Como algumas táticas de humilhação feministas desacreditam a teoria feminista

Recentemente tive uma ideia ao lembrar-se do upload de uma entrevista e algo que eu mencionei nela – que algumas das técnicas de humilhação que as feministas usam, na realidade desacreditam suas teorias e ideologia. Então, sem mais rodeios, vamos à primeira:

“MISÓGINO!”

Segundo feministas, nossa sociedade tem um grande problema com misoginia sistêmica. De fato, todas as sociedades estão atoladas em misoginia social onipresente e institucional. Nas sociedades patriarcais, essa misoginia não apenas é normalizada, como frequentemente é invisível para a plebe não feminista como eu, porque estamos tão acostumados com ela que simplesmente não a enxergamos. Nós teríamos internalizado a ideia de que é normal odiar as mulheres.

Ainda assim, por décadas, talvez até mais, uma das mais confiáveis técnicas de humilhação que feministas e “defensores das mulheres” tem usado para intimidar ou silenciar os homens (e algumas mulheres), é a acusação de misoginia. Fala algo que uma feminista não gosta? Você será chamado de misógino. Critica teorias ou ações do feminismo? Misógino. Discorda da análise feminista de um problema, ou tem objeção à solução proposta? Seu misógino imundo. Você apenas diz essas coisas porque odeia as mulheres. Mesmo se você for uma mulher, não consegue escapar disso – não, você sofre de misoginia internalizada, não sabia? E muito estranhamente, até não muito tempo atrás, essa tática de humilhação era realmente efetiva – especialmente contra homens.

Apenas depois que as feministas estilo Jezebel passaram a abusar seriamente dessa tática de humilhação que as pessoas comuns começaram a desenvolver uma resistência a ela. Alguns homens começam a NÃO se calar no momento em que uma feminista usa a carta “M”. Aliás, a maioria dos homens resistentes a humilhação [como relógios resistentes a água] estão falando com uma camada de proteção entre a acusação e suas vidas diárias – no anonimato relativo da internet. Nós ainda não chegamos ao estágio em que jogar a bomba “misoginia” sobre um homem não possa danificar seriamente sua vida, carreira ou posição social. Mas estamos chegando lá.

Mas nos conviria considerar como sequer é possível que uma acusação de misoginia carregue qualquer poder em uma cultura onde a misoginia é universal e normalizada. Lembre-se, nossa sociedade odeia as mulheres. De acordo com a jornalista de tecnologia estadunidense Quinn Norton, aparentemente a resposta da cultura hacker para Anita Sarkeesian, homens nesta sociedade são criados para odiar as mulheres. Sua prova? Trolls que atacam mulheres online (os quais, nós devemos então supor, nunca atacam homens).

Então lá vamos nós – de acordo com ela, o problema não é um punhado relativamente pequeno de completos babacas potencializados pelo anonimato da internet a atacar qualquer um e todos que cruzarem seus caminhos, por motivos que só eles sabem, e que modelam seus insultos e trollagem à audiência alvo (ameaças de estupro para mulheres, ameaças de morte e acusações de “viadagem” para homens)… Não, é porque os homens (não alguns, não muitos, não uns poucos, apenas “os homens”) são criados para odiar as mulheres.

Misoginia não é a atitude de um indivíduo – é um valor cultural chave de nossa sociedade, um valor que os homens (novamente, sem qualificativos, tão generalizante) são criados para internalizar.

E ainda assim, a maioria dos homens acusados de misoginia se sente envergonhada. Vergonha suficiente para ou se calarem ou tentar desesperadamente explicar que eles não são realmente misóginos. Por que eles fariam isso se tivessem sido criados para odiar as mulheres em uma cultura onde misoginia é um valor cultural normalizado?

