Feminista indicado por Lola Aronovich redefine o significado de “Canalha Doente”

David Futrelle, também conhecido como “manboobz” (“tetinhas de homem”), “mancheese” (“queijo masculino” – talvez uma tentativa de dizer que o pênis masculino sem a mutilação do prepúcio é sujo e fedorento?) e “wehuntedthemammoth” (“Nós caçávamos o mamute” – aqui ele ridiculariza a característica predominantemente masculina de ser herói, ou melhor, arriscar a própria vida e morrer para que outros, incluindo mulheres e crianças, vivam) é, por meios e fins, a “Lola Aronovich original” na terra original desse maravilhoso feminismo contemporâneo: A América do Norte. Não por acaso, ela o indica e cita, desde seu primeiro post procurando difamar os “masCUs”, como ela chama, já que masculino deveria ser uma palavra vergonhosa – Interessante que quando eu me refiro, em retorno, às mesmas feministas como “femiCUs” ou “feministaHUE”, elxs se sentem profundamente injustiçadas.

Sempre debochando de questões sérias envolvendo homens e meninos – exceto, claro, que sejam contextualizadas na pseudocientificidade de teorias sobre a malignidade masculina (“O Machismo”, “O Patriarcado”, “Homens como problema”, “Homens como opressores”) –  e procurando capitalizar sobre o sofrimento e morte alheias, desonesta e falaciosamente como sua “cria” tupiniquim, Futrelle descreve sua atividade como articulista como “zombar da misoginia e dos misóginos” – isso, da forma como ele descreve. Eis abaixo um exemplo do que ele realmente faz online por dinheiro. Quem conhece a citada professora, sem dúvida vai notar o parentesco estilístico. – Aldir.

 

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Quando Ativistas por Direitos dos Homens celebram a ira masculina, tornam mais possíveis assassinatos/suicídios como o que pode ter derrubado o vôo 9525 da Germanwings”, diz a criatividade imoral do feminista Futrelle.

David Futrelle tem um longo e infeliz histórico de defender lixo verdadeiramente doentio, incluindo o estupro e tortura de criançasem nome da arte” e esfolar homens para usar como cola, mas ele se superou com sua mais recente postagem fecal sobre como Paul Elam, de A Voice for Men, e as pessoas em geral que possam se importar com o bem-estar de homens e meninos na sociedade sermos causadores de desastres de avião, como a tragédia do Germanwings.

Sim, você leu corretamente: se importar com o bem-estar dos homens e meninos na sociedade levou ao copiloto deprimido atirar o Airbus A320 contra uma montanha, matando todos a bordo.

Futrelle escreve: “tudo isso seria um pouco mais crível como um “aviso” se Elam e outros Ativistas por Direitos dos Homens e Meninos não dedicassem a maior parte de sua energia a cultivar exatamente este tipo de ira masculina – e em alguns casos, glamourizar aqueles que agiram movidos por essa ira.”

Se os ADHM não devotassem a maior parte de sua energia cultivando exatamente esse tipo de ira masculina. Mostre-me onde, mostre me uma única linha entre milhões delas, onde qualquer um, em qualquer tempo, tenha sugerido pilotar um maldito avião contra uma montanha.

Numa tentativa desesperada de permanecer relevante e coletar dinheiro, esse que outrora também defendeu direitos dos homens e “feminista caduco”, Futrelle explora a morte brutal de 151 pessoas inocentes, incluindo dois bebês e numerosas crianças, elevando os qualitativos “canalha doente” ao total de 9.000 pontos na escala dos “canalhas doentes”.

Pela Miséria Humana, eu chego a pensar que Futrelle deve ter destruído a própria escala de “canalhas doentes” com essa.

Futrelle referencia a tragédia de Tom Ball, que se suicidou em protesto contra o doentio, cruel e injusto sistema judicial de família, que insiste em premiar mães com aporte financeiro e guarda dos filhos e relega aos homens a nada mais do que fornecedores de notas de dinheiro, mas em vez de abordar a verdadeira questão, da injustiça judicial, Futrelle cuidadosamente escolhe a agonizante súplica por justiça de um homem morrendo para promover a ideia abjeta de que homens e mulheres que acreditam em igualdade de direitos e obrigações estariam, na verdade, defendendo assassinato em massa de homens, mulheres e crianças inteiramente inocentes.

Isso é tão nojento que eu tenho dificuldade de encontrar palavras.

Uma coisa é odiar a igualdade, como fazem os que se opõe a direitos para os homens. Ironia: Feministas jogam dicionários por todo lado quando questionadas em suas crenças, citando igualdade como seu único interesse, então se opõem à igualdade quando se trata de partilhar seus direitos e privilégios com os homens e meninos.

