Estou sendo processada por ser editora da maior página antifeminista do mundo

Eu sou a Thais Azevedo, tenho 32 anos e moro em SP. Sou professora, formada em tradução, tenho uma consultoria linguística e trabalho com deficientes auditivos há 20 anos como voluntária. Todas essas informações são importantes para o relato a seguir.

Eu sempre gostei do assunto política, lia essa seção nos jornais e revistas quando criança, mas não me encaixava nem no PT nem no PSDB. Sempre fui colérica, energética, quando me importava com algo, era como se nada mais importasse. Essa sou eu, alguém que se dedica 1000% para as causas que acredita.

Fui apresentada ao libertarianismo há uns 4 anos. Fiquei encantada com tudo que ouvi a respeito, com as coisas que lia e com as palestras que assisti. Foi um choque saber que muitas das minhas inquietações por causa da política e da situação do nosso país tinham uma solução lógica e que ia de encontro ao que acreditava: o poder do indivíduo de tomar as rédeas de sua vida, assumir os riscos, ser livre para escolher e arcar com as consequências de suas escolhas. Nada de Estado ou de qualquer outro poder maior para tomar as decisões por mim! E ninguém mais pagando pelos meus atos.

Nunca gostei da ideia de outras pessoas tomarem quaisquer decisões por mim. E foi por isso que nunca me identifiquei com o movimento feminista. Quem eram aquelas mulheres e por que elas acham que sabem o que é melhor para mim? Mas eu sou mulher, nasci XX, nunca duvidei da minha feminilidade (nem da minha heterossexualidade, as a matter of fact). Por que não me encaixo nesse grupo que, teoricamente, se apresenta para me defender (nem sabia que precisava de defesa), luta pelos meus direitos (nem sei quais direitos os seres humanos ainda não têm), e deseja a minha igualdade (não acredito nesse termo por que não existem pessoas iguais, igualdade é um conceito que me entristece já que adoro ser única!)? A resposta a essas perguntas se veio quando comecei a ler sobre o assunto. Não necessariamente sobre o feminismo, mas sobre os movimentos coletivistas. Não existe um grupo coletivista que lute verdadeiramente pela “igualdade” dos indivíduos que, na teoria, representam. Aqui entram os movimentos gayzistas, africanistas, nazistas, fascistas, machistas, feministas… Todos querem uma só coisa, a superioridade de seus pares. Mas e a homofobia, o racismo, o assédio às mulheres, as agressões sofridas pelos homens? Não tem como negar que existem pessoas agressivas no mundo. Como negar algo desse tipo? Quem seria capaz de olhar os números de homicídio cometidos no país e dizer que vivemos num “país tropical, abençoado por Deus”? Vivemos num país de violência absoluta e eu encontro a solução para os problemas atuais no libertarianismo. Foi então que me percebi uma anti-feminista. E agora? Serei a única anti-feminista do mundo? Por Deus, não! Existem outras pessoas que pensaram fora da caixinha e se encontraram fora do coletivo que “representa” as mulheres. Ufa! Que alívio! Quantas coisas aprendi nos grupos que participo, nas postagens que leio, nos links que me levam a blogs cada vez mais voltados ao assunto e, principalmente nos livros.

No final do ano passado, fui chamada para escrever para a minha página favorita: Moça, não sou obrigada a ser feminista (www.facebook.com/forafeminismo2). Que honra! Que privilégio! Mas o que eu escreveria? Meu forte nunca foi a escrita! Mas eu tinha um sonho, falar das coisas que eu tenho aprendido a um grupo que eu tanto amo, um grupo que faz parte da minha vida há 20 anos: os surdos! Eles também merecem ter acesso às informações que eu tenho! Foi quando eu fiz a proposta de me deixarem fazer um vídeo falando dos motivos pelos quais eu não sou feminista, mas em LIBRAS, sem áudio, somente com legenda. Eu não sabia, mas estava fazendo algo que nunca fora feito no mundo! E a resposta foi imediata! Comecei a receber ameaças, a ser reconhecida na rua, começaram a me xingar de todo tipo de nome, mas também fui inundada de carinho pela comunidade surda, por pessoas que nunca me viram na vida, mas que dividiram comigo suas angústias, seus medos, suas tristezas, sua alegria de terem visto o tal vídeo. Comecei a fazer outros vídeos, o projeto está em pausa, mas logo retomo com novos vídeos, fui chamada para escrever sobre outros assuntos. Fiquei muito feliz em saber que podia ajudar pessoas, falar das coisas que estava aprendendo.

Essa história poderia terminar por aqui, mas o motivo pelo qual estou escrevendo esse artigo é, até onde os movimentos coletivos conseguem lidar com os indivíduos que pensam diferente deles? A resposta é, eles não conseguem. E cercear a nossa liberdade de pensar, de falar, de se expressar é o que eles mais tentam fazer. Como? Eles atacam postagens que vão de encontro ao que eles mais têm medo: a verdade! Eles não querem que os ingênuos saibam da verdadeira intenção de seus movimentos, de sua agenda “secreta”, da maneira asquerosa que eles tratam dos que “ousam ir contra a maré”.

