15 razões por que o feminismo sempre foi IMUNDO – Parte 2

Esta é a 2a e última parte do artigo. Se não leu ainda, clique aqui para ler a Parte 1 com introdução.

 

10) A alienação parental

Os pais, então, tinham preferencialmente o pátrio poder, o que significava a preferência em ter a guarda dos filhos, mas também a responsabilidade de os sustentar financeiramente. As “sufragistas” exigiram e obtiveram a “justa igualdade” do que foi chamado de tender years doctrine na Inglaterra, depois aplicada em todos os países ocidentais: Que o filho é da mãe na guarda, mesmo após o divórcio, mas os pais continuam, perante a Justiça (e a opinião pública preponderante até hoje) com a responsabilidade das contas. E até hoje todos nascemos e crescemos com a curiosa ideia de que o filho é da mãe (nos direitos e autoridade primeiramente da mãe), mas “também é do pai” (nas contas e responsabilidades) e ao mesmo tempo que os homens, por aceitar isso, são em regras abandonadores naturais porque “homem em geral não liga” para ter a guarda dos filhos.

11) “O que é meu, é meu e o que é seu, é nosso”

Elas queriam, e conseguiram, o direito de a mulher manter suas propriedades e bens intocados por seus maridos. Mas nunca requereram ou aceitaram o fim da obrigação legal e cultura dos maridos continuarem os provedores. Inclusive com mulheres casadas mantendo para si seu salário, mas maridos pagando suas dívidas, gastos e até impostos.

No Brasil, até não muito tempo atrás, mulheres casadas precisavam da autorização dos maridos para trabalhar e isso é visto como evidência de “opressão.” Eles serem responsáveis por elas como se elas fossem eternas adolescentes, não é. Até hoje é comum homens pagarem até graduações e pós-graduações para mulheres, enquanto eles prosseguem com menos formação e, diferentemente delas, terem todo o seu orçamento contingenciado.

12) “Exijo seus direitos recém-adquiridos. E que os seus deveres tradicionais sejam obrigatórios por lei”

Elas exigiram e conseguiram – com destaque ainda para as “sufragistas”, socialistas e terroristas inglesas Pankhurst, que “lutavam” pelo voto das mulheres mais abastadas e ainda ficaram lembradas como se quisessem o voto de todas – que as mulheres tivessem o direito ao sufrágio, sim. Mas também, não só que as mulheres não tivessem o dever de alistar a própria vida para a defesa dessa democracia – enquanto milhões de homens dos seus países lutavam contra o totalitarismo –, mas que o alistamento e convocação, sob pena de pesadas sanções estatais, fosse imposto por lei e somente aos homens.

Enquanto homens morriam aos milhares para ter o direito de formar sindicatos e receber salários suficientes para sustentar suas esposas e filhos, as primeiras feministas estavam em campanha pelo direito de uma mulher levar para longe os filhos de um homem e ainda usufruir do acesso ao dinheiro dele, ao que ela se acostumara durante o casamento. (Straughan)

13) Não gosta de feministas? Pois temos as “feministas antifeministas” para você

Enquanto isso, documentos de movimentos de mulheres “antissufragistas” da época mostram que o seu maior medo era chegar o dia em que as mulheres, tendo todos os direitos civis de votar e ser votadas, chegassem também a ter o dever do alistamento e convocação para guerras. É dizer, já havia as “antifeministas” que eram ainda mais “feministas”: tradicionalistas receosas que a retórica de “igualdade” fatalmente viesse a trazer igualdade de deveres e responsabilidades.

14) Guerra contra as drogas de então x guerra pelas drogas agora

Elas também se aliaram a religiosos conservadores moralistas na cruzada contra drogas e álcool. Carrie Nation, que que empunhava a Bíblia em uma mão e uma machadinha na outra e liderava grupos de mulheres que invadiam bares para destruir tudo e deixou pérolas de retórica de ódio aos homens, não deve ser esquecida. Quando finalmente o álcool foi proibido, o crime organizado e álcool envenenado custaram inúmeras vidas. O problema das políticas de drogas é que, liberadas, matam pelo aumento de consumo e proibidas, matam com impérios de crime organizado e corrupção. Já para as feministas, drogas e/ou álcool liberados são e foram ocasião para uma cruzada contra a “depravação masculina” – e hoje, em plena guerra contra outras drogas, ocasião para demonizar a “opressão moralista da sociedade patriarcal (os homens, de novo).”

15) Hidra ambidestra

Hoje, a percepção comum é do feminismo como um braço ou parte da esquerda, ou ainda, como pensam muitos conservadores, “uma criação do Marxismo cultural”. No entanto, embora o feminismo e as feministas sejam tantas vezes fantoches de políticos, o contrário também é, simultaneamente, verdade. E o feminismo, por mais aparentemente “comunista, esquerdista, progressista” que seja, sempre fez uso amplo e folgado do tradicionalismo e reforçou os papéis tradicionais e preconceitos contra os homens e a antiquíssima idealização positiva das mulheres. Desde o início, se vê uma cumplicidade notável entre feministas socialistas e apologistas conservador-tradicionalistas-ginólatras de direita. A ideologia feminista também usa a direita e a esquerda, que muitas vezes disputam entre si para se mostrar mais úteis à expressão ideológica do momento. Foi assim desde o início.

Reconheçamos que sempre houve, também, mulheres e mesmo autodeclaradas feministas que se contrapuseram ou não participaram ativamente das campanhas de ódio contra os homens. Mas essas pouquíssimas não coniventes foram marginalizadas, silenciadas e praticamente esquecidas. O feminismo ama seu ódio aos homens. E quase todos nós, ativa e apaixonadamente ou por omissão relapsa, ignorante e/ou covarde, somos seus cúmplices ou facilitadores.

Uma amiga minha disse que o feminismo moderno é simplesmente o feminismo sem a máscara. Mas minhas investigações me mostraram que o feminismo nunca vestiu máscara. Ele nunca precisou esconder seu cerne de ódio, [atribuição de] culpa, preconceito e supremacismo que formam o seu núcleo. (…)

Fingir que o feminismo de primeira onda era virtuoso não só apaga as injustiças sistêmicas das quais elas foram as arquitetas originais, como apaga o ressentimento e culpabilização que sempre infectaram as raízes do movimento. É tempo de parar de idealizá-las e começar a ver a inteireza do feminismo pelo que ele realmente é.

A História é escrita pelos vencedores e o feminismo sempre esteve em uma sequência de vitórias desde sua concepção. Dentro da História oficial, nos contam só coisas boas sobre as “corajosas mulheres que arriscaram suas vidas pela igualdade para as mulheres”. Alguns podem achar profundamente perturbador descobrir que o feminismo nunca foi o movimento legítimo que nos disseram, mas nós temos a obrigação moral de examinar movimentos políticos e a História sem nossas lentes cor-de-rosa antes de formar uma opinião. Agir de outra forma é nos deixarmos levar pelo pensamento mágico de crianças. (Straughan)

Aliás (Adicionado em 15/01/2018), esta é a minha visão geral deste quebra-cabeças. Outras peças eu já tinha publicado neste texto em 19 de janeiro de 2017 e outros.

O feminismo não se tornou câncer. Feminismo sempre foi uma ideologia imunda.

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *