A dinâmica do medo masculino

Nota: Este artigo é de21 de fev. de 2013.

Recentemente, Andy Man postou uma breve introdução e links para uma série de vídeos produzida por Kelly Jones. Esta mulher articulada e obviamente inteligente teve um grande trato para falar da natureza de homens e mulheres, muito do qual eu concordo com ela.

O que foi de particular interesse para mim, porém, foi sua proposta explanação sobre por que alguns homens, aos quais ela refere-se como manginas, parecem desesperadamente incapazes de resistir em conceder e habilitar a neotenia nalgumas mulheres, ou, com outras palavras, por que esses homens (de fato, todos os homens em suas implicações posteriores) assumem o fardo da hiper-agência em seus relacionamentos com mulheres, efetivamente insistindo que aquelas mulheres levam vidas de incompetência e dependência.

Ela prossegue dizendo que sua explanação também abordou o fenômeno da misandria. A resposta, de acordo com Jones, é preguiça:

Homens têm permitido que as mulheres literalmente se tornassem imbecis. É o próprio homem preguiçoso que deseja ser tão estúpido e irracional quanto puder sem comprometer sua sobrevivência, o que é responsável pela misandria em uma grande parte.

Agora, desde o começo eu achei essa resposta insatisfatória, tanto em termos de explicar a predisposição dos homens em tolerar mulheres infantiloides quanto como gênese da misandria.

Eu falarei mais sobre isso quando concluir, mas penso que é mais importante dizer que simplesmente apontar buracos na teoria de Jones não é o objetivo deste artigo. Eu de fato achei muito de sua apresentação convincente. Melhor que isso, ela eloquentemente tocou em questões que eu gostaria de reformular, dado que penso que elas são cruciais para o discurso comum aqui.

Por que tantos homens toleram e de fato parecem insistir em habilitar um comportamento irracional, materialista, auto-absorto e grosseiramente imaturo por parte das mulheres?

Por que alguns homens vão tão longe para idealizar este tipo de mulher, atendendo a cada vontade caprichosa e aparentemente sem ter limites do que eles terão que suportar ou abrir mão em seus esforços para agradá-la?

E por que, quando questionados, estes homens, em sua maioria, demonstrarão níveis macabros de negação, inépcia nas palavras ou explanações, ou como último recurso uma ira direta contra qualquer um fazendo as perguntas?

Estas, creio eu, são as questões do século para o homem moderno. E este ponto é um dos poucos lugares onde eles têm uma chance de ultimamente encontrar respostas substantivas.

Minha resposta para isso, como a de Jones, é bastante simples. Eu também penso que é bem mais precisa.

Medo. Mais precisamente, medo do que a maioria dos inconscientes das mentes masculinas interpreta como o vazio sombrio, doloroso e mortal que eles residem sem a validação de seu valor aos olhos da mulher.

Eu devo reconhecer neste ponto que não ofereço estas observações como empíricas. Não tenho fontes, nem duvido que o suporte empírico para estas ideias seja escasso ou inexistente. Estas observações são submetidas unicamente para o julgamento de sua mente racional e nada mais.

É uma questão complicada, e uma que não pode ser explicada sem um entendimento da experiência coletiva e histórica dos homens, de sua educação, e experiências familiares pessoais.

Pense que até a Revolução Industrial famílias estavam mais comumente envolvidas em assuntos de negócios envolvendo todos os seus membros. Seja lá se fossem fazendeiros ou artesãos, a maioria dos homens trabalhava próximo de casa. Eles estavam íntima e continuamente envolvidos nas vidas de seus filhos. Filhos (meninos), as únicas crianças relevantes nesta discussão, eram esperados seguir os passos dos seus pais depois de serem tutorados em suas habilidades durante seu desenvolvimento.

A conexão com o pai, mesmo quando carregada com todos os conflitos esperados na luta pela individuação, era a fonte primária de aprovação e identidade para o filho. Era nos olhos do pai, e ultimamente em seus próprios trabalhos, que ele encontrava seu valor, ou sua falha, como homem.

A relação marital em casa era muito diferente daquela dos tempos modernos. A não ser que fosse uma família influente, e poucas eram, mulheres trabalhavam e labutavam junto com maridos e filhos. Elas eram componentes integrais do sucesso familiar. Não é difícil para mim imaginar que o domínio das “necessidades emocionais” para as mulheres era uma prioridade muito menor que é hoje em dia.