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A página Moça, não sou obrigada a ser feminista sofre ataques quase que semanalmente, houve um episódio em que 9 dos 11 editores e administradores da página estavam bloqueados por causa de denúncias feitas ao Facebook pelo conteúdo que postamos. Os bloqueios foram de 24hs a 30 dias sem podermos acessar nossas páginas pessoais, não podíamos falar com nossos queridos, com nossos amigos… só por que fizemos postagens que foram denunciadas, mesmo elas não infringindo nenhuma lei, nenhuma norma do Facebook, mas por que sofremos ataques em massa de feministas, sim, as mesmas que dizem querer a liberdade, o direito de ter uma opinião sem ser criticada por ela, são as primeiras a querer calar aqueles que vão contra o que elas pregam. Certa vez, recebi uma notificação do Facebook pois uma das minhas fotos fora denunciada por conteúdo violento ou que incitava a violência. Sabe qual foto era? Uma foto minha, mandando beijo, segurando a caneca que vendemos na página “Feminist Tears” com o filtro da campanha anti-aborto que fizemos em resposta ao filtro da campanha que as pró-aborto fizeram. Ser contra o aborto agora é incitar à violência? Que mundo é esse?

Por causa do grande número de pessoas interagindo comigo no meu perfil pessoal, decidi fazer uma página minha, onde postaria o que quisesse (viva a liberdade!), sem que isso prejudicasse a minha interação com meus amigos e familiares (meu objetivo principal ao ter um perfil no Facebook, além do candy crush!). Continuo como editora da página Moça, não sou obrigada a ser feminista pois adoro escrever para lá, adoro os amigos que fiz por causa dela e adoro o feedback rápido que temos lá. A página tem um crescimento absurdo, recentemente ultrapassamos a marca das 420.000 curtidas! Somos a maior página anti-feminista do mundo! E isso tudo em pouco mais de 1 ano de existência. Eu fico impressionada com os números! Que orgulho poder fazer parte disso! Mas essa “fama” toda tem seu preço. Uma das coisas que as pessoas não entendem é que não somos funcionários da página, não recebemos para escrever lá, não temos metas a cumprir, somos pessoas que pensam relativamente iguais (discordamos de várias coisas que nós mesmos postamos! Rs), mas que têm o objetivo de levar todo nosso conhecimento às mais de 420.000 pessoas que nos seguem! Uma outra coisa é, não somos responsáveis pelos comentários feitos em nossas postagens. Acreditamos que cada um é responsável pelo que fala, pelo que faz. Por isso assino minhas postagens como #thaisazevedo  , assim quem segue a página sabe exatamente se fui eu que escrevi ou não! Não somos formadores de opinião, somos somente expressores de nossas próprias opiniões.

Na sexta-feira, dia 13 de maio, enquanto estava na sala de espera de um hospital esperando os médicos virem me avisar que a cirurgia do meu pai fora bem-sucedida, tensa, nervosa, ansiosa, com medo, triste, recebi a informação de que eu havia sido intimada e que estava sendo processada por uma feminista. Eu não sabia do que se tratava e estava fora de casa sem saber quando voltaria já que havia ido às pressas ao hospital para a cirurgia de última hora do meu pai. Quando cheguei em casa e li a intimação continuei sem entender. A feminista afirma que fui omissa, que minhas postagens têm teor polêmico contra o movimento feminista, que eu incito o ódio a pessoas que pensam como ela! Mas eu só exponho os fatos que aparecem para mim! Em determinada parte da intimação, ela afirma que eu promovo encontros para instigar discussões entre os grupos rivais e que na maioria das vezes, essas reuniões terminam em agressões verbais entre os grupos. Ela esqueceu de dizer que o único evento parecido com esse, eu estava dentro de um restaurante e as feministas estavam do lado de fora gritando meu nome e ofensas direcionadas a mim. Uma parte chegou a entrar no restaurante para se certificar de que era eu mesma. Mas tudo bem, se ela não quer falar disso, falo eu!

Vamos aos fatos. Ela fez uma postagem pública em seu perfil pessoal compartilhando um post da página satírica, Joselito Muller. O texto tem como título “Empresário abre cotas para feministas em carvoaria, mas nem uma aceita”. O comentário que ela fez foi basicamente esse: Para os homens que dizem que direitos iguais só funcionam quando convém, que ela abriria vaga para os homens que queriam ser estuprados, mas que isso não seria conveniente a eles também (como se estupro fosse uma questão de escolha conveniente a qualquer um dos sexos). A página recebeu o print dessa postagem dela. Foi publicado na nossa página e, como tudo que postamos, teve uma boa repercussão. Em tempo, não acho que preciso dizer que sou contra o estupro de qualquer pessoa, né? É algo tão óbvio, mas que às vezes, se faz necessário dizer. Ela se sentiu ofendida por termos colocado o print no ar.

E o que ela quer com isso? Vou falar só da parte que cabe a mim e ao Facebook nesse processo. Ela quer que eu me retrate publicamente, que eu pare com meu discurso de ódio (!!!) totalmente “opressivo às feministas”, que apague o print imediatamente (ele foi apagado no dia que recebi a intimação), ela afirma que fui omissa, porém em nenhum momento ela entrou em contato comigo ou com a página pedindo a exclusão do post e dos comentários ofensivos. Aproveito aqui para reiterar que não posso me responsabilizar pelos comentários de terceiros em postagens que fazemos na página, a página que ela afirma ser feita por “abominadores do feminismo”, machistas e com conteúdo pesado e polêmico. Ela afirma que sou “conhecida no Facebook por criar páginas polêmicas contra o movimento feminista”. Ela afirma receber ofensas de seguidores da página, ela quer que o Facebook exclua de forma definitiva a página Moça, não sou obrigada a ser feminista por causa de seu teor opressivo.