A acusação só poderia ter poder de envergonhar e calar alguém se a sociedade não fosse universalmente misógina. O poder de um insulto é o poder de fazer carregar o peso da desaprovação da sociedade. Requer que a cultura em geral desaprove o comportamento, atitude ou atributo alvo do insulto. O fato de que uma acusação de misoginia funcione como tática de humilhação para silenciar e intimidar pessoas, ou causar danos às suas vidas e status social, na realidade refletiria que nossa sociedade não é universalmente misógina – pelo menos, não no sentido do dicionário de que misoginia é uma atitude de ódio ou de não gostar das mulheres. O fato de que essa acusação parece particularmente efetiva quando usada contra homens também demonstra que Quinn Norton está meio que falando titica. Se odiar as mulheres fosse um valor normalizado pela cultura, e se homens fossem criados para odiar as mulheres, então chamar um homem de misógino deveria ter tanto poder quanto xingar um membro da Klu Klux Klan em 1920 de “odiador de crioulo”.

Então neste sentido, essa tática feminista de humilhação padronizada na verdade desacredita a ideologia feminina.

Mas vai além que isso.

Agora vamos ver o oposto. Misândrico. Chame alguém de Misândrico e se ele(a) realmente souber o que significa, você não obterá vergonha ou correção de comportamento, mas um erguer de ombros seguido por um “pois é, dane-se”, da maioria das pessoas. De outros, você receberá um olhar perplexo, e, de outros, ainda, você terá risadas, referências a “male tears” e “sentimentalismo mascu” e a resposta alegre de que “misandria não inzésti”. Algumas feministas mais instruídas dirão que misandria na verdade é apenas um efeito secundário da misoginia – que misoginia é a raiz causal de todo sexismo, e misandria é apenas um desafortunado efeito colateral que não existiria sem misoginia. Subentende-se que a misandria, como num passe de mágica, irá desaparecer uma vez que tenhamos exposto e desentranhado toda a misoginia na sociedade, devidamente livrando dela as nossas imundas almas machistas.

Mais que isso, empresas de mídia social como twitter e facebook estão trabalhando ativamente, com ajuda de “treinamento” feminista, para erradicar conteúdos misóginos de seus sites. Camisetas razoavelmente inócuas foram tiradas das prateleiras após pessoas ultrajadas fazerem objeções à mensagem “uma garota pode ser muito linda para fazer dever de casa, então ela faz seu irmão fazê-lo!”. Que mensagem terrível e astuciosamente danosa para espalhar sobre mulheres e garotas!

Por outro lado, hashtags, memes e grupos de facebook abundam, orgulhosamente proclamando coisas como “homens são porcos”, ou “matem todos os homens”. Existe até mesmo um site chamado ihatemen.org que ostenta um quarto de milhão de usuários. Há também uma serie de livros infantis, com marketing veiculado, chamada “Meninos são estúpidos, jogue pedra neles“. Conferências internacionais radfem com o nome SCUM Manifesto atraem feministas de todas as partes do mundo, algumas com cargo de docência em universidades importantes.

Numa cultura onde o desprezo por homens e garotos é tão onipresente e permissível, não é de se estranhar que a maioria das pessoas não possa ou não queira se envergonhar e silenciar, ou alterar seu comportamento simplesmente por haver sido acusada de misandria. Embora muitas pessoas acusem as feministas de misandria, ou acusem as feministas de odiar homens, a acusação de simplesmente não possui poder de silenciar ou fazê-las parar o que fazem. Isto porque os valores da sociedade são tais que mesmo que odiar homens não seja exatamente considerado como “ótimo”, não há mal real nisso, especialmente se a odiadora for uma mulher.

Então se a misoginia está na raiz de todo sexismo, e misandria é apenas um desafortunado efeito colateral dela – você sabe, misoginia secundária ou “o machismo/patriarcado prejudica os homens também”, então por que é tão mais aceitável socialmente expressar raiva e desprezo pelos homens do que pelas mulheres? E como raios é possível que a acusação de misoginia de fato resulte em alguém se calar e ir embora?

Agora vamos para outro:

“APOLOGISTA DO ESTUPRO! VIABILIZADOR DO ESTUPRO!”