E então os homens inventaram as fábricas.

Enquanto em retrospecto é provavelmente inapropriado chamar isto de uma “revolução” industrial, dado que ocorreu em um intervalo de tempo tão abrangente, era não obstante um grande quantidade de mudança social associada com o desenvolvimento de processos centralizados de manufatura em larga escala. O número de residentes nas cidades americanas dobrou em 40 anos, de 15 milhões para 30 milhões, entre 1860 e 1900. O crescimento foi lado a lado com a proliferação de fábricas.

Isto teve um significativo impacto na família. A primeira mudança monumental na vida dos homens foi que isso removeu o pai de casa.

Pais, que antes comandavam as preocupações familiares, agora deixaram suas famílias para trabalhar nas fábricas, fosse na manufatura ou no gerenciamento dos negócios. Os filhos, claro, continuaram em casa com a mãe.

Agora, estou certo que esta afirmação poderia ter o efeito de incitar uma feminista a registrar-se no site apenas para que elas possam apontar que mulheres trabalhavam nas fábricas também. E sim, elas trabalhavam, mas não eram muitas. A maioria das mulheres, mesmo daquele tempo, não era adequada para a natureza fisicamente árdua do trabalho, e a maioria das famílias precisava de alguém em casa para cuidar dos filhos. Fazia sentido que a pessoa com maior capacidade para a labuta, e que não precisasse cuidar dos infantes, tomasse para si tal responsabilidade.

Como a história claramente ilustra, foi isto o que aconteceu.

Então algo mais aconteceu. Enquanto homens labutavam para cuidar de suas famílias, eles começaram a exportar os produtos dos avanços tecnológicos de volta para casa. Comida nas cidades não era cultivada pelos consumidores. Era comprada e preparada. A garrafa de leite foi desenvolvida e patenteada em 1877, e entregadores de leite engarrafado em domicílio vieram em 1878.

O que isso acarretou foi que quanto mais os homens trabalhavam, menos as mulheres tinham que trabalhar. Pela primeira vez na história as mulheres, ao contrário dos homens, começaram a ter opções sobre o que fazer com o tempo que tinham. Algumas escolhiam trabalhar, muitas outras escolhiam estabelecer-se num novo papel, como donas-de-casa.

Por que isto é importante à discussão? Porque este é o momento da história em que as mulheres começam a experimentar um tempo maior de ócio como nunca antes. Este tempo ocioso, creio eu, foi o começo dos problemas para os homens, e para todos nós.

Com o pai removido a fim de produzir renda, e com a mulher tendo tempo para nutrir “necessidades emocionais” em vez de trabalhar, as crianças, em especial os meninos jovens, começaram a ser postos no papel de marido suplente no caso da ausência contínua do pai. É uma forma de incesto emocional que foi conduzido com o conluio do pai, que geralmente tornava seus filhos “o homem da casa enquanto estou fora”.

Isto efetivamente deixou os meninos sozinhos com mães quietamente desapontadas e ociosas que usavam seus filhos para tampar o vazio emocional que surgia de uma vida com muitas opções e pouco para de fato ser feito.

Então o papel do pai modificou-se significativamente. Ele foi demovido de líder familiar para executor e financiador da mãe. Estou certo que não muito depois de massas de pessoas terem migrado para as cidades o dito “Espera só até seu pai chegar em casa” tornou-se uma ameaça comum para assegurar uma conduta aprovável das crianças, em especial meninos mais jovens.

O que desenvolveu-se daí foi o prenúncio da ruína familiar; o pai, o ganha-pão arrimo de família e o autoritário-quando-for-necessário, participando em nada além de uma fração da vida familiar em comparação a seus predecessores; a mãe, beneficiária, dependente, isolada e preenchendo o vazio de sua vida com necessidades emocionais que o pai não pode preencher (porque afinal ninguém pode). Mães voltaram-se para seus filhos e começaram a reverter o papel de cuidador, emocionalmente falando.

É um modelo comum ainda hoje, mesmo em famílias pós-divórcio.

