Como as pesquisas são usadas para promover o ódio contra os homens

Artigo original em inglês: aqui

Tradução: Aurélio Jaguaribe

Intitulado “The Death of White Sociology” (ou “A morte da Sociologia Branca”, sem tradução para o português), um livro da professora Joyce Ladner, publicado pela Howard University, fala sobre o nascimento da “sociologia negra” e da morte daquilo que chama da “sociologia branca”. Ela descreve a mudança da visão de mundo tradicional europeia para um ponto de vista negro da sociologia, no qual os escritos sobre os afroamericanos são escritos pelos próprios afroamericanos.

Ladner examina as maneiras pelas quais nossa cultura, mídia e academia promoveram mensagens fortes e enganosas sobre os negros, destinadas a públicos tanto brancos quanto negros. Analisando o período pós-escravidão, ela demonstra as diferentes maneiras pelas quais sensos comuns mentirosos sobre os negros foram disseminados e mantidos. E detalha também o impacto negativo dessas mentiras sobre a consciência cultural.

É uma história inquietante sobre o poder do pensamento dominante, expresso pela maioria das pessoas, sobre o poder dos meios de comunicação de refletir, moldar e perpetuar aquele pensamento através de noticiários e entretenimento e sobre o poder de nossas instituições acadêmicas, que capturaram a essência das ideias deturpadas da sociedade e as devolveu ao público como “ciência comprovada”, reiniciando o ciclo.

Ladner analisa de e expõe de forma convincente os esquemas de adição de cimento e blocos no muro da intolerância social que, neste caso, tenta afirmar a supremacia branca sobre os negros.

Embora eu tenha certeza de que não era sua intenção, ela também fornece um mapa completo da misandria cultural e de como as mesmas técnicas usadas com os negros estão sendo usadas atualmente com o fim de afirmar a superioridade das mulheres sobre os homens.

Quais são, então, essas estratégias usadas pelas gerações anteriores, agora utilizadas para abrir um caminho semelhante ao ódio e marginalização social dos homens? Dê uma olhada nelas, que eu representei neste texto como blocos, como é feito originalmente no livro. Enquanto você lê, basta substituir a palavra “negros” pela palavra “homens” e a palavra “brancos” pela palavra “mulheres” para que a semelhança fique evidente.

Bloco no. 1: Os negros são definidos como os perpetradores e causadores das patologias sociais e não como suas vítimas.

Ao definir os negros como perpetradores e criadores dos males sociais, a cultura foi capaz de desvalorizar os negros e retratá-los como inferiores aos brancos.

Quando os negros foram mostrados como vítimas de uma cultura de ódio, as pessoas fecharam os olhos. A ideia predominante era a de que eles eram a os criadores e perpetradores da patologia social e qualquer discurso diferente era ignorado. Mesmo as pesquisas que mostravam os negros como vítimas eram muitas vezes ignoradas.

Qualquer pessoa, mesmo que vagamente familiarizada com as questões dos homens no mundo de hoje, verá imediatamente a conexão existente aqui.

O espírito da cultura moderna é metódica e intencionalmente fundado no pressuposto de que os homens são o problema. Vemos essa tendência descaradamente promovida por instituições como a NOMAS – National Organization of Men Against Sexism (“Organização Nacional de Homens Contra o Sexismo”, em inglês), a AMSA – American Men’s Studies Association (ou “Associação Americana de Estudos dos Homens”); e a SPSMM – Society for the Psychological Study of Men and Masculinity (“Sociedade para o Estudo Psicológico dos Homens e Masculinidade”), a divisão 51 da American Psychological Association. Mesmo um olhar superficial por qualquer um de seus sites revela uma postura claramente antimasculina, com caracterizações repetitivas dos homens como opressivamente violentos e das mulheres como vítimas impotentes.

Eles afirmam ser estudiosos, apoiados por pesquisas válidas, mas comprometem-se abertamente com a ortodoxia feminista, não com o empirismo científico.

Murray Straus, uma das maiores autoridades em violência doméstica, expõs a profundidade e o alcance desse tipo de corrupção acadêmica em seu artigo Processes Explaining the Concealment and Distortion of Evidence on Gender Symmetry in Partner Violence.

