Por que tantas mulheres adoram se fazer de vítimas?

Hoje, as mulheres controlam quase 70% da renda no Brasil e nos programas sociais dos governos ocidentais elas são sempre mais privilegiadas. Nas universidades, elas são 60% os estudantes e, portanto, possuem a garantia e que os melhores empregos serão delas. A vida das mulheres é muito melhor do que a dos homens, mas elas continuam se fazendo de vítimas e reclamando sem parar. O vitimismo feminino nunca vai acabar, porque enquanto ele for aceito, mais privilégios elas vão conseguir. Enquanto o vitimismo feminino continuar sendo tolerado e até alimentado, mis privilégios elas terão e mais paranoicas elas vão ficar! Essa paranoia existe no pensamento coletivo da sociedade, que faz todos acreditarem que elas estão sendo maltratadas e oprimidas, alimenta a loucura e estimula o desejo de vingança na mulher.

Quando é do interesse da mulher, ela se faz de “mulherzinha” e diz que só errou porque as mulheres são naturalmente mais emotivas e sem tanta malícia. Isso também serve para conseguir que os políticos, quase todos homens, continuem aprovando mais e mais leis que privilegiam a mulher, em detrimento do homem, criando uma sociedade de castas. Mesmo a mulher não se interessando pela política, ela é capaz de convencer a todos, incluindo os políticos de que ela merece e precisa ter privilégios. Que sociedade é essa que aprova leis e mais leis que beneficiam as mulheres em detrimento dos homens, mas continua sendo taxada de sociedade opressora e machista? Isso não faz o menor sentido!

Para uma mulher, é muito vantajoso. Mas esse pensamento coletivo alimenta a loucura, o ódio e um desejo de vingança.

Para uma mulher, é muito vantajoso se esconder atrás do rótulo de frágil e perseguida pelos homens. Os erros femininos são cada vez mais aceitos pela sociedade. E o mais impressionante é que ninguém na mídia toca nesse assunto. Quando é do interesse da mídia, a mulher é apresentada como um ser emotivo, mais pacífico, honesto, enfim, moralmente superior ao homem. Hoje, tudo o que é masculino é relacionado ao maligno, ao violento, sujo e o feminino, ao sensível, frágil, angelical.

Certa vez, uma feminista enviou uma feminista enviou uma mensagem para esse blog, dizendo isso: “O homem é o pior tipo de animal que existe!” Não é somente as feministas que pensam assim, quase toda sociedade foi convencida a acreditar piamente nisso. Mas isso tudo sempre é usado para conseguir mais privilégios para o sexo feminino. A ideia é “domesticar” o homem, mas por mais feminino e obediente que o homem se torne no futuro, ele nunca vai deixar de ser usado como álibi perfeito para justificar os erros e fracassos femininos. O masculino sempre será associado ao mal, para justificar eternamente a incapacidade feminina em lidar com a própria liberdade e poder. Uma sociedade madura, na qual as mulheres assumam seus próprios erros, jamais vai existir e elas vão continuar acusando os homens, pelo simples fato de que os homens são homens.

Ser mulher no século 21 é muito lucrativo, porém ninguém cobra nada da mulher, muito menos responsabilidade e ser mulher, hoje, é viver uma vida fácil sem poder ser criticada por isso. Mesmo em países como a Suécia, onde o masculino foi virtualmente extinto, elas reclamam e se dizem vítimas do machismo. No ocidente, o que vemos é a absoluta submissão do homem aos devaneios femininos. Em todo o ocidente, os cofres públicos sofrem com o peso do feminismo. O grande talento do feminismo é manter a mulher na eterna condição de vítima, vítima que deve ser defendida a todo custo. Se o homem usar o vitimismo, ele é execrado pela sociedade. Se o homem faz escolhas ruins na vida, ele dificilmente terá algum apoio, não vai poder reclamar e ainda será taxado de fracassado, inferior, e as mulheres vão ver esse homem como um fraco, um “pega ninguém”, etc. o homem sem poder jamais será aceito e perdoado pela sociedade.

Para o homem comum, a vida é uma guerra diária! Agora, se uma mulher reclamar, por mais patética que seja a reclamação, ela será ouvida e todos farão o possível para resolver o problema para ela e se os amentes, parentes e vizinhos não resolverem, o governo resolve. Se a mulher não tem onde cair morta, ela ainda assim será respeitada e valorizada pela sociedade. A mulher não é excluída por todos quando fracassa, só pelo fato de ser mulher ela já foi prejulgada como um ser merecedor de perdão, da complacência, que merece ser feliz, viver mais e melhor que o homem, mesmo se errar o tempo todo. Todo ano, são assassinados entre 10 e 12 vezes mais homens do que mulheres. Ninguém se importa!

Para a sociedade, a morte do homem é normal, algo que talvez signifique menos um animal no mundo, alguém que se tivesse vivido mais um pouco, talvez pudesse fazer mal ao próximo. Nas redes sociais, todos compartilham imagens de protesto contra animais maltratados ou que foram mortos de forma cruel, mas ninguém faz nada com relação aos milhares de homens assassinados todo ano. A vida do homem só tem um sentido se ela for usada para salvar a vida de outras pessoas, especialmente mulheres. O homem que espera alguma benevolência da sociedade está completamente cego e iludido. Converse com alguém médico ou médica e pergunte sobre a imensa quantidade de mulheres que chegam nos hospitais com a cara toda arregaçada por bandidos e cafajestes. Os mesmos bandidos e cafajestes que elas dizem adorar nas redes sociais e no dia a dia, os malandros que elas adoram, porque segundo elas: “O homem canalha tem um gingado quando anda e uma pegada incrível!” Pois é, e ao mesmo tempo, depois de levarem uma surra, terem até alguns ossos quebrados, elas voltam para eles!

Pergunte a qualquer médico para confirmar se estou mentindo aqui. Elas vão nos hospitais, destruídas, e dão as desculpas mais esfarrapadas para pouparem os psicopatas e cafajestes com quem se relacionam. Na Inglaterra, uma mulher pode matar, e se alegar que estava de TPM na hora do crime, será absolvida. Com os homens, as penas são maiores e a presunção de culpa é infinitamente maior. Somente a mulher possui o direito da presunção de inocência, vide as acusações falsas de feministas que têm levado milhares de homens a serem presos pelo país afora. Como eu postei anteriormente, 90% dos moradores de rua são homens e ninguém fala sobre eles. É como se a sociedade dissesse, de forma implacável: “É isso que vocês homens merecem!” Ninguém se importa com o sofrimento masculino.

O sofrimento do homem vira motivo de piada para todos. Se algum homem tem um problema mental ou psicológico, ou sofre algum trauma, se ele tiver muita sorte, terá alguém da família do lado dele, e só. As mulheres desprezam de forma cruel os homens mais limitados. Elas não sentem o menor remorso em rejeitar homens com algum trauma. Para elas isso faz parte da seleção do mais forte, algo bem darwinista mesmo. A vida do homem é muito mais difícil e solitária do que a da mulher. Observe que quando um homem faz aniversário, poucos se importam com ele, mas quando é uma mulher, todos vão lá no Facebook ou até ligar para ela dar os parabéns, a mulher é muito mais feliz e valorizada do que o homem, mas acusa o homem de ser mau e opressor!

O homem, definitivamente, não tem o direito de exercer seu vitimismo. Portanto, quando as mulheres dizem que gostariam de viver igual aos homens, elas mentem. A mulher atual se acostumou de tal fora com seu vitimismo infinito, que elas são incapazes de ficar alguns dias sem reclamar. Enquanto os homens são obrigados a encarar de frente seus erros e pagar o preço por eles, a mulher ri e lucra com cada erro masculino. Quanto aos erros femininos, os homens vão continuar pagando caro por cada um deles. E estão fazendo isso com um sorriso no rosto!

 

  • Originalmente publicado no Portal Conservador, enviado por autor anônimo e repostado no AVFM PT mediante autorização.
  • Como é do feitio do AVFM internacionalmente, anotamos aqui o caráter parcialmente de desabafo e hipérbole em parte deste artigo. Não se trata de manifesto ou encerra algum princípio ou a inteireza da nossa visão e valores  – outrossim, é parte de uma discussão.
  • Foto: Reprodução.

8 thoughts on “Por que tantas mulheres adoram se fazer de vítimas?”

  1. Os homens, enquanto homens, precisam se enxergar sujeitos de direitos e, como disse o autor, “exercer seu vitimismo”. Ninguém pode dizer que eles não são também merecedores de compaixão e direitos, seja lá quais forem. E a sociedade vai ter que aprender a conviver com isso.

  2. O feminismo está usando o caso de estupro do Rio de Janeiro repercutido internacionalmente para demonizar todos os homens e se vitimizarem: cultura de estupro, isso acontece porque a sociedade é machista, todo homem é um estuprador em potencial, estupro é tolerado, etc, etc. A mesma estratégia de sempre, e que sempre funciona pois é propagada pela grande mídia e provavelmente será propagada nas escolas e universidades. Isso só irá mudar quando a voz do homem que se opõem o feminismo e com razão, alcançar as escolas e a TV aberta.

  3. =o Cho-ca-da! kkk MEO to chocada com esse texto.. “O masculino sempre será associado ao mal, para justificar eternamente a incapacidade feminina em lidar com a própria liberdade e poder” ..isso é muito forte!

    1. Aldir Gracindo

      É engraçado ver essa burrice óbvia de pessoas que se acham mais inteligentes, com alguma capacidade “melhor” de “interpretar texto”. Os homens casados, com família, transferem a renda para suas mulheres e não é para elas gastarem com coisas do interesse dos homens.

      É só ver para quem a maioria dos anúncios de propaganda em todo veículos de comunicação são feitos. O tema repetitivo de ridicularizar, diminuir homens nas propagandas é uma boa pista. Claro que para você, cujo registro (esqueceu aberto, gente que faz o que vc faz costuma esconder) que circula pela internet achando que vai dar liçãozinha pros outros nos comentários, especialmente esses homens “com dificuldade de interpretação de texto, irracionais, vitimistas e preconceituosos”, é fácil pensar que tem uma visão melhor da mesma coisa.

      É evidente que qualquer texto onde mostrem que as mulheres são quem toma quase todas as decisões de consumo vai justificar isso para ajustar à narrativa feminista. Não é poder, isso, pelo contrário, elas decidem TAMBÉM para suas famílias, então não é poder, isso. Jornalistas são formados pra incluir esse tipo de justificação nas matérias por default. Mas pera, isso é só conspiracionismo, aprender a fazer o recorte feminista ao dar notícia, quando a própria notícia não direcionada pra isso, é questão de “boa formação”, não é? É “consciência social”.

      E se eles usufruem menos dos recursos deles, e elas “fazem tudo pela família”. Se os homens são 82-85% dos sem-teto, isso é por causa do “machismo”, se eles são a quase totalidade das mortes no trabalho, idem, se têm 10x menos de pesquisa em câncer masculino, idem. Eles são os privilegiados de qualquer jeito, na sua mentalidade cachorra.

      Não se sinta “sorry”, você é apenas mais uma feminiztazinha idiota que se acha especial e superior. Nada demais, é coisa que se vê todos os dias.

        1. Aldir Gracindo

          Aparentemente, ter o papel de bancar a família inteira, com a mulher como figura central disso, mas não ter nas mãos as decisões sobre como este dinheiro vai ser gasto, é “claramente” um privilégio dos homens perversos. Precisamos “desconstruir”.

    2. Aldir Gracindo

      Claro que o fato de eles receberem mais estar diretamente ligado à qualidade de vida inferior deles não está neste artigo. E se alguém escreve sobre isso, devia dizer que isso “também é machismo”.

      E o percentual desses gastos, feitos por essas mulheres, investido na qualidade de vida delas próprias? Ora, isso é porque elas são “construídas socialmente” para se tratar melhor “só para privilegiar os homens, que assim se tornam mais resistentes, o que prepara eles para o ‘PODER'” – “Também é machismo”.

      Eu poderia continuar por dezenas de exemplos, todos eles passíveis da retórica cretina de vocês, que apenas precisam dizer “mas isso também é ‘machismo’!” e botar um patético “kkk”, que aliás combina com vocês, já que feminismo é um movimento de ódio, tanto como a Ku Klux Klan, com a “delicada” diferença de ser ódio de gênero. Mas eu vou perder pouco tempo com debochinho de feminista mau-caráter (redundância) neste site. Especialmente porque eu já conheço seus “argumentos kkk”. Leve seu banzinho com “femimachismo”.

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