E que mudança isso provocou na psiquê dos meninos? Pois em um ato eles foram de medirem a si mesmos agradando o pai com demonstrações de competência em um ofício ou negócio, para medirem a si mesmos agradando a mãe em termos emocionais.

É simples assim.

E é profundo assim.

Em uma sociedade que cunhou a frase “Se mamãe não está feliz, ninguém está feliz”, isto tem profundas consequências no desenvolvimento emocional e psicológico dos homens jovens.

Quando a medida de seu valor, como inculcada todos os dias de sua vida, está em preencher as infindáveis necessidades de um adulto infantilizado, a ausência de aprovação de tal adulto torna-se uma forma de morte.

Pense na norma de como nós percebemos o desrespeito ou mesmo o simples descontentamento de uma mãe nesta cultura. Agora imagine diversas gerações de mães que exploram isso a cada momento, a ponto de transmutar as mentes de seus filhos em maternalistas conformados.

Junte a isso o fato que mesmo quando meninos jovens conseguem um escape temporário de casa na figura da escola, eles entram em um sistema onde a submissão aos desejos femininos é essencial para qualquer medida de sucesso. Imagine o que acontece quando a falha em agradar as mulheres na escola resulta um recadinho da professora.

Bem, espere até seu pai chegar em casa.

Agora junte isso com milhões de anos do instinto humano masculino em ser aprovado pelas mulheres para reprodução, e as expectativas evolutivas e socializadas mescladas para os homens proteger, prover e sacrificar-se pelas mulheres.

Seria um sério exagero imaginativo que em 2013 teríamos uma população de homens que literalmente não podem conceber suas próprias existências sem espelhar sua adequação aos olhos de uma mulher?

Isto não oferece uma explicação plausível de por que a absoluta insanidade do feminismo de gênero ter florescido e encontrado apoio praticamente universal dos homens? E eles têm apoiado, ou pública e notoriamente pondo-se a si mesmos prostrados diante do altar do feminismo (mulheres), ou nocivamente habilitando um silêncio advindo do fato que eles estão apavorados demais para falar.

Depois de eu ter posto meu comentário para Jones, ela respondeu, e pareceu inferir de minha afirmativa inicial sobre medo que talvez o problema fosse o velho “ego frágil masculino”.

Você diz, Paul, que manginas auxiliam as mulheres por medo do vazio de identidade advindo de serem rejeitados pelas mulheres. Isto é, você diz que estes homens trabalham como escravos não por preguiça (é claro) mas por medo de não serem agraciados por mulheres. Então seus egos são tão frágeis que eles precisam dessa felação psicológica de terem que ouvir que são escravos bons e úteis?

Eu tenho que rejeitar essa premissa também.

Primeiro, e para clarear rapidamente um detalhe, eu não usei a palavra mangina e nem a tenho usado em meus escritos nesses dias. Não é que eu não ache que estes homens merecem ser envergonhados, mas não no contexto dessa discussão. Eu não estou falando de homens que são conscientemente obsequiosos, mas dos homens médios, muitos dos quais toleram as mais egrégias condutas e amarras parasíticas das mulheres, mas provavelmente nunca conscientes da degradação.

Isto não é uma questão de alguma deficiência inata ou idiossincrática do ego masculino. Egos intactos são produto de um desenvolvimento emocional e psicológico saudáveis. A maioria dos homens, desde a revolução industrial, tem tido o desenvolvimento da saúde de seu ego sabotado desde o nascimento. Nunca houve uma chance de eles se defenderem da dependência da aprovação feminina. De fato, a sociedade como um todo aderiu à ideia de fazer os homens tão servis quanto possível.

Não finjo ter uma solução para isso também. Reconhecidamente a pílula vermelha está agora disponível para a minoria dos homens que podem digeri-la. E quanto mais homens digerirem então mais os seguirão. Pode levar uma centena de anos ou mais para reverter dessa forma.

Mas, como todo respeito à Sra. Jones, não há nenhuma resposta a ser encontrada para o homem médio nos clichês misândricos. Preguiça, ego fraco, e o resto todo são apenas mentiras cobrindo uma realidade básica: homens patologicamente temem a rejeição das mulheres porque nós os criamos para ser patologicamente dependentes da aprovação feminina.

Isto não foi criado por homens e mulheres em um vácuo. Foi um produto cultural de uma sociedade cujos avanços tecnológicos ultrapassaram a capacidade humana de adaptar-se e ajustar-se funcionalmente.

Se existem respostas, e acredito que eventualmente elas aparecerão, elas serão encontradas em um entendimento matizado da condição humana que vá mais profundamente que rotular todo o comportamento disfuncional como falha de caráter.

Se existir um caminho para sair da misandria, é este.

 

Originalmente publicado no AVFM. 
Tradução: Anderson Torres.
Imagem: DasWortgewand, Lic. CC0.

19 thoughts on “A dinâmica do medo masculino”

  1. Yago Luk de M

    Esse texto foi baseado na opinião de Robert Bly? É muito parecido. De qualquer forma, concordo com o Paul, mas somente que a Revolução Industrial agravou a situação, a causa primária ainda é o medo da rejeição feminina. Não se trata de ter “ego frágil”, mas humanos são sensíveis a aprovação social, tanto de seu próprio sexo quanto do oposto, sendo comum a existência de conflitos entre ambos. David D. Gilmore mostra isso em “Manhood in the making” e, principalmente, em “Misogyny: the male malady”. Agora tô pensando quais as chances da “misoginia” e da “misandria” existirem como uma forma de “corrigir um desequilíbrio” entre buscar a aprovação feminina e buscar a aprovação masculina?

    1. Dom Rafael Costa Souza

      Cara, lendo issome fez perceber que EU SOU UM MENINO ainda quanto ao Machismo (ser, agir e pensar do homem). Venha cá: esse material que você citou, só tem em inglês?
      Paz.

      1. Infelizmente, só. Eu queria traduzir, mas tenho tanto trabalho que acabo deixando pra depois, ainda nem comecei.

        1. Dom Rafael Costa Souza

          poxa, eu li joão de ferro, e não gostei, não: o cara “parece” ser ocultista/ esotérico! quase não o acabei, de tão chato que o achei!

          1. Yago Luk de M

            O Bly tem esse defeito. Citei-o mais pela similaridade de opiniões. Já o Gilmore é científico e gosto bastante.

  2. Não sei se alguém vai ler este textão, mas senti na necessidade de escrevê-lo.

    Acredito que o homem aceita o vitimismo da mulher por causa de sua aparência, esta é angelical e delicada. É engraçado que o feminismo sempre tentou quebrar essa imagem da mulher frágil e delicada, que precisa ser salva e protegida pelo homem. Estamos cansados de ver em filmes, séries, desenhos, quadrinhos, novelas, etc., mulheres tão fortes quanto os homens, seja psicologicamente ou fisicamente. Mesmo diante disso, de todo esse esforço feminista, que de fato aconteceu e ainda acontece muito, pode-se dizer que virou regra representar as mulheres dessa maneira, os homens ainda veem as mulheres como aquela que não pode ser agredida, espancada, violentada ou mal tratada. Ao contrário de como eles se veem, claro, pois a violência contra o homem é relevada, principalmente se partir de uma mulher. É algo muito confuso, ao passo que o feminismo não admite que as mulheres sejam vistas como o sexo frágil, também não admitem violência ou tratamento severo e ríspido a mulher se for partido de um homem.

    O fato é que o homem ainda se deixa enganar pela aparência feminina, que é realmente mais bela e delicada. É como se essa aparência garantisse às mulheres a qualidade de bondade, como se o feminino fosse o bem e o masculino o mal. A crueldade não se aplica somente ao ser humano com aparência rude ou qualquer coisa do gênero. Mulheres podem ser tão cruéis e violentas quanto os homens. Há diversos casos de mulheres que matam ou agridem seus ex-companheiros, não somente isso, como também fazem uso dessa condição de frágil para se vingar de homens inocentes. Isso através da nossa atual justiça misândrica, a qual condena homens por falsas acusações de violência feitas por mulheres à delegacia da mulher. Se não usam o judiciário, usam a sociedade, ou seja, usam outros homens para punir quem elas queiram por motivos fúteis. Mesmo assim, a sociedade não generaliza atitudes cruéis e covardes de mulheres, só generalizam se for do homem a mulher. E isso por quê? Por causa do feminismo.

    É algo complexo, pois o que garante às mulheres a proteção e privilégios é justamente suas aparências de frágeis. Mas ao mesmo tempo o feminismo contaminou todo o meio de entretenimento fazendo das mulheres o oposto de frágil. O que me leva a perguntar: será que conseguiram mudar essa imagem realmente? Eu acredito que em parte sim, pois você nunca vê um homem dizer que as mulheres são o sexo frágil e já se acostumaram a vê-las saindo na mão contra homens nos filmes, séries e desenhos. Se uma mulher se porta de maneira realmente frágil e delicada, que precisa ser salva e protegida pelo homem, causa um certo incomodo não somente às mulheres mas também aos homens. Portanto, em parte, realmente, através da ficção, o feminismo conseguiu fazer com que as pessoas não aceitem que as mulheres sejam representadas como frágeis. Isso na ficção. Já na vida real, basta um homem levantar a mão a uma mulher que toda a sociedade se revolta. O feminismo vai querer as punições mais severas possíveis ao homem. Isso por ser uma mulher agredida por um homem, não é necessariamente porque foi uma pessoa forte agredindo uma mais fraca, pois se assim o fosse, um homem mais fraco sendo agredido por uma mulher ou um outro homem mais forte deveria causar tamanha revolta e comoção da sociedade e do movimento feminista.

    Então você veja, querem ser representadas tão fortes quanto os homens, não importa se é psicologicamente ou fisicamente, tem que ser tão forte senão mais forte que o homem, mas ao mesmo tempo querem ser protegidas e intocáveis. Ou seja, um tratamento diferenciado por serem mulheres. O que me leva a conclusão que não passa da mais pura inveja do papel masculino na sociedade de ser o protetor, líder e provedor. Elas querem esse papel, contudo sem receberem o mesmo tratamento que o homem. Na verdade, o feminismo não quer esse papel, qual feminista vai querer o papel de proteger e prover o sustento de homens? Não, elas não querem. Muito menos querem exercer os trabalhos mais pesados da sociedade. Elas simplesmente querem o status desse papel na sociedade. Tudo isso para alimentar seus egos que são insaciáveis. Elas não querem mais responsabilidades, deveres, tratamentos iguais em tudo, querem somente o status que o homem recebe com tudo isso. Não basta o enaltecimento do que é feminino, querem também o enaltecimento daquilo que o homem é ou foi. É tudo uma questão de alimentar o ego delas, nada mais do que isso. Na prática sempre veremos que igualdade ao pé da letra elas não vão querer de jeito maneira.

    O que eu concluo com tudo isso? Que o homem vai continuar deixando se enganar por causa da aparência feminina, o feminismo vai continuar criando problemas a fim de conseguirem privilégios e a fim de conseguirem enaltecimento por aquilo que elas não são de fato. E isso vai continuar, se depender do feminismo, para sempre. Pois o ego delas nunca vai ser preenchido por completo, a inveja e o ódio delas nunca vão ser saciados. Vai ser um problema atrás do outro, uma confusão atrás da outra. Se não há problema, elas vão criar um para que possam continuar com o vitimismo.

    Agora, como resolver essa situação? Desmistificando o feminismo. Observando a canalhice, as distorções que fazem da história, suas atitudes hipócritas e expondo tudo isso na internet e lutar para que um dia chegue a grande mídia. Então é preciso estudar a história sem uma ótica feminista. O problema é que a história humana é imensa, há muito o que se analisar. É preciso muito estudo. Não conheço nenhum anti-feminista historiador. Precisamos de um, talvez já exista, alguém pode me citar algum?

    1. Gabriel Orciole

      Não é possível que eu como homem concorde com você. Ainda utiliza a palavra “homem” de forma generalizada, onde ocorre o erro jogando em nossa cara o “medo” que de fato não é real. A vitimização feminista ou da mulher não é o problema. Vai muito além de questões tão simples e em minha opinião superficiais. Odeio ler textos que ignoram e não compreende os próprios homens. Em minha opinião, pela primeira vez fiquei insatisfeito com tamanho descaso e falta de intelectualidade por parte do autor do texto – por mais “inteligente” que aparente ser sobre o assunto feminismo e o papel do homem na sociedade.