Cadê a sororidade? Cadê o direito de ter uma opinião diferente, sem que ela seja, automaticamente, considerada opressiva? Por que ela quer a exclusão da página e não somente da postagem? Por que ela me atacou pessoalmente com um processo sendo que ela não tem como provar que fui eu que fiz a postagem? Quero só saber se meu direito à livre expressão será defendido pela justiça, por que eu, Thais Azevedo, posso não concordar com o que falam, mas defendo a liberdade de cada um falar o que quiser!

Eu entendi claramente seu objetivo, destruir uma página anti-feminista. Querem nos calar e não vamos deixar que isso ocorra! Temos um compromisso com a verdade, com a transparência e com a lógica, por isso somos anti-feministas! Somos pessoas que irão continuar a falar de assuntos que são difíceis de digerir e que sabemos que não agradará a todos, mas não nos calaremos.

Eu preciso da sua ajuda. Eu preciso de ajuda financeira. Os custos com o processo são muito elevados e eu sei que os movimentos têm se juntado para atacar pessoas como eu, como você que me lê agora mesmo. Eu sei que você pode ser o próximo a sofrer represálias por ter uma opinião, por isso precisamos mostrar que não somos poucos, somos muitos e somos fortes! Nos destruir será muito mais difícil do que se imagina!

Existem algumas maneiras de você me ajudar com o processo. Você pode fazer uma doação (http://forafeminismo.blogspot.com.br/2016/05/faca-uma-doacao.html?m=1)  ou comprar uma caneca (http://forafeminismo.blogspot.com.br/2015/10/canecas-feminist-tears-communist-tears.html). Toda renda arrecadada será usada para os gastos da viagem, do processo e caso entre mais do que preciso, o dinheiro será investido em uma plataforma para melhor atender a demanda anti-feminista e anti-coletivista.

Toda e qualquer quantia é bem-vinda, não existe valor que não aceitaremos! Se você quiser conversar comigo pessoalmente, fique à vontade para me contatar (www.facebook.com/pagthais). Por conselho dos meus advogados, não posso revelar maiores detalhes do processo, mas posso tirar qualquer dúvida que venham a ter. Se não puder contribuir, me ajude compartilhando esse artigo (gigante, eu sei! Sou muito prolixa para resumos) com o maior número de pessoas para que elas conheçam esse lado do feminismo que quer calar as suas vozes opositoras.

Muito obrigada por ter me lido até aqui.

Beijos opressores! 😉 :*

Thais Azevedo

55 thoughts on “Estou sendo processada por ser editora da maior página antifeminista do mundo”

  1. “Por que não me encaixo nesse grupo que, teoricamente, se apresenta para me defender (nem sabia que precisava de defesa), luta pelos meus direitos (nem sei quais direitos os seres humanos ainda não têm), e deseja a minha igualdade (não acredito nesse termo por que não existem pessoas iguais, igualdade é um conceito que me entristece já que adoro ser única!)?”.
    Nunca pensei ler um conjunto de frases tão ignorante e egoísta como esse. Eu te conheci hoje, através desse texto, por curiosidade a um post ridículo que um amigo postou hoje (que não é de sua autoria, mas veio da página “Moça, não sou obrigada..”). Não me considero feminista, mas luto contra a cultura machista. Acho que mesmo sem querer, você pode ajudar a desconstruir lutas importantes pelas mulheres. Porque, embora você não precise de defesa e nem aprecie a igualdade, foi preciso que grupos de mulheres corajosas conquistassem nosso direito de votar e de ter voz entre as lideranças nas nações. Mas ainda hoje, é preciso que as mulheres lutem para que nenhuma outra ganhe menos que o homem ao seu lado só por ter uma vagina, que seja preterida em cargos de diretoria só por usar saia, que tenha seu espaço invadido por homens na rua que se acham no direito de encarar e fazer “elogios” ou até mesmo passar a mão. Assim como os negros hoje só conseguem enviar racistas para a cadeia porque houve quem lutasse por eles, ou estão nas universidades porque houve quem reconhecesse a desigualdade que sofriam, nós, mulheres, precisamos das bravas feministas e de um monte de não feministas como eu, para termos o respeito que merecemos como gênero, como sexo, como mulheres. Você pode discordar, como eu discordo, de muito do que as feministas mais radicais dizem ou pensam, mas ter um papel de luta contra esse movimento? De desconstruir as conquistas? É vergonhoso. E é egoísta.

      1. Achei muito interessante os argumentos de Thais Azevedo, em especial por ela ser uma mulher que vai além, genuinamente independente, uma mulher de um senso altamente crítico, uma defensora genuína da liberdade de expressão. Quem tenta calar vozes divergentes como a dela é que deve ser considerado verdadeiiramente opressor/opressora. Concordo com Thaís porque também sou um defensor ferrenho da liberdade de expressão e opinião. E se as feministas acham que vão falar todas as vozes divergentes de seus movimentos, estão totalmente equivocadas.

      1. Eduardo Pereira

        O que é ser feminista? Poderia me explicar o porque da autora deste post ser “feminista”?

    1. Genilson Oliveira

      de um lado temos pessoas que usam argumentos, de outro pessoas que usam achismo como argumento e se acham donas da verdade.

    2. Vergonhoso é você que utiliza uma causa tão nobre quanto lutar contra machistas idiotas pra fazer politicagem. Utiliza de um argumento válido para tentar impor regras inúteis, para tentar se impor, para tentar se tornar o opressor ao invés do oprimido.

      Esquece da própria causa quando se torna aquilo que caça. Se torna o monstro que tanto odeia. Reclama de homens que fazem mal e ameaçam, e se torna uma pessoa assim.

      Não se esqueça que Hittler se achava um pobre oprimido. Oprimido pelos tiranos judeus.
      Nunca se esqueça disso.

    3. O Direito das mulheres votarem,NÃO É UM DIREITO,SIMPLESMENTE.AS MULHERES NÃO PRECISAM SE ALISTAR PARA VOTAR .

    4. Mergulho Mergulhão

      1 – Sim, precisa. Desde a pré-história, sejam os homens ou o estado que tome seu lugar. Uma cultura pra vc conhecer: os Inuit e vai perceber claramente como mulheres simplesmente não durariam dias vivas ao contrário dos homens se assim desejassem e se fossem convencidos de que não precisam de ajuda. 2 – Direito sem dever, como exemplo o sufrágio sem alistamento, tem outro nome: privilégio. Busque saber a história por trás das garantias e porque existe alistamento obrigatório. 3 – Realmente, pra que esteja em par de igualdade teria que fomentar marchas pelos deveres. 4 – Qual luta? A de interromper a vida de uma criança a bel prazer? Cotas? Equiparação de salário independente de experiência na área ou tempo de serviço? A falsa sensação de segurança ao acabar com as cantadas de pedreiro? 5 – O feminismo é um movimento da esquerda. Vc não conquistam nada para si, se apropriam assim como do direito ao voto como se fosse uma conquista do movimento e poderão ser descartadas assim que o estado se auto-sustentar. Massa de manobra….

    1. Obiwan Shinobi

      Naturalmente é uma limitação de todo esquerdista.
      Mas ler até o terceiro parágrafo até que foi uma evolução.

  2. Faça a coisa sensata.
    processe de volta por calúnia e difamação.
    Ou melhor, gente assim sempre tem um podre gigantesco, só dar uma pesquisada e você provavelmente vai encontrar evidência de coisa que da ao menos uns 6 anos de cadeia.

  3. Gostei muito do texto e vou deixar aqui o meu relato pessoal também.
    Hoje tenho 33 anos, sou formado em Ciências da Computação e como o meu perfil indica sou uma pessoa totalmente voltada para a matemática.

    Portanto mesmo tendo estudado e me formado em universidade pública eu nunca me envolvi com nenhum coletivismo ou politicagens. Aliás, devo confessar que era totalmente inocente.

    Pouco tempo depois de me formar comecei a ficar com uma menina de 18 anos que estava fazendo vestibular. Ela queria fazer direito na USP mas não conseguia passar. Eu ajudei ela a estudar e infelizmente tudo que conseguimos foi um curso de “ciências sociais”. Que confesso que eu nem sabia o que era.

    Ela desanimou mas eu incentivei ela. Pedi para entrar no curso e sentir como era estar dentro da universidade. Sair deste mundo de vestibulando e cursinho que muitas vezes atrapalha a pessoa.

    Ela entrou no curso e de cara teve uma greve que assustou ela. Alunos fazendo piquete e ameaçando quem fosse pras aulas. Ela que era muito simples, bem pobre, sendo chamada de burguesa por ter feito um cursinho pago (financiado pelo avô) e tudo mais.

    Ela achou de cara estranho tanta gente “comunista” e com ódio ao capitalismo e aos “burgueses”. Eu tentei ao máximo ajuda-la. Algumas vezes ela até chorou e eu disse que faria o que fosse para ajuda-la a se sentir confortável para continuar ou até para desistir caso ela sentisse isso o melhor pra ela.

    O engraçado deste meu relato é como ela mudou depois que começou a estagiar. Já estávamos juntos há quase 4 anos. E ela tinha virado tudo o que ela temia e se assustava no inicio do curso.

    Ela só falava em luta e outras coisas mais. Ela tinha um pai ruim e machista e por isso entrou na luta. Mas por várias vezes mostrei que ela estava sendo consumida pelo ódio. Que não era este tipo de coisa que parecia certo.

    Ela começou a frequentar o núcleo das feministas de São Paulo. E consequentemente eu também.
    Fui a palestras com ela e coisas do tipo. Até que um dia ela me passou um artigo da “escreva lola escreva”. Falando do machismo na minha área. Que mulher sofria para se tornar programadora.

    Eu fui no blog, e li que era um relato sem sentido e muito raso de uma menina que nem tinha se formado e estava reclamando de coisas sem sentido dos colegas dela. A menina até escrevia coisas do tipo “minha turma tinha inveja de mim por eu ser melhor e mais inteligente”.

    Eu, já era professor de universidade e analista de sistemas da maior empresa do governo de são paulo decidi dar uma opinião honesta. Dizendo que lamentava o que a menina passou, mas que a visão não era exatamente esta. Que eu até perguntei para os meus alunos e ninguém concordava.

    Citei muitos pontos da minha vida. De dificuldades que muitas pessoas passam e que não é por ser homem ou mulher que a pessoa tem que julgar uma área inteira ruim. Citei que na faculdade vivia com apenas 400 reais por mês.