De acordo com feministas, nós vivemos numa cultura do estupro. Esta cultura do estupro pode ser descrita da seguinte forma. Aqui está um excerto do livro “Transformando uma Cultura do Estupro“:

Uma cultura do estupro é um complexo de crenças que encorajam a agressão sexual por parte dos homens e apoiam violência contra mulheres. É uma sociedade onde a violência é vista como sexy e a sexualidade como violenta. Numa cultura do estupro, as mulheres percebem um contínuo de ameaças de violência, que variam de comentários sexuais a serem tocadas sexualmente e ao estupro. Uma cultura do estupro endossa como norma o terrorismo físico e emocional contra as mulheres.

Hmmm… Dada esta definição, e dado o “fato” de que para muitas feministas esta definição descreve nossa sociedade, seria de se esperar que uma acusação de “apologia do estupro” não teria poder real para envergonhar e silenciar alguém. Afinal, ele está apenas se encaixando. Ele é normal. Seu comportamento é endossado pela cultura.

Não apenas isso! Haveria muito pouca ou nenhuma discussão pública ou censura de trolls jogando ameaças de estupro contra mulheres na internet. Anita Sarkeesian jamais conseguiria arrecadar quase 27 vezes o tanto de dinheiro que havia pedido no seu kickstarter, ou conseguir uma pletora de palestras com tudo pago chegando até mesmo à Suécia, se a sociedade endossasse violência sexual e terrorismo emocional contra as mulheres. Enquanto os trolls que alvejaram Sarkeesian e outras mulheres (na maioria feministas) com ameaças de estupro e insultos sexuais podem pensar que esse tipo de comportamento é normal – caramba, até mesmo divertido – os trolls da internet são um mero subconjunto da cultura e não a totalidade dela. A maior parte da cultura tem condenado fortemente esse tipo de comportamento, e está ativamente tentando erradicá-lo.

Estranhamente, uma recente pesquisa de jornalistas suecos descobriu que apesar de as mulheres serem mais propensas a receber ameaças específicas de estupro e violência sexual do que os homens, os homens reportaram receber mais ameaças do que as mulheres. O mesmo era verdadeiro para o feedback abusivo. Para as mulheres, era mais provável que o abuso tivesse um contexto sexual, mas homens recebiam mais abusos em geral. Novamente, estes são trolls – um pequeno grupo de pessoas que se divertem em irritar seus alvos – moldando seu abuso para extrair o máximo de efeito. Para um homem, poderia ser uma ameaça de matar sua família. Para uma mulher, especialmente uma feminista – bem, todos nós sabemos o que usualmente as irrita, não é mesmo? Dica: começa com um E.

Ainda assim, o maior impulso da discussão cultural que nós estamos tendo atualmente sobre pessoas malvadas na internet é sobre as ameaças de violência sexual, comentários abusivos e insultos sexuais contra as mulheres. Tais ameaças e abusos têm sido descritas pelas feministas como uma tentativa de “calar metade da população” (que seria a metade com vaginas), enquanto que a proporção mais pesada de ameaças e abuso recebidos pelos jornalistas do sexo masculino, parecem ser irrelevantes demais para se falar.

Com certeza parece que vivemos em uma cultura que endossa violência sexual e terrorismo emocional contra as mulheres, hein? Onde as mulheres são aterrorizadas e abusadas a ponto de se silenciarem, enquanto os homens são de alguma forma livres para expressar suas opiniões da maneira que desejarem, sem o tiro sair pela culatra, de jeito nenhum.

Oh, espere. Realmente parece que nós não vivemos em uma cultura de estupro, ao menos não em uma que possa ser descrita como alvejando as mulheres especificamente, ou sequer predominantemente. É precisamente por isso que uma acusação de apologia ao estupro (no contexto das vítimas femininas), particularmente se é homem o acusado, é suficiente para trazer o peso da desaprovação social majoritária sobre as cabeças de quaisquer acusados.

Agora, se você quer um exemplo REAL de apologia ao estupro, eu sugiro que você leia o que a feminista Mary Koss, consultora para as definições usadas na Pesquisa Nacional de Violência sexual entre parceiros íntimos do Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC), e que originou a infame estatística de estupro de 1 em cada 4 universitárias, tem a dizer sobre vítimas homens de estupros perpetrados por mulheres:

Nós reconhecemos a inadequação da coerção verbal feminina e legitimidade das percepções masculinas de que eles tiveram relações sexuais não desejadas. Embora os homens possam eventualmente, penetrar sexualmente mulheres quando ambivalentes sobre seus próprios desejos, esses atos não estão de acordo com as definições legais de estupro que são baseadas em penetração do corpo da vítima.