      1. Aldir Gracindo

        É bem provável que você seja só mais um dos milhares e milhares de usuários de internet que PENSAM que entendem mais, são mais inteligentes, perceptivos, têm melhor compreensão das coisas. Só quando resolvem expressar sua visão privilegiada é que os outros veem o quanto são aloprados. Ou talvez não. Mas esse é o caso da maioria dos “Jênios” que frequentam sites, blogs, páginas, Youtube, etc.

        1. Gabriel Orciole

          Quando levar em consideração o fato de que talvez, exista falhas em seu argumento talvez veja que seu ataque a minha pessoa, através da ironia, mostre que falhou em seu ponto de vista ou argumento. Não existe visão “privilegiada” e também não existe essa de “pensam que entendem mais”. Se existe falhas em seu ponto de vista, corrija. Não seja uma criança que ao invés de atacar o argumento ou entender o ponto de vista, prefere desviar e fazer descaso. Você não é o único que avalia as posições feministas. O que indica espaço para aperfeiçoar e chegar a soluções eficazes ao invés de criar a separação.

          1. Aldir Gracindo

            Diz o genial comentarista que diz ter visto um monte de falhas no comentário textão do outro, no artigo que leu, que “odiou” ler, aliás, mas não apontou nada, não insinuou alternativa.

            Disse que o autor “parece intelectual”, o que denuncia o seu baixo nível de leitura. Disse que ele “não entende o papel do homem na sociedade”, o que mostra que você não entendeu que o texto não é pra promover papel nenhum, é especificamente uma consideração sobre a pergunta feita por uma mulher sobre por que os homens não reagem às campanhas feministas – não é sobre papel nenhum, e é justamente esta a ideia, não é pra ser sobre “papel”.

            Você não apresentou ponto de vista algum, só criticou o artigo com argumento zero, porque é “uma criança”, depois se colocou em pedestal de intelectual atacado sem argumentos contra os argumentos que você não apresentou, como se você próprio tivesse escrito artigo e outros o estivessem comentando. Sim, você é um ignorante com a presunção já típica da baixa inteligência e ignorância na internet, onde existe uma multidão de faladores com pouca inteligência, pouca leitura, pouca educação formal, mas com bastante arrogância por causa da pouca leitura que os leva a pensar que sabem muito pra criticar o que nem conseguem entender ao ler.

            De fato, você é tão “bom” em fazer uma crítica vazia e depois reclamar que fizeram uma crítica vazia dos argumentos que você não deu, que vou abrir a porta da rua cedo hoje.

          2. Não entendi esse cara, ele não apresentou argumento algum e depois reclamou que você não rebateu os argumentos dele?? Mas como é que você vai contra argumentar algo que não existe?? Meu deus!!

          3. Uma curiosidade minha, Aldir, você estuda história ou ainda estuda? Precisamos de um historiador anti-feminista.

    2. William, boa tarde.
      Eu li seu textão e concordo com vc plenamente.
      Só pra complementar, esse movimento feminista encoraja-as para atos de heroísmos onde há plateia que as aplaudem.
      Por outro lado, sob qualquer sinal de perigo ou atitudes que as desaprovem, transformam-na em meras vítimas, ficando sempre o homem como boi de piranha de suas mazelas mal feitas.
      Errando ou não, sempre saberemos quem será o vencedor e o vilão desse contexto.

      1. É como eu disse na minha conclusão: “O que me leva a conclusão que não passa da mais pura inveja do papel masculino na sociedade de ser o protetor, líder e provedor. Elas querem esse papel, contudo sem receberem o mesmo tratamento que o homem. Na verdade, o feminismo não quer esse papel, qual feminista vai querer o papel de proteger e prover o sustento de homens? Não, elas não querem. Muito menos querem exercer os trabalhos mais pesados da sociedade. Elas simplesmente querem o status desse papel na sociedade. Tudo isso para alimentar seus egos que são insaciáveis. Elas não querem mais responsabilidades, deveres, tratamentos iguais em tudo, querem somente o status que o homem recebe com tudo isso. Não basta o enaltecimento do que é feminino, querem também o enaltecimento daquilo que o homem é ou foi. É tudo uma questão de alimentar o ego delas, nada mais do que isso. Na prática sempre veremos que igualdade ao pé da letra elas não vão querer de jeito maneira.”

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