Quer saber? Tudo bem. Vamos em frente levando a mensagem de que feminismo não tem nada a ver com igualdade e defendendo igualdade real, genuína, a despeito do quanto feministas e seus “aliados” gritem, chorem, a respeito.

Mas escrever abertamente que nos importarmos com a igualdade para todo ser humano é o mesmo que convocar assassinato em massa de pessoas inocentes, isso é outra coisa. A raiva dos homens não causou a destruição do Germanwings. A raiva que homens hoje sentem de serem tratados como descartáveis, obsoletosimbecis, incapazes de afeto e indignos de qualquer assistência é justa. Qualquer grupo sendo tratado tão injustamente tem razão em sentir raiva. O que Futrelle está fazendo é dizer que qualquer expressão de raiva que provenha de um homem equivale à apologia de assassinato em série. No que diz respeito a Futrelle, raiva, quando é masculina, não é uma emoção aceitável e os homens deveriam apenas… o que, David?

SER MAIS “MACHOS”?

Você que se dane¹, Futrelle. Mas antes, dê uma olhada nestas fotos abaixo. Percebe alguma coisa?

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São todos homens. Esses são os homens que você tanto detesta? Eles estão naquela montanha fria, pegando pedaços de seres humanos. Estão sofrendo e em luto e mesmo se choram, ainda levam seu trabalho até o fim. Quanto você quer apostar que cada um desses homens sobre a montanha, raspando pedaços de bebezinhos e colocando em sacos, tem raiva? Você estaria com raiva, Futrelle?

Não importa, nós já sabemos a resposta. Você alegremente assistiu um filme de meninos adolescentes sendo torturados, estuprados, forçados a comer excremento e insistiu que policiais burros eram burros demais para reconhecer “arte” quando viram o filme. Porque torturar crianças como forma de arte naturalmente tem lugar na lojinha pornô. É, as pessoas estão fazendo “arte”.

Parece que você esqueceu, Futrelle, o que é ser criança. Deixe-me lembrar-lhe:

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Explorar as mortes de bebês inocentes, crianças em idade escolar, homens e mulheres – todos eles inocentes – como uma forma de insistir que homens são prejudiciais, malignos e inúteis, a não ser que eles se submetam à “única verdade ideológica” vai além dos limites da doença. Tudo bem se Futrelle e sua laia odeiam homens. Vão em frente!

Usar um bebê morto para parecer racional e razoável faz de você não apenas odioso, mas um doente desgraçado. Aqui está um dos bebês mortos sobre quem você pisa para escrever seu libelo difamatório contra os homens e mulheres que se importam com meninos e homens, tanto quanto com meninas e mulheres:

baby

Dê uma boa olhada, seu doente desgraçado.

Descanse em paz, pequenino. Lamento tanto o que aconteceu com você!

Todos nós lamentamos.

 

1) Adaptado do original para padrões de legenda de filme brasileiro, mais educadinhos, atendendo a pedidos de leitores conscienciosos.

 

Postado originalmente em A Voice for Men. Versão em português, introdução e título: Aldir Gracindo.

Nota: Por favor, contribua para o A Voice for Men Brasil para continuarmos a proporcionar um site de qualidade, mudando o discurso sobre gênero para um mais sadio e verdadeiramente humanitário.

2 thoughts on “Feminista indicado por Lola Aronovich redefine o significado de “Canalha Doente””

  1. Pelo pouco que eu notava eu já tinha reparado que esse David Futrelle era persistente e perseguia sem dó os MRAs, mas não pensei que ele jogasse tão sujo.
    Essa história de dizer que eram filmagens falsas foi absurdo. Como um cara pode negar ao seu próprio gênero dessa forma, só pra agradar as mulheres.
    Eu espero que ele receba bem por isso, porque se só faz por manginismo é foda.

    Outra coisa. Você já reparou como os sites feministas americanos estão focados em queimar as doações dos MRAs criticando o Paul Elam?
    Alguns insistem que o Paul usa as doações para consumo próprio e etc.
    É claramente medo de que o dinheiro das doações possa ajudar homens a ter alguma notoriedade, e claro, querem que as doações sejam para os movimentos feministas.

  2. Cara, como anda as coisas sobre os direitos dos homens no Brasil e na gringa?
    Eu vejo o site do AVFM, tem algumas atualizações e vários comentários. São todos americanos mesmo ou são pessoas de todo mundo falando inglês?
    Acha que a mídia investindo fortemente em feminismo vai silencia o número de pessoas que luta pelos direitos dos homens e convence-los a se renderem como cidadão de segunda classe?
    Eu já fui da real, me afastei por ter a sensação de estar dando passos errados, mas agora estou meio perdido.
    Abraços.

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