Esse artigo é leitura recomendada, mas as sete técnicas identificadas por Straus para perpetuar falsidades e esconder as pesquisas válidas, em particular na área da violência doméstica, são as seguintes:

  1. Suprimir evidências;
  2. Evitar a obtenção de dados que não confirmem a teoria da “dominação masculina”;
  3. Citar somente estudos que mostrem os homens como agressores;
  4. Concluir que os resultados confirmam as teorias feministas quando, na verdade, não o fazem;
  5. Criar “evidências” por meio de citações;
  6. Impedir a publicação de artigos ou o financiamento de pesquisas que questionem a ideia de que a “dominação masculina” é a causa da violência doméstica;
  7. Perseguir, ameaçar e penalizar pesquisadores que produzam evidências que contraponham crenças feministas.

Mais uma vez, para uma compreensão detalhada desses pontos, recomendo a leitura do artigo de Straus (que realmente sabe como fundamentar suas afirmações). Suas informações não são uma revisão histórica; são uma exposição bem documentada sobre a corrupção intencional, atual e em andamento no ambiente acadêmico. Ele aponta diretamente para organizações como a NOMAS, a AMSA e a SPSMM, que são as principais beneficiárias da fraude, mas abrange muito mais que apenas esses ideólogos radicais facilmente identificáveis.

Você pode ver os resultados da desinformação mesmo em mentiras promovidas pela administração presidencial atual e em legislações apoiadas por ambos os partidos¹, como a VAWA², que presume a violência masculina e a vitimização feminina como o padrão.

Esse “bloco” tem sido extremamente eficaz. O que era um mecanismo para manter os negros em seu lugar agora começou a não funcionar como ferramenta de controle racial. Mas seu arreio está agora firme em volta dos pescoços dos homens, incluindo os negros e outras minorias, em toda a cultura ocidental.

Bloco no. 2: Os negros seriam melhores se tentassem imitar os brancos

No início dos anos 20, uma das táticas empregadas pelos pesquisadores ao retratar os negros como inferiores aos brancos foi realizar pesquisas sobre negros, brancos e mulatos. As conclusões eram quase sempre as mesmas: quanto maior a influência branca no seu sangue, melhor era a pessoa. Se você tivesse a pele clara, você era automaticamente visto como melhor. Esses pesquisadores levaram isso mais longe, escrevendo que os negros eram mais cultos quando tinham a oportunidade de passar mais tempo perto dos brancos. Era como se a “superioridade branca” pudesse ser passada através do contato. Quando um negro se saía mal, frequentemente se assumia que ele simplesmente não tivera a boa influência das pessoas brancas. Essa mentalidade desdenhava os negros e exaltava os brancos como sendo fonte da verdadeira cultura.

É fácil ver como isso se transpõe na cultura de hoje. Agora, são os homens que são considerados “melhores” se agirem como mulheres. Os homens que não estão em torno das mulheres são vistos como suspeitos.  Homens que não demonstram emoções da maneira das mulheres são considerados emocionalmente deficientes ou atrofiados, necessitando de influência feminina para evoluir como ser humano. Esse pensamento, agora, glorifica o comportamento feminino como padrão e ridiculariza os homens por não agirem de acordo com ele.

Você pode ver essa ideia sendo repetida e reforçada ao longo da sociedade, de acadêmicos feministas à mídia e até a sala da sua casa, se você estiver vivendo com uma mulher ocidental média.

Essas ideias também se tornaram uma recorrência lucrativa na psicologia fast-food, não apenas nas obras de vendedores de livros na TV, mas também nas obras de ideólogos sexistas como Michael Kimmel e Christopher Kilmartin. Vão um passo além na demagogia em obras ainda mais descaradamente misândricas e sexistas como “Conscious Men”, de Gay Hendricks e Arjuna Ardaugh.

Considere os temas repetitivos em toda a base da “sabedoria” oferecida por homens veneradores da ideologia feminista. Você verá muitas referências a conceitos como “nova masculinidade” ou “masculinidade iluminada”, tudo isso significando abraçar uma reinterpretação feminilizada de masculinidade. E você verá ainda o repetido aviltamento da masculinidade em conceitos como “masculinidade tóxica” ou “dominante”.

Isso é uma consequência direta da ideia dos “negros bons”, que, por meio da imitação dos “traços e falar dos brancos”, encontravam a aceitação paternalista em alguns setores de uma cultura branca que foi intencionalmente condicionada a vê-los como inferiores. Agora, estão defendendo uma “masculinidade de pele clara”, mais aceitável.

Resumindo, a intenção de seus trabalhos é proliferação social de negrinhos domesticados para todas as mulheres, de todas as cores.

Bloco no. 3: Pesquisas mostrando os negros como superiores aos brancos eram consideradas absurdas, inaceitáveis.

Quando pesquisadores faziam pesquisas onde os negros eram descritos como sendo melhores que os brancos em algum aspecto, os pesquisadores descartavam aquela porção das informações. Esses dados simplesmente não podiam ser disseminados. Assim, os brancos continuavam a ser vistos como sendo sempre superiores.

Isso também é abordado no artigo de Straus, mas também pode ser observado rotineiramente na cultura ao seu redor.

Na ambiente contemporâneo, quando homens têm desempenho melhor do que mulheres, isso não é visto como uma qualidade deles, mas como uma discriminação contra as mulheres ou como uma forma de poder não merecido, concedido aos homens por um patriarcado ou machismo opressor.

Se os homens foram a excelência em matemática ou ciências exatas, diziam que era porque as mulheres foram historicamente marginalizadas da educação. Quando as mulheres foram totalmente incluídas na educação, em verdade recebendo diversos incentivos especiais a ponto de terem formação melhor do que que os homens, mas continuaram a se destacar menos em matemática e ciências exatas, diziam que era porque as mulheres eram socialmente desencorajadas a prosseguir em áreas dominadas pelos homens. Quando as mulheres receberam bolsas de capacitação especiais e programas de incentivo para estudarem matemática e ciências exatas, mas ainda ficavam atrás dos homens, era porque as ciências exatas eram baseadas em uma lógica machista, colocando as mulheres em desvantagem diante dos homens.

Quando o reitor de Harvard, Larry Summers, finalmente falou a verdade óbvia, que mulheres não possuem a mesma aptidão para matemática e ciências exatas que os homens, ele foi demitido.

Bloco no. 4: A aversão dos brancos pelos negros prova a inferioridade destes.

A aversão dos brancos para com os negros foi usada como prova de que os negros eram inferiores no século XX. “Por que outro motivo os brancos os olhariam com desprezo?”

A aversão e desprezo que mulheres tiveram por homens agora é usada como prova de que eles são inferiores. Basta pensar em alguns slogans que conhecemos em nossa cultura, como “só os homens podem parar o estupro”, “misandria é amor”, “os homens são porcos” ou “meninos são estúpidos, joguem pedras neles”.

Além disso, essas atitudes são levadas a extremos da aversão em atos como o “Take Back the Night”, passeatas, criados para criar a percepção de que os homens são criaturas das trevas e que a aversão a eles precisa ser levada ao nível de retirá-los do próprio espaço público à noite.

Vemos protestos semelhantes por parte de outras organizações. As “marchas das vadias” agora tentam estabecer regras para evitar que os homens expressem suas opiniões junto com as mulheres.

Além disso, parece haver equilíbrio sendo estabelecido na busca pela ingerência política feminista, que pretende permitir às mulheres expulsar homens à vontade sempre que lhes for conveniente, mas permitir a elas arrancar-lhes seus recursos, também sempre que quiserem.

Isso é manter seu escravo fora de vista, exceto quando você precisar dele para alguma coisa.

Enquanto os homens são agora normalmente rotulados de escória social e expulsos do mercado de trabalho e da educação, continuam as legislações disfarçadas de “direito de família” e assistência social retiram recursos dos homens e repassam para as mulheres.

Isso lhe parece familiar?

Bloco no. 5: As pesquisas psicológicas, na primeira parte do século XX não eram feitas para ajudar os negros, mas para culpa-los e dizer o quanto eles precisavam mudar.

Os artigos que tinham os negros como foco costumavam apresenta-los como culpados pelos problemas e tinham a intenção de mostrar que eles precisavam mudar. Isso, obviamente, ignorando as necessidades dos negros.

Nós podemos ver o mesmo padrão nas pesquisas focadas nos homens hoje em dia. Isso nos leva de volta à  Divisão 51 da American Psychological Association, cuja fidelidade declarada aos resultados que tenham aprovação feminista torna um dos pedreiros mais habilidosos na construção desse muro.

Se você olhar para as ofertas que a Divisão 51 faz à revisa Good Men Project (Projeto Bom Homem), você verá como é recorrente o tema da deficiência masculina, conduzindo, não tão sutilmente assim, à conclusão de que feminizá-los é a resposta para seu aprimoramento.

A Divisão 51 foi a mesma organização que, após a tragédia do tiroteio em Virginia Tech por um louco psicótico, publicou um artigo sobre o evento, relacionando as ações dos atiradores à “masculinidade tóxica”.

Lembre-se, a Divisão 51 não é apenas o covil de preconceituosos declarados como o AMSA e o NOMAS. Eles trazem o nome prestigioso da American Psychological Association com eles, dando-lhes a aparência de pensamento inovador e integridade científica.

É muito, muito perigoso pôr tanta credibilidade nas mãos de um bando de fanáticos.

O seu trabalho não é voltado para ajudar os homens e sim para culpá-los pelos problemas sociais. Os homens são os culpados pela violência doméstica, são os homens que precisam parar a violência contra as mulheres, os homens são os que cometem violência e assédio sexual… A lista não termina.

Agora, vá até a página, no topo, chamada “Os Fatos” e depois dê uma olhada no site da Divisão 51 da American Psychological Association. Compare nossa lista dos inúmeros problemas enfrentados pelos homens em nossa sociedade e veja se há alguma coisa que a divisão 51 esteja fazendo para tratar desses problemas.

Dica: você não precisa de papel e caneta para fazer a lista. Eles não estão abordando diretamente nem um único problema enfrentado por homens e meninos.

Absolutamente nenhum.

Bloco no. 6: Negros eram apenas animais e criminosos.

Sem a influência e o controle dos brancos, presumia-se que os negros eram simplesmente animalescos e/ou primitivos e constantemente focados em sexo. O medo era de os homens negros estuprarem as mulheres brancas; os homens negros matarem e roubarem, etc. A fonte da criminalidade eram a próprio “negrume”. Negros e criminalidade foram perenemente ligados e, com isso, caracterizados como o cerne do problema e não suas vítimas.

Agora, o mesmo se projeta nos homens. Dê uma olhada pelo site do The Good Men Project, um aríete da nova sociologia sexista e descubra por que a violência é uma “questão masculina”. Considere as implicações da “lei de violência contra a mulher” em uma sociedade onde mulheres adultas são as frequentes vítimas da violência doméstica ou de qualquer outro tipo de violência. Pergunte-se, agora, o porquê do sucesso de expressões como “cultura de estupro”, um código para se referir a cultura dos homens, que estereotipiza todos os homens e meninos do mundo ocidental.

Pode-se supor que os antigos estereótipos sobre os negros eram propagados de forma inconsciente, mas é tolice tratar a falta de consciência como desculpa. A maioria das pessoas não era intencionalmente preconceituosa com relação aos negros, elas eram arrastadas pela maré do senso comum que prevalecia na época.

Mas o estrago estava feito, como está sendo feito agora.

O senso comum, que é a expressão cultural de todos os preconceitos, são propagados como conhecimento e isso teve como consequência não somente a condenação dos negros como sendo inferiores como também justificou a falta de assistência e as más condições nas quais eles viviam.

É óbvio que esses preconceitos eram prejudiciais aos negros. Não é preciso muita imaginação para perceber o impacto doloroso de ser visto como inferior, como criminoso ou uma desgraça para a sociedade “decente”. Os efeitos cumulativos dessa propaganda foram devastadores e foi necessária uma nova consciência para que se abandonasse a velha programação.

Na década de 1950, os homens, em geral, eram tidos relativamente em alta conta, principalmente se eles sustentassem e protegessem mulheres e crianças. Essa estima era presente mesmo em populações mais segregadas. Em outras palavras, os homens brancos bem vistos na sociedade branca assim como os homens negros eram estimados dentro de sua própria cultura.

Então, a partir de 1960, as coisas começaram a mudar. Os negros começaram a sofrer menos o peso de preconceitos culturais, enquanto as mulheres foram expandindo seus papeis sexuais e sendo bem vendidas como modelos de seres humanos, além de vítimas consumadas. A cultura começou a ver as mulheres sob a luz mais positiva, porém estabelecendo um novo tabu no discurso cultural, no entanto, no sentido contrário.

Todos os homens, hoje em dia, independentemente de sua etnia, estão sofrendo por causa desse esquema cultural. Como no início do século 20, ninguém percebe que eles estão sendo o alvo da intolerância, mesmo sendo a maioria das vítimas.

Bloco no. 7: O grupo no poder é sempre propenso a usar todos os meios à sua disposição para criar a impressão de que ele merece estar onde está. Isso significa sugerir que os que foram excluídos só têm a si mesmos para culpar.

Este é o “x” da questão, não é? Ao promover desinformação através de estudos sociais duvidosos, pesquisas fraudulentas e uso irrestrito do poder político, os grupos feministas no poder são mantidos usando exatamente o mesmo modelo que mantinha a opressão dos negros após o fim da escravidão.

Se você é um ativista por direitos dos homens, você provavelmente está acostumado com os ideólogos feministas sugerirem que você é o culpado pela falta de serviços para homens vítimas de violência doméstica. “Se os homens precisam de abrigos, por que eles próprios não constroem?”, perguntam eles, em condescendência absoluta. Claro que se mantám alheios ao fato de que feministas não constroem abrigos para vítimas de violência doméstica; apenas pressionam o governo para apoderar-se deles depois que eles já foram construídos – um governo também cúmplice do pensamento misândrico como referência acadêmica que se recusa a reconhecer vítimas do sexo masculino ou agressoras do sexo feminino.

Mas isso é apenas a ponta do iceberg. Trivialidade.

Feministas, com a cumplicidade e a cooperação dos tradicionalistas, têm construído um modelo social de superioridade feminina que caminha na direção do poder divino dos brancos sobre os negros no sul antebellum estadunidense.

Para os homens brancos, esta é uma experiência nova. Para os homens negros, nada mais que um retorno ao período pós-escravidão. Para o homem negro, o feminismo é o fim de seu movimento por direitos civis.

Ideólogos feministas e seus capangas não se importam com a cor da pele dos homens. Na era pós-moderna, somos todos culpados. Todos os homens eram opressores que detiveram as mulheres reféns por séculos. Todos os homens têm de pagar por isso. Todas as guerras são causadas por homens. Todos os homens são destrutivos, ao meio ambiente, à economia. Todos os homens são estupradores. Todos os homens são violentos.

Seu status, no que diz respeito à sua cor, é apenas com qual cor o porco nasceu.

Todos os homens estão, agora, recebendo as projeções da sombra cultural. Foi após o advento do feminismo de gênero, na década e 1960, que os jovens do sexo masculino começaram a se matar quase seis vezes mais que as meninas com idade semelhante. Agora, temos homens que experimentam mais fracasso do que nunca. Os rapazes estão abandonando e deixando de frequentar as universidades a níveis sem precedentes. Eles estão igualmente em queda no mercado de trabalho.

Por outro lado, eles estão sendo presos em níveis que ultrapassam muito o resto do mundo industrializado.

Isso soa familiar?

 

Nota:

1. Os dois partidos políticos americanos: o Republicano e o Democrata. (N.T.)

Edição com correções feita em 07/11/2014.

5 thoughts on “Como as pesquisas são usadas para promover o ódio contra os homens”

  1. Marcus Valerio XR

    Interessante notar também algo que tem sido sistematicamente omitido dos casos das chacinas letais promovidas a tiros por jovens, que é o fato de praticamente todos esses perpetradores envolverem o uso de medicamentos controlados, ou em outras palavras, drogas!

    http://libertycrier.com/nearly-every-mass-shooting-last-20-years-shares-one-thing-common-weapons

    Curiosamente, a mesma Nova Esquerda que prega Feminismo, Misandria e Desarmamento (em geral pondo a culpa na masculinidade e nas armas), apoia a liberação das Drogas!

  2. Tiago M. Peixoto

    Cara, eu fico meio estagnado com tudo isto ainda. Para mim já era um ganho haver nos EUA entidades que se propunham a pensar a questão dos homens (no meio acadêmico, porque no Brasil não há!)… Eu leio com frequência artigos da
    Society for the Psychological Study of Men and Masculinity, diria que sim, eles carregam um construto feminista de base (como quase todas as pessoas que trabalham com a questão), mas os dados geralmente estão lá para serem interpretados, e os serão. Nestes tópicos que envolvem as ditas “minorias”, esta interpretação ás vezes é inexcrupulosa, perdendo-se de vista o que é um pensamento científico e o que é engajamento político (isto vale claramente para o Brasil!).

  3. Não é a primeira vez que vejo tal paralelo sendo exposto, mas o artigo ficou excelente expondo pontos que ninguém tinha tocado.
    Outro ponto que foi somente superficialmente tocado, é que os verdadeiros vilões dessa história são em sua maioria homens pertencentes a um minoria insignificante, a das pessoas mais ricas de toda história.
    Estes sim, não são somente traidores do gênero masculino, como de toda humanidade.
    Gente como o Soros, ou mesmo aqui no Brasil como FHC que propagam essas políticas vis.
    Nós estamos sendo escravizados e marginalizados por uma escória de seres que se morressem todos hoje, uma utopia começaria amanhã, sem ninguém além dos culpados terem seu sangue derramado.
    E eu não excluo desse cenário milhões de feministas cretinas e porcas e se Jesus voltasse hoje ao mundo, tenho plena certeza de que seu primeiro ato, seria mandar estas direto para o colo do Lúcifer.

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