    Resultado a própria escritora e suas fies leitoras começaram a me ameaçar. Coisa que a tal da Lola, reclama de ser ameaçada! Estavam procurando até aonde eu morava.

    Sendo que nem ofendi ninguém! NADA.
    Até redigi um e-mail para a tal lola, dizendo que era um absurdo uma docente estar alienando as meninas a ponto de fazer aquilo que ela critica.

    Ela me respondeu e eu nunca tive coragem de ler.
    Um mês depois esta minha ex foi escondida para a marcha das vadias. Eu fui até lá, tirei ela de uma confusão que ela estava batucando dizendo que iria matar um cara que “mexeu com uma mina, tem que morrer”.

    Eu questionei ela. “Você me dizia que era contra a violência. Contra justiceiros. Contra gente que faz justiça com as próprias mãos. Agora esta falando em matar um cara?”

    Neste dia eu terminei com ela. Faz quase 2 anos e foi a melhor coisa que fiz na minha vida.
    Depois de terminar ela mesmo assumiu que dentro das feministas existem muitas coisas erradas. Mulheres que se acham ou querem ser superiores aos homens e coisas do tipo.

    Mas até hoje ela esta lá, cada dia mais fanática.

    1. Aos primeiros sinais de que uma mulher está começando a pensar como feminista, pelo mínimo que seja, é honrar as bolas que tem no meio das pernas e mandar a dita cuja pra puta que pariu. Com todo respeito a vc, mas Vc foi um trouxa indo com ela pra essas marchas e o escambau, é assim que se começa a manginar, mas vc saiu quando pôde e acredito que tenhas se livrado desse mal que é o feminismo e as mulheres que seguem seus ideais. Abs

      1. Eu não fui pra marcha com ela.
        Ela foi sem me avisar, e quando liguei ela estava lá. Eu fui porquê ela levou uma irmã de 13 anos na época e achei perigoso. Muitas manifestações estavam tendo brigas e outros problemas.
        Quando cheguei e encontrei elas, vi a cena que citei. Falei para ir embora mas ela quis ficar.
        Então eu dei 3 passos para sair de lá e estourou uma bomba do lado dela. Voltei e peguei as duas para tirar dali. A experiência não é boa, mas não me prejudicou. Apenas me deu aprendizado.

        E estamos falando de um relacionamento de 4 anos. Eu sou uma pessoa que tenta arrumar antes de qualquer coisa. Mas não deixo de desistir quando não tem mais solução.

    2. Tive uma grande amiga, aliás ainda tenho nas redes sociais, mas que meu contato hj com ela é quase zero, e antes era um contato quase diário. Ela era inteligente, gostava de música, era totalmente contra essas politicagens e uma pessoa de coração enorme que não cabia no peito, mas ainda assim com a cabeça um pouco fraca, pois de 2014 pra cá, alguma dessas amigas dela metida a hipster acabou influenciando ela de tal maneira que hj em 2016 ela SÓ posta coisas sobre feminismo, sobre golpistas, sobre o malvado Temer e essas encheções de saco esquerdistas, que ninguém liga.
      Essa gente que defende a esquerda que me desculpe, mas são insuportáveis repetindo todo dia a mesma coisa, tive que deixar de seguir essa ex-amiga e fiquei muito, muito triste por ela ter se tornado tão vazia. O preço que uma pessoa paga ao se tornar esquerdista fanático (e direitistas tbm em vários casos) é afastar as pessoas próximas de si.

  4. Nicole Aguiar

    Adoro seu ponto de vista Thais, bate muito com minha linha de pensamento. Acho que qualquer um tem que ter seu direito de opinar e discordar. Afinal, se todos pensassem igual, que discussão teríamos? que mudança teríamos?

    Acho q todo movimento radical tem sua importância, o feminismo foi mt importante na conquista do direito ao voto pela mulher, o movimento de negros pelo voto e igualdade de direitos entre pessoas negras e brancas, etc.

    Mas acho que hoje em dia alguns movimentos tomaram uma conotação mt exagerada, chegando a ofender outras pessoas que pensam diferente. Por exemplo, alguns movimentos seriam capazes de ofender pessoas religiosas que estivessem na proximidade. Ou o que feministas fizeram na jornada da juventude, quando o papa veio aqui. O movimento religioso tb merece respeito, e ali estão pessoas que cultivam um pensamento diferente em alguns pontos, e nem por isso elas são piores e melhores. Acho que quando o pensamento e crenças de um grupo não atinge outro, está tudo ok. O problema é que esses movimentos querem fazer você pensar que nem eles, e se vc não pensa igual vc não presta, ou vive em um século atras! Isso é um absurdo.

    Também acho essa questao de rotulos mt chata, pq eu devo me rotular anti feminista por nao pensar que nem essas feministas que andam por ai, contestando de sutiã, etc? Acredito que esse movimento feminista do jeito que ta não me representa, e precisamos adaptá-lo à uma nova realidade, hoje “melhorada” para as mulheres, do que a do séc XX e os outros.

    Eu sou contra algumas radicalizações do feminismo, como as que você apontou. Mas acho que é necessário o feminismo “na medida”, por exemplo, mesmo que esteja bem melhor, as mulheres ainda são julgadas de forma diferente em alguns ambientes de trabalho, etc. Tb moro em uma cidade grande, e acredito que em cidades rurais, o feminismo deve ser bem importante para defender as mulheres, pois pode ser que lá os homens ainda as tratem como sendo feitas pra os servir.

    Enfim, não fui clara, não sou boa com palavras, mas acho que não sou nem feminista, nem anti feminista, sou liberal, e com certeza irei atras desse movimento “libertanismo” (Acho que é isso ne?), que vc menciona, mt bacana.

    Quanto essa temática do estupro, acho que atualmente as mulheres merecem uma atenção especial sim, pois elas sempre acabam sendo difamadas, e tidas como “estragadas” depois do ocorrido. Acho que deveriam receber um tratamento diferenciado e acompanhamento psicológico, pois somo sensíveis, e normalmente mais que os homens.

    A repercussão de uma foto de uma menina pelada que manda para o namorado seria totalmente diferente de um homem pelado… uma mulher que fica com varios é puta e um homem que fica com varios é garotão. Uma mulher que ta solteira, é fracassada e solitaria, um homem que ta solteiro é garotão…. Acho que é importante o movimento feminista, mais que ele seja na medida e saiba respeitar as outras opniões.

    Não acho que homem e mulher são iguais, assim como as mulheres diferem entre si e os homens tb.
    Como a Nadia Rodrigues falou em uma discussão, os homens tem algumas tendencias cognitivas, de raciocinio diferentes das mulheres, assim como as mulheres tem outras tendencias, são mais dinâmicas, tem mais percepção do que se passa no ambiente, etc…

    1. Falou MUITO e falou MERDA, parei ao ler na falácia: “o feminismo foi mt importante na conquista do direito ao voto pela mulher,” DIRETO A VOTO ou PRIVILEGIO A VOTO? Feminismo não conseguiu NENHUM direito a voto! Em democracias era comum que APENAS um cidadã(o) tem direito a voto, e para se tornar um cidadã(o) efetivamente tinha que prestar serviço militar, se as mulheres prestassem serviço militar – como foram os casos de algumas na 2a guerra – elas tinham SIM direito a voto!!! Então HOMENS que não prestassem serviço militar TAMBÉM NÃO TINHAM DIREITO!!! E ATÉ HOJE no Brasil por exemplo, HOMEM NÃO VOTA se não se alistar pois para tirar titulo de eleitor é OBRIGATÓRIO se alistar no exercito, e essa exigencia é APENAS para os Homens, então NÃO, as mulheres não conquistaram um “direito” conquistaram um PRIVILEGIO (pois o direito JÁ TINHAM desde que cumprissem os pré-requisitos, que eram os MESMOS para os Homens).

    2. E vem falar que “todo movimento radical tem sua importância”… haja paciência! Me mostre a importância disso (só se for para mostrar como é um movimento doente): – “Homens que são acusados injustamente de estupro podem, às vezes, aprender com essa experiência.” – Catherine Comins
      – “Chamar um homem de animal é elogiá-lo. Homens são máquinas, são pênis que andam.” – Valerie Solanos
      – “O macho é um acidente biológico: o gene Y (masculino) não é outra coisa mais que um gene X (feminino) incompleto, ou seja, possui uma série incompleta de cromossomos. Por outras palavras, o macho é uma fêmea incompleta, um aborto ambulante, abortado na fase de gene. Ser macho é ser deficiente; um deficiente com a sensibilidade limitada. A masculinidade é uma deficiência orgânica, uma doença; e os machos são aleijados emocionais.” – Valerie Solanos
      – “Todos os homens são estupradores, e isso é tudo que eles são.” – Marilyn French
      – “Eu sinto que odiar os homens é um ato político honrado e viável.” – Robin Morgan
      – “Quero ver um homem espancado e sangrando, com um salto alto enfiado em sua boca, como uma maçã na boca de um porco.” – Andrea Dworkin
      – “O homem é um animal doméstico que, se tratado com firmeza, pode ser treinado e fazer algumas coisas.” – Jilly Cooper
      – “É assim que nós venceremos, não reproduzindo machos. Convencendo um grande número de mulheres a não dar a luz ao sexo masculino. Nós temos o poder absoluto sobre a reprodução e os homens sabem disso. Essa é a nossa arma.” – Feminista Brasileira
      – “Nós mulheres precisamos nos unir e aprender a matar para podermos parar os homens e acabar com nossa opressão de milênios” “E como disse Solanas, a eliminação é até mesmo misericordiosa para com os homens, pois os liberta da existência espúria, indigna, insignificante e degradante a qual estão condenados. O futuro da humanidade, se chegar a existir, só pode ser mulher.” – Feminista Brasileira
      – “É uma tendência natural da evolução eliminar o sexo masculino. Sim, as espécies evoluídas não possuem mais o macho, pois as fêmeas serão capazes de produzir filhas sem a contribuição do macho. E essa é a verdade da evolução da espécie humana” – Feminista Brasileira
      – “Desprezada e negligenciada nao é de estranhar que a menstruação revide. A TPM (tensão entre patriarcado e menstruação)” – Feminista Brasileira
      – “Nós temos o dever moral de exterminar essa praga que assola o nosso mundo e a ação mais amorosa, mais eficiente e mais fácil pra diminuir e finalmente acabar com a violência e o estupro é parar de produzir meninos. Existem métodos muito fáceis, práticos e baratos de **seleção sexual**, não temos nada a perder com o desaparecimento do sexo masculino, na verdade, todo mundo só tem a ganhar.” – Feminista Brasileira
      – “A ciencia encontrará um meio para criar bebes sem esperma, todos os bebes nascerão meninas. MENINOS NUNCA MAIS! Todos os meninos devem ser erradicados, e deverão ser castrados e terem seus pintos imundos lentamentes removidos. Garotas e mulheres deverão participar da tortura e exterminio. Nossa! Como seria emponderador! Os meninos deverão sofrer por serem machos” – Tammy (?)
      – “Tevemos tirar o poder deles para se comportarem, quero dizer, deveríamos coloca-los em algum tipo de campo [de concentração]” – Julie Bindel
      – “Espero que a heterossexualidade não sobrevive, na verdade. Eu gostaria de ver uma trégua na heterossexualidade. Eu gostaria de uma anistia na heterossexualidade. Porque sob o patriarcado é uma merda” – Julie Bindel

      1. “Feministas” antigas com problemas psicológicos assim como os homens que provavelmente passaram pelas vidas delas e estupradores. Colocam no mesmo saco todos os homens. Exprimem seu ódio baseado em experiencias pessoais ruins. Confundem diferenças genéticas com diferença de direitos.

  5. Uma pena que ao momento estou sem trabalho, e não posso ajudar. Mas sério, ler textão de mulher inteligente nunca cansa, ao contrário, senti foi falta de mais texto expondo a verdade nua e crua sobre essas patricinhas bancadas pelo papai, que não fazem outra coisa além de chorar por por pequenas causas e fingirem que protegem e defendem direitos de mulheres.

  6. Se fudeu uheueheuheueheuh
    Ela fala tanto de liberdade mas os pares dela tb amam denunciar em massa as publicações de páginas feministas e LGBT, de esquerda em geral.
    Não adianta querer se fazer de vítima agora, foi se meter com quem não presta que arque com as consequências.

    1. ôo inútel, ele esta certíssima , lutando pelo que é realmente certo e real, pessoas idiotas como vc… o Brasil não precisa

      1. feministas teoricamente lutam pela igualdade entre generos, vcs lutam para que seus conceitos sejam respeitados. Honestamente nunca vi nenhuma feminista respeitar a opinião de quem não apoia o movimento e respeito implica respeito! Se querem evolução evoluam, é uma questão de equilíbrio! tbm muitas das pessoas que não apoiam não são contra, (como eu) desrespeitando-as assim, só ganham antipatizantes. >:/ (seu comentário só provou sua ignorância, por isso esse movimento não vai pra frente! ignorância alheia)

    2. E por algum acaso ela responde por “os pares”?

      Será que vale um apelo à Lei de Godwin aqui? Imagina uma pessoa dizendo “ah, se fodeu, judeu que quer mexer com nazista tá pedindo pra apanhar”. Ou que tal a versão feminista “mulher que se envolve com homem que não presta tem que arcar com as consequências”?

  7. Elvis Rodrigues

    Olha, moça, não sei se não te avisaram, mas vir fazer a Fada Bela no comentário e ser uma pregadora de misoginia para/com outros misóginos é ser covarde. Diga o real motivo de estar sendo processada. Qual era a mensagem que acompanhou a foto em sua postagem? Diga que não incitou o ódio contra ela assim como faz com todas as feministas, estereotipado o movimento e deturpando seus valores através de discursos misóginos e tendenciosos.

    1. Feministo lambendo absorvente. Deprimente, mas típico.

      – “Pregar misoginia” – aonde? Ditar as fraudes do feminismo é a mais nova definição de misoginia?
      – “Para outros misóginos” – aonde? Um grupo de defesa dos direitos dos homens e meninos é sua nova definição de “bando de misóginos”?
      – Incitação ao ódio? Estereotipação? Estranho, seus pares feministas fazem isso diuturnamente e não recebem o mesmo “carão”.

    2. Misoginia às avessas é o que faz os Movimentos Feministas. Não há deturpação. Vocês são a escória mesmo. Não defendem a Mulher. Pregam o ódio.

        1. Mergulho Mergulhão

          A escória da escória. Um feministo, um tipo que nem as próprias feministas toleram. Racismo reverso não existe, realmente. Existe apenas racismo e não é exclusividade de brancos.

        1. kkkkkk feministo tentando ser engraçado, só prova o quanto é imbecil, igual as feministas kkkka
          Vira homem rapaz.

    3. andre william

      “estereotipado o movimento e deturpando seus valores ”
      Todo homem é um estuprador em potencial
      Dona de casa é um cancer
      Família é uma invenção patriarcal para subjugar a mulher
      A sociedade é Misógina
      Cultura do estupro

      Acuse-os do que vc é, é justamente a principal arma dos “movimentos” de direita.

  8. Por favor, caiam na real.
    O feminismo é só uma manobra bem feita pelo governo para ganhar aliados, melhor dizendo , ALIENADOS.
    Promovem toda uma situação, as “vítimas” acabam criando um movimento e insitando ódio, por terem recebido um ódio fictício.
    EU POSSO sair de calcinha na rua, mas eu não devo. Qual o benefício de expor o meu corpo ?
    Não sei o porquê eu iria querer os “direitos” dos homens sendo que não acho correto muitos hábitos frequentes de deles.
    Até trair as feministas querem só porque os homens são conhecidos como seres que traem.
    Gente, DESVIO DE CARÁTER qualquer um pode ter, é desnecessário fazer um movimento alegando “fatos” tão ridículos.
    Eu me sinto mais atacada pelo feminismo do que por qualquer outra coisa.
    Essas feministas não aceitam opiniões contrárias às delas. Já tentei de forma gentil várias vezes expor meu ponto de vista para elas, e adivinhem ? Fui oprimida !
    Sou do sexo FEMININO, e o movimento feminista não me representa.
    A única coisa que reconheço, é que lá atrás existiram mulheres que lutaram de forma digna para termos direitos hoje, assim como homens também. Mas hoje esse “FEMINISMO” para mim é apenas mulheres que querem fazer coisas inaceitáveis e ter um alicerce manipulando pessoas sem informação !
    A maioria das feministas são mulheres que querem trair e não ser chamadas de mulheres sem respeito para não dizer outros nomes.
    Creio que vai ser difícil para o movimento “feminista” desconstruir a idéia de certo e errado para muitos !

  9. Ajudem e suportem a Thais Azevedo financeiramente com o que puderem quer seja muito ou pouco pois ela necessita muito da vossa ajuda para fazer frente as enormes despesas deste processo em tribunal ! Tudo o que puderem dar será muito importante para suportar os custos deste processo e futuros problemas que as ignorantes violentas feministas tentem causar a esta corajosa e bonita feminina mulher que muito admiro ! Sou português e os movimentos feministas crescem como um cancro na sociedade portuguesa destruindo a paz e a liberdade ! Os movimentos ignorantes feministas extremistas violentos absurdos sem qualquer ideologia alem de quererem, eliminar os homens da face da terra que estão em todos os países a multiplicar-se diariamente têm que ser eliminados da sociedade para voltar a reinar a paz e liberdade no mundo !

  10. Você é Maravilhosa! Amo seu trabalho o profissionalismo e a postura! Me vejo em você. Sofremos preconceito por não fazermos parte desse movimento sem fundamentos.

  11. Parabéns. Dou todo apoio. Conheci sua página hoje. E serei seu seguidor a partir de hoje. Continue. Se elas te apoiassem, é porque você estaria no caminho errado.

  12. Priscila Perazzolo

    Muito interessante, é aberto um processo contra você com o objetivo de calar e extinguir a pagina “moça, não sou obrigada a ser feminista” e no final das contas por causa desse processo as próprias feministas ajudaram a promover a pagina (pois por causa do processo estamos divulgando muito mais compartilhando). O efeito foi contrário…. (altas gargalhadas), e ainda por cima estão te ajudando a dar um up na pagina, tenho certeza que esse dinheiro virá e será bem vindo. Vai dar tudo certo. Tudo coopera para o bem

  13. Tem todo o nosso APOIO Thais de Azevedo. Esses movimentos FEMINISTAS querem abrir uma “FENDA” nos relacionamentos entre os HOMEM e as MULHERES. Atacam constantemente a “masculinidade” dos Homens, como se isso fossem uma DOENÇA a ser extirpadas.
    Com o pretexto de lutarem pela IGUALDADE das Mulheres ao dos Homens, elas querem CASTRAR ou AFEMINAR todos do sexo Masculino, para se SENTIREM mais próximas dessa IGUALDADE. Querem transformar o “Machismo ou Machista” como um sinônimo de CRIME HEDIONDO, ignorando de que são palavras derivadas do MACHO.
    Homem que é HOMEM, é MACHO sim, do contrário, é um GAY.
    Homem “Macho” Masculino, sabe: RESPEITAR; PROTEGER; DEFENDER e principalmente AMAR as Mulheres “FEMININAS”. Pois tem a consciência de que elas são a PARTE OPOSTA que lhe COMPLEMENTAM.
    Existem vários tipos de Homens: Violentos; Grosseiros; Psicopatas; Ignorantes; Valentões; Covardes; Arrogantes; que são ERRÔNEAMENTES taxados de “MACHISTAS”, pelas Feministas.

  14. Thais Alves Marinho

    Thais, somos xarás! Como vai? Fico admirada com seu empenho e desenvoltura, não deve ser fácil lidar com os constrangimentos pelos quais você passa por defender aquilo que você acredita. Te admiro pelo seu empenho. Mas, depois de assistir seu vídeo em Goiânia e ler seus argumentos no seu blog fiquei pensando que sua pauta não precisa ser um ataque ao feminismo. Você critica os dualismos (homossexuaisXheterossexuais, machismoxfeminismo…), mas você está incitando um novo dualismo feminismoXanti-feminismo. Em muitos dos seus argumentos vejo semelhança com a causa de alguns grupos feministas (o feminismo não é um bloco único e homogêneo), como por exemplo, o direito de fala para as mulheres, a luta contra o silenciamento das mulheres. Acredito que no mundo da política funciona melhor somar forças e atuar em rede, isso é mais eficiente e eficaz do que promover contradições e conflitos. Acho que o temor das feministas é que você tenha uma pauta partidária e camufle o seu discurso de antipartidário e neutro para atrair atenção à sua pauta de direita. Isso seria evitado se você não atacasse os movimentos sociais, a esquerda e partidos de esquerda. Não ouvi críticas à direita no seu discurso, embora vc tenha dito que não defende partidos. Enfim, quis lhe escrever para que vc saiba que apesar dos discursos e ações radicais (de todos os lados) há pessoas que discordam da sua postura, mas que mesmo assim, admiram seu empenho e seu empoderamento. Não se cale! Mas, também não agrida!

    1. Mergulho Mergulhão

      A direita não dá sustentação a narrativas vitimizantes que é a essência dos movimentos pós-modernos.

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