.

Nota: Este é o vídeo da agressão ao PUA Roosh V:

Vou ser totalmente honesto aqui. Dizer que eu não sou fã de Roosh é um eufemismo. Como eu já disse antes, eu vejo esse homem como um tipo de cambista, alguém que manipula as inseguranças dos homens em relação a mulheres; só a um paletó usado e um cigarro barato de distância de um estacionamento de venda de carros usados. Mas isso não é assunto importante aqui.

O fato é que Roosh e outras pessoas como ele estão bem no caminho de estar em perigo físico real pela reação de feministas radicais que reagem ao inicio do fechar das cortinas sobre sua ideologia doente. Quando eu digo “pessoas como ele”, estou falando de qualquer um que honestamente discorde de feminismo. Isso inclui a mim e muitas outras pessoas no Movimento por Direitos Humanos do Homens que têm a coragem de mudar em suas consciências sociais e pôr seus verdadeiros rostos na rua.

De fato, nós estamos na zona de ameaça há bem mais tempo que Roosh.

Com a intensificação da loucura, e certamente isso vai acontecer, feministas vão se tornar ainda mais violentos e perigosos. Indivíduos que discordam deles e o fazem publicamente precisam tomar cuidado.

O MDHM é um movimento não violento. AVFM é obstinadamente antiviolência. Nós banimos pessoas daqui por sequer insinuar que se reaja violentamente contra feministas e seus facilitadores. Essas posições, porém, não devem ser confundidas com a intenção de responder a ataques físicos oferecendo “a outra face”.

Defender mudanças não violentas não determina que uma pessoa seja saco de pancadas.

No caso de Roosh, uma feminista jogou uma bebia alcoólica nele. Outra feminista no Twitter sugeriu que outras pessoas deveriam se lembrar que álcool é combustível. Isso foi retuitado e  favoritado várias vezes.

Auragasmic
O “tweet” não foi o único, mas foi excluído após o AVFM publicar este artigo.

Então, aqui está a proposição que é difícil. Nas mentes da maioria das pessoas, autodefesa é um direito humano. Eu também me arrisco a supor que a maioria das pessoas acredita que qualquer resposta a violência deva ser proporcional.

Em outras palavras, o objetivo de reagir é responder à violência com força suficiente para parar a ameaça, nada mais. Eu concordo com isso. Uma pessoa me estapear não me daria o direito de lhe dar um tiro.

O problema neste cenário é que essa proporcionalidade não é tão simples. Feministas radicais se tornaram patologicamente violentas. As assim chamadas feministas moderadas e mesmo feministas equitativas, na maioria, permaneceram em silêncio a respeito disso. Nisso elas continuam a alimentar e possibilitar o extremismo, ao mesmo alegando não ter nenhuma conexão com ele.

Eis a questão. No clima atual, se tornou racionalmente questionável se um feminista atirando um líquido inflamável em mim pretende ou não incendiá-lo. Minha opção pessoal neste ponto seria presumir que sim. Portanto, eu tornaria minha resposta proporcional a alguém tentando me incendiar. Isso significa que essa pessoa ou pessoas teriam que ser totalmente imobilizadas por quaisquer meios necessários.

Pessoalmente, eu acho uma péssima ideia esperar até ver se eles acendem um fósforo. Nesse momento, é razoável presumir que eles vão fazer isso.

Essa situação sempre traz um risco potencial. Primeiro, se uma feminista derrama bebida em mim e eu respondo nocauteando-a e deixando-a inconsciente, eu provavelmente serei preso. Claro, se ao bater numa feminista, uma mulher, diante da ameaça imediata de que ela me incendeie eu também vou ser preso, a distinção desaparece.

A questão, para mim é se eu estou disposto a arriscar ser imolado para não ser preso. Não vou. E embora cada pessoa tenha que tomar sua própria decisão, eu não vou sugerir que ninguém arrisque a sorte com ideólogos insanos a esse ponto.

Mas, muito disso poderia ser evitado. Uma opção seria que nós, ADHs, jogarmos a toalha e nos curvarmos a ideólogos violentos. No Planeta Terra, existe uma solução melhor que essa. Seria feministas começarem a se autopoliciar e se afastar de quem faz apologia de violência. Infelizmente, não parece existir um lugar no planeta onde existam feministas dispostas a confrontar os doentes em seu próprio movimento.

Ao fim, eu estou apostando que este tempo de crise não vai existir por muito tempo. A narrativa feminista está cada vez mais sendo reconhecida pela piada que ela é. Logo virá o tempo quando muito poucos sequer irão admitir ser feministas, menos ainda se arriscar a agredir pessoas em nome do feminismo.

Até que isso aconteça, porém, eu acho que feministas de todos os tipos devem saber que pertencer a um movimento não violento não significa que você seja um pacifista.

Como Ativista por Direitos Humanos dos Homens, eu estou disposto a morrer pelas minhas crenças. Eu apenas acho prudente avisar que eu estou igualmente disposto a matar para me defender.

 

Postado em 09 de agosto de 2015 no AVFM.
Tradução: Aldir Gracindo.

Nota: Outros ataques feministas:

Feminista faz falsa acusação de violência sexual, agride um homem e se torna “heroína” de protesto.

https://www.youtube.com/watch?v=SIZTKcVKTYs

Feminista agride ativistas antiaborto:

Professora feminista e suas seguidoras agridem uma estudante antiaborto e roubam material:

https://www.youtube.com/watch?v=PD1bAz07SsY

Feministas agridem homens católicos que as impedem de vandalizar igreja na Argentina:

Feministas invadem fórum sobre homens vítimas de violência doméstica.

Feministas tentam forçar a não realização de palestra sobre questões masculinas na Universidade de Toronto, Canadá (legendas em português):

Feministas tentam impedir palestra dos Drs. Nathanson e Young usando com megafones, bastões de madeira e acionando falsamente o alarme de incêndio:

A apologia de crime que se tornou “hino” feminista no Brasil:

https://www.youtube.com/watch?v=KLAEdGQephs

4 thoughts on “Não confunda minha não violência com pacifismo”

  1. Elson Glauber Carneiro Felix

    “Não se bate em uma mulher nem com uma flor…” -Professor Girafales
    Que os feministas estejam cientes disso: Querem guerra? Eu tenho treinamento militar e não vou deixar de usar o mesmo pra me defender.

    1. Aqui em portugal costuma-se dizer em resposta a esse ditado “Pois não atira-se logo a jarra” (Atenção que não defendo violência não provocada, no máximo defenderia auto-defesa mas nada mais).

    2. Eu gostaria de pensar nisso mais a maioria dos homens hoje em dia são pacifistas emasculados nem quando a vida deles está em risco eles demonstram serem machos e baterem nessas putas.

  2. Porra nenhuma vocês são uns fracotes e emaculados e vão apanhar feio quem mandou renegar a masculinidade seus fracotes kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *