Lola Aronovich condenada a conceder direito de resposta a Robson “Otto” Aguiar

Algum tempo atrás eu disse que Lola Aronovich e uma jornalista da Rede Record tinham, criminosamente, atribuído autoria criminosa ao blogueiro Robson “Otto” Aguiar. Na época, alguém aparentemente quis incriminá-lo e a um rapaz chamado Cauê Felchar. Criaram blogs contendo apologia de crime, assinando-os como se fossem aqueles dois.

Ora, digo novamente, não importa a sua opinião sobre a forma e/ou conteúdo das blogagens do Otto. Só alguém muito ingênuo ou maldoso veria naqueles outros blogs uma “prova” contra Cauê ou Otto. Alguém como Lola ou o(a) jornalista anônimo(a) da Record, que deve ser discípulo(a) da feminista.

Em sanha incriminatória, Lola  – semelhantemente à personagem do filme cujo nome inspira o nome do seu blog, “Corra, Lola, corra”, que sempre corre, faz besteira e corre de novo a fim de consertá-las – se adiantou às investigações policiais para imputar levianamente a Otto “ser parte de uma gangue virtual que cometia crimes na internet” (nas palavras dele próprio, alvo da irresponsabilidade criminosa de Lola).

Como Lola é falaciosa, mas não é tão boa esgrimista verbal quanto pensa que é, foi bela e moralmente processada e condenada. Não é a primeira vez que isso acontece com ela, aparentemente.

Parece que o movimento feminista ainda não conseguiu corromper a Justiça tanto quanto querem – a ponto de poderem caluniar à vontade e nunca, jamais, serem condenadas, somente privilegiadas.

Relata Otto que o direito de resposta lhe foi condedido em uma audiência de conciliação no dia 26/09/2018. Diz também que não foi indenizado porque Lola, pobrezinha, não teria recursos para a compensação do dano moral causado pela sua malignidade. “Mas o direito de resposta já é uma conquista”, considera ele.

Ele também me enviou cópia da resposta que Lola teve que postar em seu blog:

Olá. Sou Robson “Otto” Aguiar e venho aqui esclarecer alguns pontos relativos ao artigo publicado pela Lola no dia 27/05/2017, referente ao fechamento de um chan de ódio, intitulado “CHAN DE ÓDIO SAI DO AR, UMA VITÓRIA RELATIVA”.

(http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2017/05/chan-de-odio-sai-do-ar-uma-vitoria.html)

Na ocasião, Lola cometeu uma injustiça contra a minha pessoa, ao me associar aos supostos envolvidos com aquele chan. Ela me citou como se eu fizesse parte de uma quadrilha virtual que comete crimes contra minorias. E isso eu abomino completamente. Por isso, venho aqui dizer que nunca fiz parte de nenhuma quadrilha virtual.

Para fins de esclarecimento, menciono, ainda, que os únicos sítios na internet que possuo são: “http://robson-otto-aguiar.blogspot.com/” e “https://www.etdt.xyz/”, de modo que não estou relacionado e muito menos gerencio quaisquer chan de ódio, como deu a entender no artigo mencionado. Aliás, jamais iria fazer postagens discriminatórias contra minorias, já que também faço parte de uma minoria (sou bissexual). Seria muita hipocrisia, covardia e psicopatia de minha parte.

Sou um cidadão comum, formado e trabalho com o que gosto. Sem oprimir ninguém. Não sou nenhum santo, cometo erros como qualquer ser humano que se preze. E tento manter a minha dignidade intacta. Por isso, peço que reconsiderem quaisquer prejuízos à minha imagem e honra afetados naquele artigo, já que, como esclarecido, não fiz, não faço e jamais farei parte de qualquer coisa naquele sentido.

Muito obrigado por terem lido.

Atenciosamente, Robson “Otto” Aguiar

Abaixo está o print do blog da falaciosa com a resposta de Otto. Se quiser ter o gosto (ou mau gosto), incluí o link para você poder ver a resposta in loco.

https://escrevalolaescreva.blogspot.com/2018/10/direito-de-resposta-de-robson-otto.html

Aronovich destivou os comentários. Dizem que ela gosta mesmo é de deixar comentários convenham à narrativa feminista desonesta (perdão, redundância) dela, senão ela apaga. Mas, a notinha de Otto ela teve que deixar. É ordem judicial.

Mereceu e ainda foi pouco.

 

Atualização: Revisado em 20/10 porque estava redigido com os erros mais diversos. Se encontrar mais e me ajudar a corrigi-los, agredeço! – Aldir.

 

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