“Ambivalentes/conflitantes sobre seus próprios desejos”? Eu acho que assim parece mais erudito do que dizer: “Cara, qual é o seu problema? Você sabe que queria. Você deveria estar feliz porque deu uma! High five!”

E isto não é apenas uma atitude radfem – se fosse, não teria conseguido encontrar lugar em uma das maiores pesquisas dos EUA sobre parceiros íntimos e violência sexual. Este é um valor central da cultural predominante – que homens são, ou deveriam ser, incapazes de não querer sexo. Isto nem é culpabilização da vítima – você precisa ter uma vítima reconhecida para poder culpabilizar a vítima.

Isto é apologia do estupro institucional, sistêmica, não apenas orientando as atitudes de umas poucas pessoas dentro de uma cultura, mas orientando pesquisas, políticas e leis. O próprio fato de que essa atitude existe, enquanto qualquer questionamento sobre a responsabilidade pessoal da mulher para manter-se longe da violência (de qualquer tipo) é considerada apologia ao estupro, e pode ser usada como uma tática de humilhação e silenciamento, desacredita exatamente as descrições feministas de cultura do estupro.

Está com vontade de mais?

“VOCÊS HOMENS SÃO ASSUSTADORES/ PERIGOSOS/ QUEREM MACHUCAR AS MULHERES”

De acordo com as feministas, violência de gênero contra mulheres é sistêmica e onipresente – uma epidemia global. O Evento V-Day de Eve Ensler, A Ascenção de um Bilhão de Mulheres, foi anunciado como uma demonstração global para chamar a atenção para “1 em cada 3 mulheres no mundo todo, que serão vítimas de estupro ou violência em suas vidas.” Mais recentemente, 1 em 3 transformou-se em 1 em cada 2 em alguns círculos. E de acordo com muitas feministas, essa violência de gênero contra as mulheres é uma parte intrínseca d’O Patriarcado. Ele (O Patriarcado) tem um propósito, e esse propósito é manter os homens dominantes e as mulheres aterrorizadas e subjugados a eles.

Assim como trolls da internet são retratados como especificamente tentando silenciar a metade da população que tem vaginas, a violência de gênero contra as mulheres supostamente existe para manter as mulheres em seu lugar. Isto é simplesmente como o patriarcado mantém a subordinação das mulheres e a supremacia dos homens – através do estupro e espancamento das moças para que elas sejam mantidas em um estado de pavor e desamparo, seja por sua própria vitimização, ou sua consciência da vitimização de outras mulheres e o entendimento de elas poderiam ser as próximas. Como Marilyn French escreveu em livro, “A Guerra contra as mulheres”:

Enquanto alguns homens usarem força física para subjugar mulheres, nem todos os homens precisam. O conhecimento de que alguns homens o fazem é suficiente para ameaçar a todas as mulheres.

Agora, eu não vou nem entrar na credibilidade dessas estatísticas – o uma a cada 3 e uma em cada 2, porque a precisão de suas afirmações é irrelevante. É suficiente entender que para muitas (quiçá a maioria, talvez até mesmo todas as feministas do pensamento predominante) estas estatísticas são consideradas críveis, e que a violência dos homens contra as mulheres é particularmente gigantesca, mais gigantesca do que a dos homens contra homens, ou mulheres contra homens, ou mesmo das mulheres contra as mulheres – por causa do contexto patriarcal.

Lembrem-se, as crianças, a intenção é tudo. Quando uma mulher bate em seu marido (coisa que praticamente, realmente, quase nunca acontece jamais de MESMO, certo?), ela está frustrada, ou perdeu a paciência, ou está tentando não ser mais pisada por ele, ou está sentindo que não é ouvida. Quando um homem bate em sua esposa, ele está afirmando o seu domínio patriarcal, mantendo-a em seu lugar, reforçando o seu status próprio como O Homem na relação. E lembre-se, numa sociedade patriarcal como a nossa, esse tipo de violência não é apenas “comum”, é normalizado, esperado, apoiado, tolerado e exculpado, e as atitudes que levam a esse tipo de violência saturam a cultura de forma tão incisiva que sequer notamos – como quando você vive em uma comunidade com fábrica de celulose, depois de um tempo você simplesmente não sente mais o cheiro do enxofre.

Então, como é que uma acusação de que um homem – nem mesmo um ADH, apenas um homem – que tem uma opinião impopular “amedronta as mulheres”, é perigoso para as mulheres, quer prejudicar as mulheres ou mesmo ofenda as mulheres, pode ser uma tática de humilhação tão efetiva? Por que é que se tal acusação colar, pode significar a morte social para o homem disse? Por que é que homens acusados ​​disso foram obrigados a demitir-se de cargos de destaque – Larry Summers e Justin Vacula vêm à mente.

Mais do que isso, como é que atualmente  há um homem sendo julgado criminalmente em Toronto por ter tuitado educadamente para três mulheres que desaprovaram suas ações, alegadamente as fazendo temer por sua segurança? Por que, quando as ações que ele desaprovou eram uma campanha contra um desenvolvedor de jogos, uma tentativa de colocá-lo na lista negra dos empregadores e uma campanha de pôsteres expondo-o e o humilhando em sua comunidade por que algo que ele fez que as ofendeu?

Quero dizer, nós vivemos num patriarcado, certo? Patriarcados usam violência ou a ameaça de violência contra mulheres para “as colocar em seu lugar”. É normal. É apoiado. É esperado. É simplesmente o que os homens fazem. Assim, uma mulher acusando um homem de assustá-la com suas palavras, ou de ter ideias perigosas para mulheres, ou de querer machucar mulheres, ou ferir os sentimentos de mulheres, seria basicamente palavras a um vento repleto delas. Na realidade, se vivêssemos em uma sociedade onde violência de gênero contra mulheres fosse normatizada e desculpada, e onde homens fossem privilegiados e dominantes, poderiam ser as três mulheres as acusadas do julgamento em Toronto, por conspirar para minar ou destruir o status social e a vida de um homem, quando tudo que ele fez para merecer isso estava em conformidade com os valores e expectativas da sociedade.

Uma tática de humilhação dessas pode funcionar se a sociedade no todo desaprova a violência contra mulheres – particularmente a violência masculina contra mulheres – e endossa o uso, pelas mulheres, de ameaças, hostilidade e aniquilação social para manter os homens em seus lugares. O simples fato de que a dita aniquilação social deriva de valores sociais condenando violência contra mulheres desacredita completamente a ideia que violência de gênero é um fenômeno que dirigido às mulheres e que seja uma função institucional ou sistêmica das normas da sociedade.

Enquanto isso, as moças da SCUM e radical hub, com sua contemplação de infanticídio de meninos e castração química em massa, continuam dando suas conferencias internacionais, as audiências femininas continuam a rugir com gargalhadas qualquer que seja o homem que tenha seu pênis cortado, homens continuam a ser a maioria das vítimas de quase todas as formas de violência e morte e vítimas masculinas de violência feminina continuam a ser largamente ignoradas, quando isso não aplaudido  como uma expressão de poder feminino.

E o fato de que feminista usam as táticas acima para ou envergonhar um homem a ponto de ele se calar ou mudar seu comportamento, ou para recrutar os esforços de cavaleiros brancos, o sistema legal, corporações e o peso da censura pública para fazer isso por elas, meio que quer dizer que elas sabem que isso funciona. Se não funcionasse, então elas não o fariam, fariam? E se elas sabem que funcionam, elas devem ter algum pressentimento do por quê. O que deve significar que ou elas estão sofrendo de dissonância cognitiva extrema ou estão bem conscientes de que aspectos de suas teorias são questionáveis, senão altamente suspeitos.

 

A tradução foi feita pela Thais Drimel Andrade e revisada por mim. Para os opressores da Karen, breve esperamos ter a versão em vídeo legendado em PT-BR.
Aldir.

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